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    <title>apice</title>
    <link>https://www.apicebrasil.org.br</link>
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      <link>https://www.apicebrasil.org.br</link>
    </image>
    <item>
      <title>Investimentos em clubes de tênis e padel avançam no Brasil e refletem expansão das modalidades</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/investimentos-em-clubes-de-tenis-e-padel-avancam-no-brasil-e-refletem-expansao-das-modalidades</link>
      <description>Expansão de esportes com raquetes</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aumento no número de praticantes, maior acesso a equipamentos e novas políticas para o setor impulsionam projetos estruturados e atraem investidores ao mercado esportivo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado de esportes com raquetes no Brasil tem registrado um novo ciclo de crescimento, impulsionado pela ampliação do acesso a equipamentos, aumento no número de praticantes e um ambiente mais favorável para investimentos. Esse cenário tem estimulado a criação de novos clubes e projetos estruturados voltados às modalidades de tênis, beach tennis, pickleball, padel e outras em diferentes regiões do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos exemplos recentes é o investimento liderado por Ronaldo Fenômeno, que aposta na criação de um clube dedicado ao tênis e padel. A iniciativa reforça o potencial de crescimento e profissionalização do segmento no Brasil, acompanhando uma tendência global de valorização dos esportes com raquetes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Acesso ampliado e crescimento da base de praticantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parte desse avanço está diretamente relacionado a mudanças estruturais no setor. A redução da tarifa de importação de raquetes, implementada em 2021 a partir de pleito da ÁPICE, contribuiu para tornar os equipamentos mais acessíveis ao consumidor brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como resultado, o mercado registrou um aumento significativo no volume de importações e na entrada de novos praticantes. Segundo o ITF Global Tennis Report 2024, atualmente, o Brasil conta com cerca de 4,1 milhões de jogadores de tênis, o equivalente a 3,9% do total global, enquanto o padel segue em rápida expansão, inserido em um universo de mais de 35 milhões de praticantes no mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O crescimento da demanda também se reflete na infraestrutura: o país tem registrado a abertura de novas quadras em ritmo acelerado, acompanhando o interesse crescente pelas modalidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ambiente favorável impulsiona novos projetos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com uma base de praticantes em expansão e maior acesso a produtos esportivos, o setor passou a atrair investimentos mais estruturados, voltados à criação de clubes, academias e espaços especializados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses projetos não apenas ampliam a oferta para os praticantes, mas também fortalecem o ecossistema esportivo como um todo, impulsionando o varejo, a indústria de equipamentos, a prestação de serviços e a geração de empregos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a integração entre modalidades, como tênis e padel, tem se consolidado como uma estratégia recorrente, criando ambientes mais dinâmicos e diversificados para o público.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impactos para a indústria esportiva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O avanço dos esportes com raquetes no Brasil evidencia como políticas públicas e iniciativas de mercado podem atuar de forma complementar para estimular o desenvolvimento do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A combinação entre maior acessibilidade, crescimento da base de praticantes e atração de investimentos reforça o papel dessas modalidades como vetores relevantes para a expansão da indústria esportiva no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesse contexto, a tendência é de continuidade no crescimento, com potencial para ampliar ainda mais a participação dessas modalidades no mercado esportivo brasileiro e consolidar novos modelos de negócio voltados ao esporte, lazer e bem-estar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2023-11-27-05-34-02-utc.jpg" length="327147" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:15:09 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/investimentos-em-clubes-de-tenis-e-padel-avancam-no-brasil-e-refletem-expansao-das-modalidades</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE lança seu relatório anual com panorama do mercado esportivo brasileiro</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-seu-relatorio-anual-com-panorama-do-mercado-esportivo-brasileiro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sexta edição do ÁPICE em Foco reúne debates estratégicos do setor e apresenta as principais agendas de atuação da associação para fortalecer o ambiente de negócios da indústria esportiva no país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            lançou o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           ÁPICE em Foco 2026
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , relatório anual que reúne análises e as principais frentes de atuação da entidade em prol do desenvolvimento do setor de artigos esportivos no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A publicação apresenta um panorama do mercado nacional e reforça a relevância econômica da indústria. E apesar da sua importância econômica e social, o segmento ainda enfrenta muitos desafios estruturais. Entre eles, destaca-se a elevada carga tributária incidente sobre produtos esportivos, que pode chegar a 70% do valor final ao consumidor, além dos altos índices de sedentarismo registrados na população brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Devemos sempre reforçar que o esporte é qualidade de vida e muito além.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Esporte é saúde, é desenvolvimento econômico e é política pública estruturante”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , afirma Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atuação estratégica da ÁPICE em 2025
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao longo de 2025, a ÁPICE concentrou sua atuação em diferentes frentes estratégicas voltadas ao fortalecimento do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No campo do comércio exterior, trabalhou para ampliar a integração do mercado brasileiro ao cenário internacional, defendendo a otimização de alíquotas de importação para determinados produtos esportivos, como raquetes e bolas, além de participar de fóruns globais, como o WFSGI Global Public Affairs and Advocacy Summit.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outra frente relevante foi o combate ao mercado ilícito. A ÁPICE intensificou sua atuação contra a pirataria e o comércio ilegal de produtos esportivos por meio de articulação com parlamentares e parcerias institucionais com órgãos como Ministério Público de São Paulo, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e a Receita Federal, além de iniciativas voltadas ao monitoramento de plataformas de comércio eletrônico.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regulação, sustentabilidade e inteligência de mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE também manteve atuação ativa em temas regulatórios e de sustentabilidade, oferecendo suporte técnico aos associados em processos relacionados a normas e certificações conduzidas por entidades como ABNT e INMETRO.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, apoiou iniciativas voltadas à logística reversa e à economia circular, alinhadas às agendas globais de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No campo fiscal e de inteligência de mercado, acompanhou de perto o processo da Reforma Tributária e desenvolveu estudos setoriais em parceria com instituições especializadas, como o IEMI, com o objetivo de contribuir para a formulação de políticas públicas e para o fortalecimento da competitividade da indústria esportiva.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Articulação institucional e visão de futuro
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O relatório também destaca o trabalho de articulação institucional da ÁPICE, que mantém cooperação contínua com entidades públicas e privadas, entre elas CNI, ABVTEX, IDV e o Pacto Global da ONU.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com a proximidade de grandes eventos esportivos previstos para este ano, a ÁPICE reforça, por meio do ÁPICE em Foco, seu compromisso de contribuir para a construção de um ambiente de negócios mais competitivo, com maior coerência regulatória e racionalidade tributária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A iniciativa busca fortalecer o ecossistema esportivo brasileiro e ampliar o papel do esporte como vetor de desenvolvimento econômico, social e de qualidade de vida no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acesse o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://conteudo.apicebrasil.org.br/apice-em-foco-2026?_gl=1*5m9x4h*_ga*MTg0MDc3NDc5OS4xNzczMTc0OTU3*_ga_L1D2BY5PHJ*czE3NzM5MjE1ODAkbzUkZzEkdDE3NzM5Mjc1ODgkajU0JGwwJGgw" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            ÁPICE em Foco 2026
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/BANNER-NEWS---MOCKUP-%C3%81PICE-EM-FOCO-2026_V1_2.PNG" length="344300" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:43:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-seu-relatorio-anual-com-panorama-do-mercado-esportivo-brasileiro</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,eventos esportivos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Participação feminina já é maioria em eventos esportivos no Brasil, aponta estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/participacao-feminina-ja-e-maioria-em-eventos-esportivos</link>
      <description>Levantamento com quase 3 milhões de inscrições mostra crescimento consistente das mulheres nas competições e aponta mudanças no perfil do público esportivo no país</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Levantamento com quase 3 milhões de inscrições mostra crescimento consistente das mulheres nas competições e aponta mudanças no perfil do público esportivo no país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A participação feminina em eventos esportivos no Brasil alcançou um novo marco e já representa a maioria dos inscritos no país. Dados do estudo “Perfil do Atleta Brasileiro 2025/2026”, elaborado pela plataforma de inscrições esportivas Ticket Sports, indicam que as mulheres responderam por 52,4% das inscrições em competições realizadas em 2025, superando a presença masculina, que ficou em 47,5%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O levantamento analisou 2,9 milhões de inscrições registradas em 3.512 eventos esportivos, oferecendo um panorama atualizado sobre o comportamento dos participantes e as transformações do mercado esportivo brasileiro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os números indicam uma evolução consistente ao longo dos últimos anos. Em 2020, a participação feminina representava cerca de 47% do total de inscritos, evidenciando um crescimento gradual da presença das mulheres nas competições esportivas realizadas no país.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Público mais jovem e maior mobilidade entre eventos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da predominância feminina, o estudo também identificou mudanças demográficas importantes entre os participantes. A idade média dos atletas caiu para 38 anos, indicando um processo de rejuvenescimento do público esportivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Geração Z já representa 18,9% dos inscritos, reforçando a entrada de novos perfis de praticantes no universo dos eventos esportivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro dado relevante apontado pela pesquisa é a mobilidade dos participantes. Mais da metade dos atletas, 52%, participou de eventos realizados fora de sua cidade ou estado de origem, movimento que evidencia o crescimento do chamado turismo esportivo no Brasil.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Base internacional cresce 220%
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo também aponta uma expansão significativa da presença internacional na base de usuários da plataforma. Segundo os dados, houve um crescimento de 220% na base internacional, considerando tanto atletas estrangeiros inscritos em eventos realizados no Brasil quanto brasileiros participando de competições fora do país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esse movimento indica um processo gradual de internacionalização do mercado de eventos esportivos e reforça o potencial do país para atrair participantes de diferentes regiões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corridas concentram maior volume de inscrições
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as modalidades analisadas, as corridas de rua seguem como o principal motor dos eventos esportivos participativos no Brasil. A modalidade responde por 75,3% da receita gerada pelas inscrições, consolidando-se como a principal porta de entrada para novos praticantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras modalidades, como triathlon, ciclismo e eventos multiesportivos, aparecem na sequência, mostrando uma diversificação gradual das práticas esportivas entre os participantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados reforçam um cenário de transformação no perfil do público esportivo no país, marcado pela maior presença feminina, pela entrada de novos perfis de praticantes e pela expansão do mercado de eventos esportivos, além de impactos diretos na indústria, nas marcas, dos organizadores e em todo o ecossistema do esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os eventos esportivos integram um dos segmentos mais relevantes e dinâmicos da indústria global do esporte, com capacidade de mobilizar investimentos, ativar cadeias produtivas e gerar impactos econômicos e sociais expressivos. O apoio estratégico de grandes marcas viabiliza a realização desses eventos, impulsiona a geração de empregos e fortalece, de forma sustentável, todo o ecossistema esportivo.”, comenta Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-sprinting-in-the-morning-outdoors-2026-01-05-05-14-11-utc.jpg.jpeg" length="312042" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 20:34:37 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,eventos esportivos</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-sprinting-in-the-morning-outdoors-2026-01-05-05-14-11-utc.jpg.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Padel em alta: confira o crescimento do esporte em todo o mundo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/crescimento-do-padel</link>
      <description>Padel alcança mais de 35 milhões de praticantes em todo o mundo. Brasil também colabora fortemente para o crescimento da modalidade.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Modalidade alcançou a marca de mais de 35 milhões de praticantes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Relatório Mundial de Padel 2025, lançado pela Federação Internacional de Padel (FIP), destacou o crescimento da modalidade em todo o planeta. Em comparação com o último ano, o número de clubes aumentou 16,1%. Em paralelo, a quantidade de quadras subiu 15,2% e os membros registrados na FIP aumentaram 42%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que o crescimento do padel foi registrado em todos os continentes do planeta, sendo impulsionado pela expansão dos torneios oficiais, que passaram de 182, em 2024, para 290 em 2025.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, os número são promissores: com mais de 600 mil praticantes e um crescimento anual estimado entre 15% e 20%, o país inaugura cerca de três quadras diariamente, segundo a Confederação Brasileira de Padel (COBRAPA). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Crescimento do Padel em números
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira alguns dados importantes do crescimento do padel: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Número de clubes: Mais de 24.600 (aumento de 4.775 unidades);
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Número de quadras: Total de 77.300 (aumento de 14.355 unidades); 
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Países impactados: 150 países e 20 territórios dependentes (aumento de 26 em relação a 2024).
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Distribuição do Padel por cada continente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apesar de a maioria dos praticantes de padel estarem na Europa, o esporte vem crescendo por outras partes do mundo: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Europa: 61%
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            América do Sul: 19%
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            América Central e do Norte: 7,7%
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Ásia: 6,8%
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            África: 4,9%
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Oceania: parcela menor em relação ao restante. 
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, os dados mostram a consolidação da modalidade, mas destaca que ainda há muito a evoluir. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Os números confirmam que o padel deixou de ser uma tendência para se consolidar como um fenômeno global. O crescimento em todos os continentes mostra a força da modalidade, mas também evidencia o quanto ainda há espaço para estruturar o esporte, ampliar o acesso e fortalecer todo o seu ecossistema.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/padel-blade-racket-resting-on-the-net-2026-01-05-05-33-40-utc.jpg" length="200787" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 19:52:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/crescimento-do-padel</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/padel-blade-racket-resting-on-the-net-2026-01-05-05-33-40-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/padel-blade-racket-resting-on-the-net-2026-01-05-05-33-40-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Qual o impacto dos eventos esportivos na economia?</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/impacto-dos-eventos-esportivos-na-economia</link>
      <description>Entenda como a Copa do Mundo e as Olimpíadas influenciam as economias locais e quanto os eventos esportivos movimentam</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entenda como a Copa do Mundo e as Olimpíadas influenciam as economias locais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ano de 2026 é marcado por dois grandes eventos esportivos, os Jogos Olímpicos de Inverno, em Milão e Cortina, na Itália, e a Copa do Mundo, nos Estados Unidos, México e Canadá. Apesar das diferenças em cada uma das competições, elas possuem algo em comum: o impacto econômico nas cidades que sediam os torneios. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de melhorias em infraestrutura, esses eventos ampliam a circulação de renda e influenciam diversos segmentos da economia: turismo, logística, varejo, marketing, segurança, geração de empregos e interação cultural.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas existem outros pontos a se destacar: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O impacto econômico da Copa do Mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dois estudos divulgados pela Federação Internacional de Futebol (FIFA), junto a Organização Mundial do Comércio (OMC), destacaram os efeitos socioeconômicos da Copa do Mundo 2026 para a economia global e para os Estados Unidos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com a pesquisa, a competição pode impulsionar o PIB global em até US$40,9 bilhões, gerando cerca de 824 mil empregos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos  EUA, em particular, a pesquisa aponta a criação de mais de 185 mil empregos, além de um PIB de US$17,2 bilhões. Vale ressaltar que a FIFA tem a expectativa de receber mais de seis milhões de pessoas nos estádios e cidades. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O impacto de outros eventos esportivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No caso dos Jogos Olímpicos de Inverno, a estimativa é de um retorno financeiro de milhões de euros para a região de Milão. Além disso, a competição deixa um legado estrutural à população. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que o ano de 2026 contará com outros eventos esportivos importantes para as economias locais, como o Super Bowl, este ano sediado em Santa Clara, na Califórnia, o  torneio de Roland Garros, na França, a final da Liga dos Campeões da Europa, em Budapeste, entre muitos outros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, os eventos esportivos são um dos fatores mais importantes na economia global. “Os eventos esportivos integram um dos segmentos mais relevantes e dinâmicos da indústria global do esporte, com capacidade de mobilizar investimentos, ativar cadeias produtivas e gerar impactos econômicos e sociais expressivos. A participação das grandes marcas, por meio de apoios estratégicos e patrocínios, viabiliza a realização desses eventos, impulsiona a geração de empregos e fortalece, de forma sustentável, todo o ecossistema esportivo.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2026-01-15+at+15.48.51.jpeg" length="133490" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 18:51:56 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo do Brand Protection Group revela riscos à saúde em produtos falsificados comprados durante a Black Friday</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-black-friday</link>
      <description>Levantamento recente do Brand Protection Group (BPG) acende um alerta sobre um problema crescente no varejo digital brasileiro durante a black friday. Entenda:</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um levantamento recente do Brand Protection Group (BPG) acende um alerta sobre um problema crescente no varejo digital brasileiro: a relação direta entre a escalada das vendas online durante a Black Friday e o aumento do consumo de produtos falsificados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o estudo, mais de 30 milhões de produtos foram vendidos online em apenas dois dias na última edição da Black Friday no Brasil. O volume recorde de compras também expõe um lado perigoso desse fenômeno: grande parte dos produtos falsificados que circulam no país têm origem justamente no comércio eletrônico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Itens de beleza e cuidados pessoais lideram as falsificações mais perigosas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre as categorias mais preocupantes estão produtos de beleza, fragrâncias e itens de cuidados pessoais falsificados. Segundo o BPG, esses itens são frequentemente produzidos sem qualquer controle sanitário e podem conter substâncias não testadas, componentes tóxicos e fórmulas instáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo destaca que consumidores que utilizam esses produtos correm riscos como:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Irritações de pele e reações alérgicas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Exposição a químicos perigosos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Danos à saúde em longo prazo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ausência de garantia, reembolso ou assistência pós-compra.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especialistas ouvidos pelo BPG ressaltam que, ao contrário do que muitos consumidores acreditam, a falsificação não se limita a prejuízos financeiros — ela representa uma ameaça real à saúde e à segurança do comprador.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Influenciadores têm papel crescente no impulso aos “dupes”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fenômeno dos “dupes” (produtos anunciados como versões acessíveis de itens de marcas renomadas) também foi analisado pelo estudo. Muitas dessas recomendações, segundo o BPG, são promovidas por influenciadores que, muitas vezes, não verificam a procedência dos itens que divulgam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora aparente inofensivos, os “dupes” contribuem para a circulação de itens falsificados e inseguros, ampliando o risco para milhões de consumidores, especialmente durante períodos de alta demanda como a Black Friday.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como se proteger nas compras online
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O BPG orienta que os consumidores adotem práticas simples, mas fundamentais, para evitar golpes e produtos ilegais:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Evitar ofertas “boas demais para ser verdade”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comprar apenas de canais oficiais ou vendedores autorizados;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conferir avaliações e histórico de reputação dos vendedores;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Comparar embalagem, marca e apresentação com fotos oficiais;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ser cético em relação a recomendações de influenciadores sobre “dupes”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE reforça importância do combate à pirataria no país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE, entidade que atua pela proteção da propriedade intelectual e do ambiente competitivo no Brasil, reforça que combater a pirataria é essencial não apenas para a defesa de marcas legítimas, mas também para a segurança do consumidor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a instituição, o aumento das vendas online intensifica ainda mais a necessidade de fiscalização e educação do público. “O enfrentamento à pirataria é uma pauta urgente, especialmente em datas como a Black Friday, quando a oferta de falsificações cresce exponencialmente. Nossa missão é proteger o consumidor e promover um mercado mais seguro e justo”, destaca a entidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/black-friday-neon-sign-made-of-glamour-diamonds-2025-03-28-05-35-28-utc.jpg" length="76057" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 13:22:24 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-black-friday</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/black-friday-neon-sign-made-of-glamour-diamonds-2025-03-28-05-35-28-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/black-friday-neon-sign-made-of-glamour-diamonds-2025-03-28-05-35-28-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Relatório aponta que uma em cada três crianças e adolescentes têm excesso de peso</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/relatorio-aponta-que-uma-em-cada-tres-criancas-e-adolescentes-tem-excesso-de-peso</link>
      <description>Um levantamento nacional feito com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS) destacou que uma em cada três crianças e adolescentes no Brasil estão com excesso de peso</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo do Sistema Único de Saúde foi feito com base em jovens de 10 a 19 anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um levantamento nacional feito com base em dados do Sistema Único de Saúde (SUS) destacou que uma em cada três crianças e adolescentes no Brasil estão com excesso de peso. Os números destacam que, nessa faixa etária (10 a 19 anos), a obesidade já é reconhecida como um desafio de saúde global. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, estatísticas do Ministério da Saúde indicam que o  sobrepeso entre jovens da faixa etária supramencionada  aumentou cerca de 9% entre 2014 e 2024, totalizando 2,6 milhões de crianças e adolescentes nessa condição: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Sobrepeso: 1.542.975
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Obesidade: 840.808
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Obesidade grave: 237.228
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um dos principais fatores do crescimento da obesidade infantil é o aumento do consumo de alimentos ultra processados, bebidas adoçadas e embutidos, além do sedentarismo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os riscos da obesidade infantil? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O excesso de peso nessa faixa etária representa um enorme risco para esses jovens, já que a obesidade infantil aumenta o risco de doenças crônicas, como: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diabetes;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hipertensão; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Doenças no coração; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além de afetar a autoestima e o bem-estar social. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como prevenir a obesidade infantil? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos primeiros passos para prevenir a obesidade infantil é promover hábitos sociais e alimentares saudáveis. Ou seja, alimentação equilibrada e atividades físicas regulares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos pratiquem, no mínimo, 60 minutos de exercícios físicos diariamente. Além disso, a indicação é que a maior parte das atividades seja aeróbica, incluindo incorporação de fortalecimento muscular e ósseo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tired-preteen-boy-sleeping-on-table-in-studio-2024-10-22-06-20-51-utc.jpg" length="181129" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 18:59:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/relatorio-aponta-que-uma-em-cada-tres-criancas-e-adolescentes-tem-excesso-de-peso</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Consumimos menos roupas e calçados em 2025 do que em 2007. Por quê?</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/consumimos-menos-roupas-e-calcados</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A SGI Europe (Sporting Goods Intelligence) listou os 50 maiores varejistas esportivos do mundo. Juntos, faturaram em 2024 US$ 150 bilhões (cerca de R$ 800 bilhões).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre eles, duas redes têm operações no Brasil: a maior do mundo (de origem francesa) e a 25ª (brasileira!).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É significativo estar no mapa, mas, pelo tamanho e perfil da nossa população, o Brasil poderia ter um peso muito maior no consumo global de artigos esportivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos freios é o nosso ambiente comercial fechado. Em 2007, o Brasil elevou tarifas de importação de vestuário e calçados de 20% para 35%, mantendo desde então uma das alíquotas mais altas do mundo para o setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado aparece nos dados. Segundo o IBGE, as vendas de vestuário e calçados (em geral, não apenas esportivos) caíram 4,4% quando comparamos 2025 com 2007.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mesmo período, o varejo total brasileiro cresceu quase 70%.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Imagem+Artigo+Varejo.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja: em 2025 compramos menos roupas e calçados do que em 2007 — quase 20 anos depois, andamos para trás.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tarifas elevadas por tanto tempo reduziram diversidade de produtos e preços, inovação, qualidade, entre outros atributos. Sem atratividade, o consumidor migrou seu gasto para outros bens e serviços (como mostra o desempenho de outros segmentos do varejo no gráfico).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso vira efeito dominó na cadeia. A indústria nacional de vestuário e calçados vende quase tudo no mercado interno (cerca de 99% em vestuário e quase 90% em calçados). Se o varejo não cresce, a indústria também perde — e a sensação vira “desindustrialização”, quando, na prática, faltou mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fica a pergunta: como estaria a indústria se o varejo de vestuário e calçados tivesse acompanhado o crescimento médio do varejo entre 2007 e 2025? E o impacto na economia e na sociedade?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil precisa rever, com urgência, políticas que comprovadamente geram danos, como as barreiras comerciais prolongadas que nos tiraram dinamismo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Precisamos agir: que medidas ajudariam a destravar o setor — competição responsável, acordos comerciais, redução gradual de tarifas, agenda de produtividade e inovação?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/silver-unisex-sneakers-shoes-on-shelf-display-in-s-2025-02-25-03-19-12-utc.jpg" length="315573" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 18:01:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/consumimos-menos-roupas-e-calcados</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/silver-unisex-sneakers-shoes-on-shelf-display-in-s-2025-02-25-03-19-12-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Crianças e jovens obesos superam desnutridos pela primeira vez na história, aponta relatório da UNICEF</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/criancas-e-jovens-obesos-superam-desnutridos</link>
      <description>Relatório da UNICEF feito com informações de 190 países destacou que, pela primeira vez, o número de crianças e jovens obesos superou o de desnutridos!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo foi feito com base em dados e informações de mais de 190 países
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo desenvolvido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destacou que, pela primeira vez na história, o número de crianças e jovens obesos é maior em relação aos desnutridos no mundo. O índice de obesidade chegou a 9,4%, enquanto isso, a desnutrição afeta 9,2%. A pesquisa foi feita com dados fornecidos por mais de 190 países. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo também destaca que, desde 2000, a quantidade de crianças e jovens acima do peso dobrou, chegando a 391 milhões. Os países de baixa renda são os que mais concentram a obesidade, com 81%. Este número era de 66% no começo do século XXI. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, os dados também são preocupantes. Desde a virada do século, em 2000, o percentual de crianças e adolescentes obesos triplicou. Hoje, 5% das crianças com menos de 5 anos e 20% entre 5 e 19 anos estão com excesso de peso. Um dos principais motivos é o fácil acesso e o aumento de produtos ultraprocessados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apesar dos dados preocupantes, o relatório coloca o Brasil como um dos exemplos mundiais, destacando a rotulagem dos alimentos (com informações sobre quantidade de açúcar, gordura e sódio), isenção fiscal para produtos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           in natura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o Programa Nacional de Alimentação Escolar. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo a Organização Mundial da Saúde, crianças e adolescentes devem praticar ao menos 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa. Para isso, o relatório recomenda:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estimular a prática de esportes e atividades físicas desde a primeira infância;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Garantir aulas de educação física regulares e de qualidade nas escolas;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ampliar o acesso a espaços públicos seguros e adequados para a prática esportiva;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Reduzir o tempo de tela e promover hábitos mais ativos no cotidiano das crianças;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Engajar famílias e comunidades na criação de rotinas que incentivem o movimento diário.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE, os dados refletem um alerta sobre os níveis crescentes de inatividade física entre crianças e adolescentes. “O sedentarismo infantil é um dos grandes desafios de saúde pública da atualidade. Enfrentar esse cenário exige uma mobilização conjunta do poder público, das escolas, das famílias e da sociedade como um todo, para que o movimento e a atividade física voltem a fazer parte da rotina das novas gerações.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/little-brother-and-sister-relaxing-on-couch-with-g-2024-11-11-01-17-10-utc.jpg" length="347876" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 18:39:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/criancas-e-jovens-obesos-superam-desnutridos</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/little-brother-and-sister-relaxing-on-couch-with-g-2024-11-11-01-17-10-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pirataria causa prejuízo bilionário no futebol brasileiro</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pirataria-causa-prejuizo-bilionario-no-futebol-brasileiro</link>
      <description>A pirataria é um dos maiores inimigos do futebol brasileiro, causando prejuízos bilionários para os clubes e para o governo, entenda as consequências do problema.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impacto na movimentação financeira do esporte ultrapassa R$10 bilhões 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pirataria é um dos maiores problemas do cenário esportivo brasileiro. Seja por meios digitais ou físicos, a falsificação gera prejuízos bilionários no país. No caso do futebol, o sistema pay-per-view deixa de arrecadar mais de R$500 milhões anualmente por conta de transmissões pirateadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O problema também atinge o ambiente público, já que o Governo Federal deixa de arrecadar mais de R$2 bilhões por ano em impostos. Tudo isso representa uma redução de R$10 bilhões na movimentação financeira de clubes e instituições que controlam o futebol no Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pirataria não afeta apenas o futebol
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com um estudo encomendado pela ÁPICE, e produzido pelo IEMI, a pirataria é um problema que afeta o ecossistema do esporte brasileiro como um todo. Somente em 2023, mais de 173 milhões de produtos falsificados foram comercializados no país, o que representa cerca de 30% do mercado esportivo nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira os números por categoria: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Vestuário:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             127,6 milhões de peças.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Calçado:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             19,2 milhões de pares.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Camisas de time:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             16,4 milhões de peças.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Óculos:
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             10,2 milhões de pares.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diretor executivo da ÁPICE, Renato Jardim, ressalta a importância de combater a falsificação e proteger os direitos de propriedade intelectual no Brasil: “A pirataria no esporte brasileiro é um problema estrutural que vai muito além das perdas financeiras para clubes e marcas. Estamos falando de um impacto que tira bilhões da economia formal, enfraquece o desenvolvimento do setor e compromete a experiência de toda a população que deseja praticar o esporte com segurança. É preciso encarar esse cenário com seriedade e buscar soluções integradas para proteger não apenas o esporte, mas toda a cadeia econômica que ele movimenta.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade em geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-man-watching-soccer-game-on-tv-football-gam-2025-03-12-21-35-14-utc.jpg" length="238737" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:58:44 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pirataria-causa-prejuizo-bilionario-no-futebol-brasileiro</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-man-watching-soccer-game-on-tv-football-gam-2025-03-12-21-35-14-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-man-watching-soccer-game-on-tv-football-gam-2025-03-12-21-35-14-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Global Padel Report 2025: relatório mostra o crescimento mundial do Padel</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/crescimento-mundial-do-padel</link>
      <description>Dados do Global Padel Report mostram o crescimento da modalidade em todos o mundo!</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Modalidade já conta com mais de 50 mil quadras em todo o mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O padel vem se tornando cada vez mais uma tendência global. O relatório da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Global Padel Report,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           produzido pela Playtomi em parceria com a PWC,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mostrou que, em 2024, mais de 3.200 novos clubes foram inaugurados, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. Além disso, o número de quadras para a prática da modalidade chegou a mais de 50 mil em todo o mundo, com previsão de alcançar 81.555 até 2027. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro dado importante do estudo é o aumento da quantidade de instalações, atingindo sete mil. Isso representa uma comunidade cada vez mais unida, adepta e fiel ao esporte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, os números também são promissores e mostram uma consolidação importante do padel. De acordo com a Confederação Brasileira de Padel, são inauguradas três novas quadras por dia voltadas para a prática da modalidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todo esse crescimento do padel, em conjunto com índices de fidelização superiores a 90%, demonstram que o esporte já se consolidou globalmente, reunindo atributos importantes e necessários para pleitear uma vaga no Programa Olímpico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diretor executivo da ÁPICE, Renato Jardim, ressalta alguns benefícios importantes do crescimento da modalidade. “O avanço do padel no Brasil e no mundo é muito mais do que números impressionantes. Esse crescimento amplia o acesso, fomenta a formação de novos atletas, fortalece a economia do esporte e cria uma comunidade cada vez mais engajada. No Brasil, com três novas quadras inauguradas por dia, a modalidade se consolida e se aproxima de um patamar olímpico.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multiracial-group-of-happy-friends-playing-pickleb-2024-12-13-18-21-40-utc.jpg" length="267001" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:00:37 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/crescimento-mundial-do-padel</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multiracial-group-of-happy-friends-playing-pickleb-2024-12-13-18-21-40-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multiracial-group-of-happy-friends-playing-pickleb-2024-12-13-18-21-40-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisas mostram o aumento do interesse das mulheres pelo esporte</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisas-mostram-o-aumento-do-interesse-das-mulheres-pelo-esporte</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, as 30 modalidades mais populares cresceram 20% desde 2020
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O interesse das mulheres pelo esporte vem crescendo ao redor do mundo. De acordo com o relatório
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Women and Sports
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , produzido pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ibope Repucom
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , no Brasil, o interesse médio feminino pelas 30 modalidades esportivas mais populares no país aumentou em 20% desde 2020. Esse crescimento representa mais do que o dobro em relação aos homens, que foi de 9%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Impulsionado pelo fenômeno de Rayssa Leal, o skate lidera esse crescimento, com 48%, seguido pelo tênis (33%), futebol de areia (31%), futsal (27%) e atletismo (22%). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além disso, segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Deloitte,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o mercado de esportes feminino deve movimentar mais de US$2,3 bilhões mundialmente em 2025. Vale destacar que esses dados representam o dobro de 2024, quando o segmento movimentou US$1,88 bilhão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desses US$2,3 bilhões, cerca de 54% deverá ser gerado por ações comerciais importantes, como patrocínios, parcerias e merchandising, que irão liderar o crescimento com US$1,26 bilhão. Transmissões e bilheterias também ganham mais espaço, com estimativas de US$590 milhões e US$500 milhões, respectivamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os esportes que mais movimentam estão o basquete e o futebol femininos, com as respectivas projeções de receita de US$1,03 bilhão e US$820 milhões. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE, o crescimento do esporte feminino representa uma transformação na nossa sociedade. “O crescimento do interesse das mulheres pelo esporte no Brasil é notável e transformador. Mais do que um fenômeno cultural, trata-se de uma força econômica em expansão, que movimenta bilhões e impulsiona novos negócios. Essa evolução mostra o potencial do esporte feminino como agente de desenvolvimento social e econômico”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/portrait-of-happy-diverse-female-friends-embracing-2025-04-04-04-58-39-utc.jpg" length="566091" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:51:18 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisas-mostram-o-aumento-do-interesse-das-mulheres-pelo-esporte</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/portrait-of-happy-diverse-female-friends-embracing-2025-04-04-04-58-39-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/portrait-of-happy-diverse-female-friends-embracing-2025-04-04-04-58-39-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>PIB do Esporte: setor movimentou R$ 183,4 bilhões na economia brasileira em 2023</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pib-do-esporte</link>
      <description>Estudo inédito desenvolvido pela Sou do Esporte revela que o ecossistema esportivo representou 1,69% do PIB nacional</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo inédito desenvolvido pela Sou do Esporte revela que o ecossistema esportivo representou 1,69% do PIB nacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2023, a cadeia de valor do esporte movimentou R$ 183,4 bilhões no Brasil, equivalente a 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O índice foi superior a outras áreas relevantes, como a cultura, que no mesmo período gerou 1,55% do PIB. O resultado também indica crescimento em relação a 2022, quando o setor esportivo representou 1,67% do PIB, registrando uma alta de 4,1%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os dados integram o Relatório Nacional da Economia do Esporte, estudo inédito lançado em 26 de junho pela Sou do Esporte, em parceria com a consultoria Ernst &amp;amp; Young (EY). O objetivo da pesquisa é mensurar o impacto econômico e social do setor esportivo brasileiro, ampliando a compreensão sobre sua relevância para o desenvolvimento do país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Geração de Empregos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da contribuição para o PIB, a movimentação do ecossistema esportivo foi responsável por gerar 3,3 milhões de empregos formais diretos e indiretos no país. Os segmentos com maior contribuição para tal feito foram comércio de artigos esportivos (52%), atividades recreativas (25%), indústria (13%) e mídia e publicidade (7%). Em comparação com 2022, houve crescimento de 1,5%, quando foram registrados 3,25 milhões de empregos no setor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Potencial de Retorno do Esporte
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O relatório também se dedica a demonstrar a ampla capacidade de retorno e extensão dos impactos do esporte sobre diversos segmentos da economia. Para cada R$ 1 investido pelo setor privado em práticas esportivas, foram gerados R$ 23,36 adicionais em todos os demais grupos da cadeia de valor do esporte. Este número correspondeu a um aumento nominal de 7% em relação ao ano anterior. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O potencial de propagação da atividade econômica gerada pelo ecossistema esportivo também dimensionou o efeito de iniciativas públicas. Neste âmbito, para cada R$ 1 oriundo de recursos governamentais – Lei de Incentivo ao Esporte, Lei Agnelo/Piva, Secretarias e Desporto Militar – foram gerados R$ 12,83 adicionais no restante da cadeia produtiva do esporte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo os responsáveis pela pesquisa, os números reforçam o papel estratégico do esporte não apenas como política pública de bem-estar, inclusão e saúde, mas também como motor relevante da economia brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “O esporte precisa ser compreendido como um ativo estratégico para o Brasil. Os dados mostram que ele movimenta mais de R$ 180 bilhões por ano, gera milhões de empregos e tem um enorme poder de retorno econômico e social — tanto para a iniciativa privada quanto para o setor público. Isso nos obriga a olhar para o esporte não apenas como uma ferramenta de lazer ou performance, mas como um dos grandes vetores de desenvolvimento do país. Investir em esporte é investir em saúde, educação, inclusão, economia e futuro. A ÁPICE acredita nisso e trabalha todos os dias para fortalecer essa visão no Brasil." Renato Jardim, Diretor executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O relatório completo está disponível para download por meio do link disponibilizado pela Sou do Esporte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe86VIEmu-hGhvlL8eSGdBZgEWr-IlKQZC4cL_TQVomimZW4Q/viewform" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            CLIQUE AQUI
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-variety-of-sports-equipment-including-an-america-2025-01-09-21-54-59-utc.jpg" length="575248" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 19:05:22 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pib-do-esporte</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-variety-of-sports-equipment-including-an-america-2025-01-09-21-54-59-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-variety-of-sports-equipment-including-an-america-2025-01-09-21-54-59-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tênis de mesa em alta: entenda a modalidade que consagrou Hugo Calderano campeão mundial</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/tenis-de-mesa-em-alta</link>
      <description>Além do título inédito para o Brasil, o brasileiro se tornou o primeiro não-asiático, ou europeu, a vencer a Copa do Mundo de tênis de mesa</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do título inédito para o Brasil, o brasileiro se tornou o primeiro não-asiático, ou europeu, a vencer a Copa do Mundo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tênis de mesa do Brasil chegou ao topo do mundo com o título de Hugo Calderano na Copa do Mundo da modalidade. O brasileiro venceu o chinês Lin Shidong, líder do ranking mundial, por 4 a 1, garantindo um título inédito para o Brasil. Além disso, Calderano se tornou o primeiro jogador não-asiático ou europeu a conquistar a competição. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que, nas Olimpíadas de Paris, Hugo já havia feito história para o tênis de mesa brasileiro, alcançando uma semifinal inédita e garantindo a melhor campanha do país na história dos jogos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas qual a origem do tênis de mesa e como esse esporte vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil? Entenda: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Origem do tênis de mesa 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Popularmente conhecido no Brasil como pingue-pongue, a modalidade surgiu na Inglaterra, no século XIX. A princípio, o tênis de mesa aparece como uma alternativa ao tênis de campo, já que pode ser praticado em um ambiente fechado. No Brasil, o esporte chegou em 1905, sendo trazido por turistas ingleses. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos Jogos Olímpicos, o tênis de mesa foi incluído em 1988, nas Olimpíadas de Seul, na Coreia do Sul. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Benefícios do tênis de mesa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de uma paixão mundial, o tênis de mesa traz consigo uma série de benefícios para o corpo e para a mente: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Melhorando a coordenação motora; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estimulando o raciocínio e concentração; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Queimando calorias;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Promovendo a saúde cardiovascular; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumentando o bem-estar mental. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tênis de mesa no Brasil 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui no Brasil, o pingue-pongue ganha cada vez mais praticantes. Desde 2020, o número de pessoas jogando tênis de mesa aumentou 211%. O número de jogadores registrados chegou a nove mil e a meta até 2028 é de 50 mil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que, com incentivos, estruturas e políticas públicas, a modalidade pode atingir ainda mais praticantes em todo o país.  Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE destaca a importância do crescimento da modalidade no Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O crescimento do tênis de mesa no Brasil é reflexo direto da inspiração que atletas como Hugo Calderano proporcionam. É uma conquista que movimenta o esporte nacional, atrai novos praticantes e mostra como o investimento em modalidades menos tradicionais pode gerar grandes resultados. Precisamos aproveitar esse momento para incentivar ainda mais a prática e a estruturação do tênis de mesa em todo o país.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-tennis-rackets-and-ball-against-net-on-table-2024-11-30-01-56-56-utc.jpg" length="165831" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 06 May 2025 17:23:53 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/tenis-de-mesa-em-alta</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-tennis-rackets-and-ball-against-net-on-table-2024-11-30-01-56-56-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-tennis-rackets-and-ball-against-net-on-table-2024-11-30-01-56-56-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Sedentarismo causa mais de 300 mil mortes no Brasil todos os anos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/sedentarismo-causa-300-mil-mortes-no-brasil-todos-os-anos</link>
      <description>De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 47% da população do país é inativa fisicamente.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dados da OMS apontam que a inatividade física pode levar 500 milhões de pessoas a morte até 2030
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sedentarismo da população brasileira é um tema que tem gerado cada vez mais debates. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 47% da população do país é inativa fisicamente. Esses números causam cerca de 300 mil mortes no Brasil todos os anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, dados divulgados pela OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que, mundialmente, o sedentarismo causa cinco milhões de mortes anuais. Vale destacar que a organização também projeta que 500 milhões de pessoas podem desenvolver sérias doenças até 2030, tendo como causa a inatividade física. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É importante ressaltar que o sedentarismo não é o fator direto, mas sim, um dos causadores dos altos níveis de mortalidade e do desenvolvimento de doenças não transmissíveis, uma vez que a falta da prática regular de esportes pode levar as pessoas a desenvolverem doenças cardíacas, diabetes, pressão alta, obesidade e outras condições preocupantes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, destaca a importância de virar esse jogo. “O sedentarismo é uma ameaça silenciosa à saúde da nossa população. Precisamos encarar a atividade física como uma prioridade nacional, integrando políticas públicas, educação e conscientização para reverter esse quadro alarmante. Promover o movimento é salvar vidas e garantir um futuro mais saudável para o Brasil.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A OMS recomenda que os adultos pratiquem de 150 a 300 minutos de atividades físicas por semana, alternando a intensidade entre moderada e com mais vigor. Junte-se a ÁPICE na luta por um Brasil mais ativo fisicamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-watching-tv-on-the-sofa-2025-02-10-11-45-30-utc.jpg" length="342060" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 18:59:05 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/sedentarismo-causa-300-mil-mortes-no-brasil-todos-os-anos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-watching-tv-on-the-sofa-2025-02-10-11-45-30-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-watching-tv-on-the-sofa-2025-02-10-11-45-30-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil acende alerta vermelho para obesidade infantil e projeta cenário preocupante até 2030</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/obesidade-infantil</link>
      <description>Até 2030, o Brasil pode ocupar a 5ª posição no ranking mundial de obesidade infantil</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dados indicam que o país pode ocupar a 5º lugar no ranking global de obesidade infantil até 2030
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil vive uma escalada preocupante nos índices de obesidade infantil. Dados recentes do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan) mostram que, em 2023, 14,2% das crianças com menos de cinco anos apresentavam sobrepeso ou obesidade. Com a projeção de que o país ocupe o 5º lugar no ranking global de obesidade infantil até 2030, o Governo Federal decidiu agir: anunciou a redução gradual do limite de alimentos processados nas escolas públicas, com meta de 15% em 2025 e 10% até 2026.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A medida visa enfrentar um problema que vai além das estatísticas. A alimentação inadequada, combinada ao sedentarismo, tem se tornado uma combinação perigosa para a saúde das crianças brasileiras. De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade e a Organização Mundial da Saúde (OMS), o cenário é crítico: atualmente, 14,3% das crianças entre 2 e 4 anos têm sobrepeso. Na faixa etária de 5 a 9 anos, o número saltou para 29,3%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especialistas alertam que o estilo de vida atual, com cada vez mais tempo dedicado a telas e menos à prática de atividades físicas, é um dos principais vilões. O sedentarismo infantil está diretamente ligado ao aumento do peso e, consequentemente, ao risco de doenças crônicas na vida adulta, como diabetes tipo 2 e enfermidades cardiovasculares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além dos impactos físicos, a obesidade infantil traz prejuízos emocionais e sociais. Crianças com excesso de peso podem enfrentar bullying, baixa autoestima e dificuldades de socialização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diante desse quadro, especialistas defendem ações conjuntas: políticas públicas consistentes, programas de educação nutricional e envolvimento direto das famílias e escolas na mudança de hábitos alimentares e de comportamento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Combater a obesidade na infância é uma urgência de saúde pública. Precisamos promover uma mudança cultural que envolva alimentação saudável, prática de atividade física e mais esporte nas escolas. A ÁPICE entende que o esporte é um caminho essencial para um futuro mais saudável”, afirma Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/theyve-got-strong-team-spirit-portrait-of-happy-c-2025-04-06-11-08-18-utc.jpg" length="260278" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 19:19:34 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/obesidade-infantil</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/theyve-got-strong-team-spirit-portrait-of-happy-c-2025-04-06-11-08-18-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/theyve-got-strong-team-spirit-portrait-of-happy-c-2025-04-06-11-08-18-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE divulga relatório anual com dados exclusivos sobre o mercado esportivo no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-em-foco-2025</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Edição de 2025 do ÁPICE em Foco reforça impacto econômico da indústria esportiva e desafios para o desenvolvimento do setor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A quinta edição do ÁPICE em Foco já está no ar. O relatório anual, realizado em parceria com a consultoria Mosaiclab, apresenta um panorama detalhado do desempenho do setor esportivo no Brasil e traz dados exclusivos sobre faturamento, exportações, geração de empregos e investimentos, além de reforçar os desafios do setor e as iniciativas da entidade em prol do fortalecimento do ecossistema esportivo no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os resultados são extremamente valiosos, oferecendo insights cruciais para avaliação e monitoramento do mercado. Além disso, são fundamentais para auxiliar no planejamento e na tomada de decisões estratégicas das empresas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesta edição, o documento demonstra que, economicamente, o setor esportivo apresentou um crescimento expressivo em 2023 e no primeiro semestre de 2024. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No entanto, a inatividade física segue como uma preocupação global. Segundo a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Organização Mundial da Saúde (OMS)
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           31% dos adultos e 81% dos adolescentes não atingem os níveis recomendados de atividade física
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , sendo que, no Brasil, a situação é ainda mais crítica. Para a ÁPICE, garantir o acesso ao esporte e incentivar a prática de atividades físicas é fundamental para a saúde pública e o desenvolvimento econômico do país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A inatividade física é um alerta para governos e empresas. É essencial promover políticas que incentivem o acesso ao esporte e tornem os produtos esportivos acessíveis à população", afirma 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destaques do Setor Esportivo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2023, os associados da ÁPICE alcançaram um faturamento de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           R$ 13,7 bilhões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um crescimento de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           26% em relação a 2022
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . No primeiro semestre de 2024, o faturamento bruto registrou alta de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           5% em comparação ao mesmo período do ano anterior
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , chegando a 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           R$ 5,6 bilhões
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relação ao volume de vendas, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           88,26 milhões de peças foram comercializadas em 2023
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , um aumento de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4% em relação ao ano anterior
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , enquanto no primeiro semestre de 2024 houve uma queda de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           8%
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , totalizando 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           34,21 milhões de peças vendidas
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O setor também apresentou crescimento na geração de empregos, com um aumento de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2% no número de trabalhadores
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            no primeiro semestre de 2024, refletindo o impacto positivo da indústria na economia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo diante de desafios como a alta carga tributária, os investimentos do setor cresceram 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1% em 2023
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           4% no primeiro semestre de 2024
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , impulsionando a expansão de fábricas, lojas e iniciativas de inovação, além de fortalecer áreas como patrocínios, marketing, pesquisa e desenvolvimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE segue comprometida com o desenvolvimento do setor esportivo por meio de ações estratégicas em áreas como comércio exterior, combate ao mercado ilícito, regulatório, sustentabilidade, fiscal e inteligência. Todos os destaques da agenda de atuação da entidade são apresentados neste relatório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o ÁPICE em Foco?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE, em colaboração com a consultoria Mosaiclab, elabora um relatório anual que apresenta uma variedade de indicadores de perfil e desempenho do setor. Esta pesquisa primária é realizada exclusivamente entre as empresas associadas, assegurando a confidencialidade dos dados individuais mediante um processo rigoroso de coleta e análise de informações e disponibilizando resultados profundamente oportunos para o planejamento e tomada de decisões estratégicas das empresas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ter acesso a todos os dados do setor esportivo, acesse: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, é formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Fundada em 2010, tem o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade de forma geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A entidade trabalha pela inovação e qualidade dos produtos esportivos, permitindo ao consumidor local o acesso aos melhores padrões mundiais. Acreditamos na valorização do setor de produtos esportivos para democratizar o acesso ao esporte e levar o melhor aos cidadãos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para mais informações, entre em contato com a ÁPICE: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim | Diretor Executivo da ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="mailto:renato@apicebrasil.org.br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           renato@apicebrasil.org.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="tel:+5511985886039" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           +55 11 98588-6039
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/mockup+%281%29.png" length="429316" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 19 Mar 2025 19:39:38 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conheça 5 esportes que são tendência em 2025</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/5-esportes-tendencia-para-2025</link>
      <description>Conheça alguns esportes que estão ganhando cada vez mais praticantes e são tendências para 2025</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Da rua a areia, sair do sedentarismo é a ordem para este ano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns esportes estão ganhando cada vez mais força no Brasil.  Destacamos, a seguir, modalidades que prometem ganhar muitos praticantes em 2025. Independente do exercício escolhido, o importante é sair do sedentarismo e praticar atividades físicas com regularidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, de acordo com um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 47% da população adulta no país é sedentária. Entre os mais jovens, o cenário é ainda mais alarmante, chegando a 84%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale ressaltar que, a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda a prática de, no mínimo, 150 minutos de atividades físicas por semana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Portanto, selecionamos cinco modalidades que serão tendência para 2025. Confira: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esportes com raquetes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os esportes com raquetes já são realidade no Brasil. No entanto, algumas modalidades novas, como o Padel, prometem ganhar ainda mais praticantes em 2025. Em sua grande maioria, os esportes com raquetes ajudam a desenvolver o equilíbrio, coordenação motora e agilidade. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Triathlon
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Combinando três modalidades - natação, ciclismo e corrida -, o triathlon vem ganhando cada vez mais popularidade, caracterizando-se como um esporte que requer muito treino e resistência física. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pilates
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Considerado um exercício de baixo impacto, o pilates usa o peso do próprio corpo para executar uma série de movimentos, fazendo com que a pessoa praticante trabalhe todo o seu corpo. Considerada uma das modalidades mais completas, o pilates ajuda no ganho de flexibilidade, alívio do estresse, da tensão e na regulação do sono. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corrida
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo uma modalidade praticada ao ar livre, a corrida ajuda a melhorar todo o sistema respiratório e na queima de calorias. Por ser uma prática flexível, podendo ser feita de diversas formas e intensidades, o esporte vem ganhando muitos adeptos ao longo dos anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hyrox
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Muito semelhante ao crossfit, o Hyrox é uma modalidade originada na Alemanha, em 2017. A prática trabalha com os músculos de todo o corpo, intercalando corrida e exercícios funcionais. Apesar de não ter tanta técnica envolvida, o Hyrox é um esporte de muita intensidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-mature-women-doing-excercise-pilates-and-2023-11-27-05-27-42-utc.jpg" length="265534" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 13:13:54 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/5-esportes-tendencia-para-2025</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-mature-women-doing-excercise-pilates-and-2023-11-27-05-27-42-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-mature-women-doing-excercise-pilates-and-2023-11-27-05-27-42-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conselho Europeu reforça alerta sobre sedentarismo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/conselho-europeu-reforca-sedentarismo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Órgão propõe medidas de prevenção, destaca importância da atividade física e alerta para altos índices de inatividade física
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em dezembro de 2024, o Conselho Europeu ressaltou um pedido contundente para ajudar na prevenção de doenças cardiovasculares. O órgão propôs uma série de medidas focadas em diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação. Além disso, a entidade enfatizou a importância da prática de atividades físicas regulares durante o processo, sendo uma das ferramentas mais eficazes para a prevenção e a redução de gastos públicos voltados para o problema. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que as doenças cardiovasculares constituem uma das principais causas de morte na Europa. Geralmente, esse tipo de condição está associada a um problema global, o sedentarismo. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 30% dos adultos em todo o mundo são fisicamente inativos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, o cenário é igualmente preocupante. Conforme dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 47% dos adultos do país são sedentários. Entre os jovens, o número é ainda mais alarmante, com uma porcentagem de 84%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para amenizar o problema, a recomendação do Conselho Europeu é de um trabalho intenso para melhorar a educação em saúde, conscientização e campanhas contra o uso de tabaco, consumo de álcool e o sedentarismo.Vale ressaltar, que a recomendação da OMS é a prática de, no mínimo, 150 minutos de atividade física por semana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, além de soluções governamentais voltadas para a saúde pública, o incentivo à prática de esportes é crucial. “A atividade física regular é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças cardiovasculares, reduzindo fatores de risco como hipertensão, obesidade e colesterol elevado. Precisamos de mais políticas e iniciativas que promovam o esporte como um pilar essencial da saúde preventiva.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/neck-pain-osteochondrosis-student-stretching-her-2025-01-09-03-20-55-utc.jpg" length="199116" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 12:28:52 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/conselho-europeu-reforca-sedentarismo</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/neck-pain-osteochondrosis-student-stretching-her-2025-01-09-03-20-55-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/neck-pain-osteochondrosis-student-stretching-her-2025-01-09-03-20-55-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Beach Tennis: o esporte do verão que conquistou os brasileiros</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/beach-tennis-esporte-do-verao</link>
      <description>Descubra os benefícios do beach tennis, esporte inclusivo que já conta com 1,1 milhão de praticantes no Brasil</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Descubra os benefícios do beach tennis, esporte inclusivo que já conta com 1,1 milhão de praticantes no Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O beach tennis é um esporte que cada vez mais conquista o coração dos brasileiros. Segundo a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), nos últimos anos, o número de praticantes triplicou no país, atingindo 1,1 milhão de adeptos em todo o território nacional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos grandes diferenciais do esporte é ser inclusivo, fácil de jogar e socializante, além de suas regras serem simples de aprender. Vale destacar que todos esses fatores contribuem para que o beach tennis seja uma modalidade jogada por pessoas de todas as faixas etárias e níveis de habilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE destaca algumas razões para o crescimento da modalidade no Brasil. “O beach tennis é um fenômeno no Brasil, com o número de praticantes crescendo de forma exponencial nos últimos anos. O que mais me chama a atenção é como ele combina acessibilidade e benefícios incríveis: é fácil de aprender, inclusivo para todas as idades e, ao mesmo tempo, proporciona uma melhora significativa na saúde física e mental dos praticantes. Esse equilíbrio entre diversão e qualidade de vida é o que torna o esporte tão especial.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de tudo isso, o beach tennis traz uma série de benefícios para o corpo e para a mente. Conheça alguns deles: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trabalho aeróbico e nas articulações 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O beach tennis é praticado na areia fofa e, por conta disso, a modalidade reduz os impactos causados nos joelhos, tornozelos e na coluna, diminuindo os riscos de dores e lesões. Além disso, toda a movimentação que o esporte exige na quadra resulta em um ótimo trabalho aeróbico, o que contribui para melhorar o condicionamento cardiovascular. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Força física e mental 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O beach tennis ajuda a melhorar diversos aspectos do corpo humano, sejam eles físicos ou mentais. Saltar e agachar, além da movimentação constante na areia, contribuem para o ganho de força na região das pernas e do core (abdômen, lombar e coluna). A modalidade também estimula diversas regiões do cérebro responsáveis pela nossa coordenação motora. Esse processo ajuda a prevenir algumas doenças mentais, como o Alzheimer, por exemplo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-match-greeting-2024-10-18-23-08-07-utc.jpg" length="339529" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 19:24:12 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/beach-tennis-esporte-do-verao</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-match-greeting-2024-10-18-23-08-07-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-match-greeting-2024-10-18-23-08-07-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prática Alarmante: Confira 5 dicas para se proteger da pirataria</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/dicas-contra-pirataria</link>
      <description>A pirataria representa uma série de riscos para a população. Veja dicas de como se proteger:</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A pirataria é uma prática alarmante que está cada vez mais presente na vida de todos os brasileiros, seja no caso de produtos falsificados, como camisas de time, ou no caso das
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/os-altos-custos-da-pirataria-entidades-da-europa-e-america-do-sul-demonstram-preocupacao-com-o-crescimento-do-mercado-ilegal" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           transmissões piratas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . Em um ano como 2024, que sediou eventos como a Eurocopa, Copa América e as
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/giro-olimpico" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Olímpiadas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , as transmissões pirateadas ganharam uma importante lupa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Qual o prejuízo gerado pela pirataria? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um relatório apresentado por uma empresa de cibersegurança americana (State of the Internet Akama), destacou que o Brasil é um 5º país no mundo que mais consome conteúdo pirata. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por conta disso, de acordo com o Anuário da Associação Brasileira de Combate à Falsificação, o Brasil perdeu cerca de R$345 bilhões só em 2022 devido a pirataria. Além disso, levando em conta apenas as TVs por assinatura, o prejuízo bateu R$12 bilhões. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quais os riscos da pirataria? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Além dos prejuízos financeiros, a pirataria também pode ser a porta de entrada para crimes virtuais. Normalmente, sites clandestinos hospedam ameaças, como o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ibm.com/br-pt/topics/phishing" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           phishing
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.mcafee.com/pt-br/antivirus/malware.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           malware
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , além do risco de roubos de dados dos usuários. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo dados da Symantec, 54 pessoas são vítimas de crimes virtuais no Brasil a cada minuto, muitos desses golpes tendo início em sites piratas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pirataria é considerada crime no Brasil? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sim, a pirataria é um crime, constando inclusive no Código Penal brasileiro no artigo 184. Caso comprovado, os responsáveis podem ser condenados a até quatro anos de prisão, além de um pagamento de multa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como se proteger da pirataria? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora sim, confira 5 dicas para se proteger da pirataria e manter-se longe dos criminosos virtuais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Evite Sites Piratas:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prefira plataformas legais para evitar exposição a vírus e roubo de dados.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Use uma VPN:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             A VPN protege sua privacidade e aumenta a segurança, especialmente em redes públicas.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mantenha Antivírus Atualizado: Proteja-se de malwares mantendo um antivírus atualizado e fazendo varreduras regulares.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desconfie de Ofertas Muito Baratas: Preços muito baixos podem indicar produtos falsificados ou golpes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Eduque-se sobre Segurança Online:
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Conhecer práticas seguras ajuda a identificar e evitar ameaças da pirataria.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/hooded-computer-hacker-working-on-desktop-pc-compu-2023-11-27-04-49-26-utc.jpg" length="225762" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 20:42:38 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/dicas-contra-pirataria</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/hooded-computer-hacker-working-on-desktop-pc-compu-2023-11-27-04-49-26-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/hooded-computer-hacker-working-on-desktop-pc-compu-2023-11-27-04-49-26-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Esportes com raquetes ajudam a prolongar a vida e a saúde mental da população</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/esportes-com-raquetes</link>
      <description>Os esportes com raquetes são fundamentais para um vida longa e uma boa saúde mental. Entenda todos os benefícios.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Modalidades como o tênis e o badminton podem prolongar a expectativa de vida em até 10 anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O esporte traz uma série de benefícios à saúde. No entanto, há uma categoria esportiva específica que pode não só ajudar a ter uma vida saudável, como também a viver mais: os esportes com raquetes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um exemplo disso é Ni Xia Lian, uma jogadora chinesa de tênis de mesa de 61 anos. Recentemente, nos Jogos Olímpicos de Paris, ela se tornou a pessoa mais velha a vender uma partida da modalidade nas Olimpíadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entenda os benefícios dos esportes com raquetes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mas por que os esportes com raquete são tão benéficos? Um estudo publicado pelo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           British Journal of Sports Medicine
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            destacou que as pessoas que praticam algum desses esportes regularmente possuem 47% menos chances de mortalidade, em comparação com pessoas fisicamente inativas. Este número é 20% maior do que a natação, que ocupou o segundo lugar do ranking, com uma taxa de redução na mortalidade de 28%. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, os esportes com raquete também diminuem  os riscos de doenças cardiovasculares, derrames e ataques cardíacos em  56%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos esportes com raquete, qual o melhor?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda de acordo com os estudos, o tênis foi considerado o melhor dos esportes com raquete. Isso porque a modalidade pode aumentar sua expectativa de vida em uma média de praticamente 10 anos. Na sequência vem o badminton, que pode aumentar a expectativa de vida em 6,2 anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ademais, esportes como o tênis, tênis de mesa e o squash ajudam a melhorar a saúde cognitiva dos jogadores, pois exigem coordenação física e mental, além de melhorarem o equilíbrio, agilidade, reflexos, concentração e o estado de alerta mental. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2023-11-27-05-34-02-utc.jpg" length="327147" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 20:14:17 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/esportes-com-raquetes</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2023-11-27-05-34-02-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2023-11-27-05-34-02-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Paralímpiadas de Paris 2024: Brasil bate recordes e termina os Jogos com seu melhor desempenho na história</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/paralimpiadas-de-paris</link>
      <description>Time Brasil se consolida como uma potência e fecha os Jogos no top-5 pela primeira vez na história das Paralímpiadas</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Time Brasil se consolida como uma potência e fecha os Jogos no top-5 pela primeira vez
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No último dia 8 de setembro, as Paralímpiadas de Paris 2024 foram encerradas. O Time Brasil bateu todos os recordes possíveis nos Jogos: Mais medalhas de ouro, 25; mais medalhas conquistadas, 89; e melhor posição no quadro de medalhas, 5º lugar. As principais modalidades foram o atletismo, com 36 pódios, e a natação, com 26 medalhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como destacado, foi a primeira vez na história que o Time Brasil fechou os Jogos Paralímpicos entre os cinco primeiros colocados, com 89 medalhas. As conquistas foram distribuídas entre: 25 ouros; 26 pratas e 38 bronzes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Alguns dos destaques brasileiros foram Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, com três medalhas de ouro na natação. Além disso, o nadador foi eleito pela France2 a maior estrela dos Jogos Paralímpicos de Paris. Ainda na natação, Carol Santiago brilhou nas piscinas, conquistando cinco medalhas, três ouros e duas pratas. Jerusa Geber se destacou no atletismo, conquistando duas medalhas de ouro. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Time Brasil contou com a participação de 280 atletas nas Paralimpíadas. Ao todo, 255 competidores com deficiência foram convocados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Além disso, 19 atletas-guia (18 do atletismo e um do triatlo), três calheiros da bocha, dois goleiros do futebol de cegos e um timoneiro do remo estiveram na França.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Parabenizamos o Time Brasil pelo desempenho incrível nas Paralimpíadas de Paris 2024. Bater recordes de medalhas e alcançar o top-5 no quadro geral é motivo de muito orgulho. A ÁPICE segue apoiando e incentivando todos os atletas brasileiros que nos inspiram com sua dedicação e superação”, Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-racing-wheelchair-with-male-athlete-hand-2023-11-27-05-27-59-utc.jpg" length="340340" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 14:06:08 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/paralimpiadas-de-paris</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-racing-wheelchair-with-male-athlete-hand-2023-11-27-05-27-59-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-racing-wheelchair-with-male-athlete-hand-2023-11-27-05-27-59-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Produção mundial de calçados registra queda no ano de 2023, enquanto produção no Brasil se mantém estável.</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/producao-mundial-de-calcados-registra-queda-no-ano-de-2023-enquanto-producao-no-brasil-se-mantem-estavel</link>
      <description>Dados do relatório The World Footwear Yearbook revelam que a produção mundial de calçados atingiu 22,4 bilhões de pares em 2023, representando um decréscimo de 6% em relação ao ano anterior.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dados do relatório The World Footwear Yearbook revelam que a produção mundial de calçados atingiu 22,4 bilhões de pares em 2023, representando um decréscimo de 6% em relação ao ano anterior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A produção mundial de calçados atingiu 22,4 bilhões de pares no ano de 2023, apontando para uma diminuição de 6 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Os números foram revelados na 14ª edição do relatório
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The World Footwear Yearbook 2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , recém-publicado pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           World Footwear
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , iniciativa da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o estudo, que analisa as principais tendências da indústria global de calçados, a Ásia correspondeu a 87% da produção mundial no ano indicado, apesar da manufatura de calçados no continente ter apresentado uma queda de 7 pontos em relação ao ano anterior. Neste cenário, a China destacou-se como o principal país fabricante do produto, com aproximadamente 55% da produção global. O continente asiático foi seguido pela América do Sul, representando cerca de 5% da produção mundial, África (3,4%), Europa (2,8%), América do Norte (1,5%) e Oceania (sem produção significativa). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em termos de consumo, a Ásia também se mostrou dominante. Somente no ano de 2023, o continente respondeu por mais da metade do consumo global de calçados (54,7%), acima dos 53,2% em 2022. A Europa e a América do Norte aparecem em seguida, com 13,9% e 13,4%, respectivamente. Logo após, encontram-se a África, com uma participação de 10,3% no consumo global do produto, a América do Sul, com 6,8%, e a Oceania (0,9%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda de acordo com o relatório, as exportações mundiais de calçados registaram um declínio anual de 9,1%, totalizando 14 bilhões de pares exportados. O continente asiático consolidou sua posição no comércio global de calçados, com sua participação coletiva aumentando de 83,9% para 84,6%. Ou seja, a participação da Ásia nas exportações é inferior à sua participação na produção global, indicando que a região vem se consolidando em termos de consumo e não apenas de produção.   
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, observou-se uma pequena diminuição de 2,3% na produção de calçados, atingindo 865,6 milhões de pares em 2023. Registrou-se, em menor escala, uma redução em termos de valores, concluindo o ano com a produção de R$33,3 bilhões e uma retração de 1%. Já o consumo aparente de calçados no país registrou estabilidade, passando de 770,1 milhões de pares, em 2022, para 775,6 milhões de pares em 2023. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As exportações brasileiras de calçados decresceram 16,6%, passando de 141,9 milhões para 118,3 milhões de pares exportados em 2023, demonstrando que os calçados produzidos nacionalmente destinaram-se, em grande medida, ao mercado interno. A redução também ocorreu em relação aos valores: em 2023, as exportações somaram aproximadamente US$ 1,16 bilhão, retratando um declínio de 10,9% em relação ao valor constatado em 2022 (US$ 1,31 bilhão). Já as importações brasileiras de calçados apresentaram um desempenho positivo em 2023 tanto em termos de valores (+ 20,6%), quanto em termos de volume (+ 9,8%), totalizando, respectivamente, US$ 442,7 milhões e cerca de 28,4 milhões de pares de calçados importados no ano. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, é possível constatar que as exportações brasileiras são muito superiores às importações, uma vez que, para cada calçado importado no Brasil, mais de quatro pares são exportados. Importante mencionar, ainda, que o volume de calçados importados corresponde a irrelevantes 3,66% do consumo aparente. Ou seja, a cada 100 pares de calçados comercializados no Brasil, 96 foram fabricados localmente, enquanto apenas 4 foram importados, indicando balança comercial extremamente favorável à indústria nacional, além de baixíssima integração do Brasil no comércio global. Tal situação está refletida em uma oferta que não tem diversidade adequada de produtos, deixando o varejo brasileiro menos atrativo para o consumidor, que acaba optando pela compra em marketplaces internacionais e prejudicando, assim, toda a cadeia de valor no país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O mercado nacional de calçados esportivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção de calçados do segmento esportivo no Brasil apresentou performance superior em comparação aos demais segmentos do setor, registrando um ligeiro resultado negativo de 1,2%. No total, 80,6 milhões de pares de calçados esportivos foram produzidos no país em 2023. O consumo nacional aparente de calçados esportivos também apresentou estabilidade, com um resultado positivo de 0,4%, passando de 82,7 milhões de pares, em 2022, para 83,1 milhões em 2023. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em termos nominais, o preço médio por par foi de R$ 63,89 (preço na fábrica), representando um crescimento de 4,6%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As importações do segmento esportivo, após queda nos últimos anos, voltaram a se recuperar, demonstrando um importante caminho de retomada para uma oferta mais diversificada com o complemento dos produtos importados no consumo nacional. Apesar da recuperação registrada em 2023, o desempenho ainda não alcançou os volumes históricos e a participação da importação no consumo aparente ainda é muito pouco expressiva, o que aponta para a necessidade de maior integração da economia brasileira no mundo, em especial do segmento esportivo, onde há forte presença e demanda pelas marcas internacionais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em termos de valores, as exportações de calçados esportivos no Brasil apresentaram alta de 42%, aumentando de US$ FOB 68,6 milhões para US$ FOB 97,4 milhões em 2023. As importações também registraram crescimento de 26,7%, passando de US$ FOB 154,3 milhões para US$ FOB 195,5 milhões no ano de 2023. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fontes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            The World Footwear Report 2024 / APICCAPS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Relatório Setorial da Indústria de Calçados 2024 / Abicalçados
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo sobre o Mercado Potencial de Artigos Esportivos no Brasil / IEMI
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elaboração
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/big-workshop-room-at-a-shoe-factory-2023-11-27-05-09-08-utc.jpg" length="485024" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 20:32:45 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/producao-mundial-de-calcados-registra-queda-no-ano-de-2023-enquanto-producao-no-brasil-se-mantem-estavel</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/big-workshop-room-at-a-shoe-factory-2023-11-27-05-09-08-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/big-workshop-room-at-a-shoe-factory-2023-11-27-05-09-08-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Giro Olímpico: Confira os destaques brasileiros da primeira semana das Olimpíadas de Paris</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/giro-olimpico</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os Jogos Olímpicos de Paris estão a todo vapor na capital francesa. Com a conquista de três medalhas de prata e três medalhas de bronze, o Time Brasil segue dando orgulho em diversas modalidades, chegando a 6 medalhas nas Olimpíadas e avançando em busca da tão sonhada medalha de ouro. . 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vale destacar que a equipe brasileira ainda segue viva em inúmeros  esportes, com boas chances de subir no lugar mais alto do pódio. Entre os atletas favoritos, estão: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bia Ferreira (semifinal do torneio de boxe); 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Gabriel Medina (quartas de final do surf);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hugo Calderano (semifinal do tênis de mesa). 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os brasileiros que já subiram no pódio estão: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Willian Lima (Judô): Prata; 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Caio Bonfim (Marcha Atlética): Prata
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rayssa Leal (Skate Street): Bronze
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Larissa Pimentel (Judô): Bronze 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Equipe da ginástica artística: Bronze
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rebeca Andrade (Individual Geral da Ginástica Artística): Prata
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com os resultados, o Brasil ocupa a 29° posição no quadro de medalhas das Olimpíadas*
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A equipe da ÁPICE segue torcendo por todos os atletas do Time Brasil e reiterando os nossos esforços para melhorar as condições de todos os praticantes de atividades esportivas do país, amadores e profissionais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           *Reportagem escrita 14:11 do dia 01/08/2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira o Quadro de Medalhas das Olimpíadas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quadro atualizado no dia 01/08/2024
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/quadro-olimpico.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/quadro-olimpico.png" length="41835" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:00:28 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/giro-olimpico</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/quadro-olimpico.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/quadro-olimpico.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Os altos custos da pirataria: entidades da Europa e América do Sul demonstram preocupação com o crescimento do mercado ilegal</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/os-altos-custos-da-pirataria-entidades-da-europa-e-america-do-sul-demonstram-preocupacao-com-o-crescimento-do-mercado-ilegal</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Perdas financeiras ocasionadas por produtos esportivos contrafeitos e transmissões piratas chegam a 1 bilhão de euros no continente europeu
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/hand-pointing-remote-control-at-tv-with-soccer-mat-2023-11-27-05-30-16-utc.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A preocupação com a pirataria cresce a cada ano na Europa e nas Américas. À medida em que a Europa se organiza para sediar eventos esportivos de grande alcance, como a UEFA Euro, o Tour da França e os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris, a União Europeia (UE) tem enfrentado, cada vez mais, tendências alarmantes que evidenciam o aumento da comercialização de artigos esportivos piratas e de streaming ilegal de esportes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO, na sigla em inglês), milhões de cidadãos da UE acessam ou transmitem conteúdos esportivos de modo ilegal no ambiente digital, enquanto a venda de produtos esportivos contrafeitos resulta em perdas de 850 milhões de euros anualmente, sendo a França o país mais afetado, com mais de 140 milhões em perdas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Importante mencionar que a incidência da pirataria ocorre de maneira significativa entre a população jovem do continente europeu, com idade entre 15 e 24 anos. Segundo o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.euipo.europa.eu/en/publications/ip-perception-study-2023" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Estudo de Percepções sobre Propriedade Intelectual do EUIPO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , 12% dos cidadãos europeus acessam ou transmitem conteúdo esportivo proveniente de fontes ilegais online. No entanto, este número sobe para 27% quando mensurado entre os jovens de 15 a 24 anos de idade. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em relação ao consumo de artigos esportivos, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.euipo.europa.eu/en/publications/intellectual-property-and-youth-scoreboard-2022-qualitative-analysis-additional-dimension-on-music" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Painel de Avaliação da Propriedade Intelectual e da Juventude do EUIPO
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            demonstrou que 10% dos jovens da União Europeia admitem ter comprado produtos esportivos falsificados intencionalmente, enquanto 7% dos entrevistados relataram a compra de artigos contrafeitos de maneira acidental. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na América do Sul, os dados são igualmente alarmantes. De acordo com pesquisa da ALIANZA, 23% dos mais de 81 milhões de usuários acessam a TV por assinatura por meios ilegais na América Latina e Caribe. Nos Estados Unidos, a vice-presidente da Major League Soccer (MSL), principal liga de futebol profissional masculino entre clubes do país, destacou que a indústria esportiva movimentou US$ 55 bilhões em 2023, mas perdeu US$ 28 bilhões devido à pirataria, mais da metade do que foi faturado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste contexto, o Brasil figura como o principal desafio do continente. Segundo estudo encomendado pela ÁPICE, e realizado pelo IEMI, aproximadamente 30% do mercado de artigos esportivos no país é composto por produtos piratas, representando a comercialização de mais de 170 milhões de unidades falsificadas apenas no ano de 2023. Esta prática ilegal resultou em um prejuízo de R$22 bilhões para as marcas esportivas, gerando a perda de milhares de empregos formais e um dano de R$5 bilhões em impostos não pagos aos cofres públicos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas quais as potenciais soluções para esse problema? Uma operação feita pela Grécia e Espanha, chamada Fake Star, resultou na apreensão de oito milhões de artigos esportivos piratas, avaliados em mais de 120 milhões de euros. Já na Itália, a Série A, organizadora do campeonato local de futebol, lançou uma campanha antipirataria, destacando os malefícios da pirataria, especialmente na perda de milhares de empregos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE destaca a importância de combater o problema. “A pirataria tem crescido exponencialmente tanto na Europa quanto na América, impactando severamente a indústria esportiva. No Brasil, a atuação coordenada entre órgãos municipais, estaduais e federais é essencial para a efetiva fiscalização, identificação e diminuição da incidência da venda de produtos esportivos piratas nos ambientes físico e digital, contribuindo para combater esse problema que ameaça bilhões em receitas e milhares de empregos.", finaliza. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE - Associação pela Indústria e Comércio Esportivo - é uma entidade formada por grandes empresas do setor de produtos esportivos do mundo. Embora nossos associados possuam um modelo de negócio global, nosso principal objetivo é trabalhar pelo desenvolvimento do mercado esportivo do Brasil.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/hand-pointing-remote-control-at-tv-with-soccer-mat-2023-11-27-05-30-16-utc.jpg" length="111215" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 Jul 2024 18:16:50 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/os-altos-custos-da-pirataria-entidades-da-europa-e-america-do-sul-demonstram-preocupacao-com-o-crescimento-do-mercado-ilegal</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Níveis de inatividade física da população adulta atingem o patamar mais alto de todos os tempos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/niveis-de-inatividade-fisica-da-populacao-adulta-atingem-o-nivel-mais-alto-de-todos-os-tempos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Indústrias de artigos esportivos e fitness do setor privado clamam por ações urgentes e coordenadas para enfrentar a crescente crise de inatividade física
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/unnamed.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novos dados divulgados hoje (26 de junho de 2024) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o aumento dos níveis de inatividade física estão motivando gigantes dos artigos esportivos e fitness a se unirem para enfrentar essa tendência alarmante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Novos dados revelam que
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            31% dos adultos estão inativos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             e não estão atingindo os níveis recomendados de atividade física (apenas 150 minutos de exercício moderado por semana).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Se essa tendência de inatividade continuar,
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            os níveis globais de inatividade física deverão subir para 35% até 2030
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             (de 26% em 2010).
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Há uma lacuna crescente na participação baseada em idade e gênero;
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            as mulheres são menos ativas que os homens em pelo menos 5 pontos percentuais,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             e após os 60 anos a inatividade física aumenta rapidamente.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Novos dados sobre adolescentes serão divulgados ainda este ano, mas já sabemos que 81% não estão fazendo atividade física suficiente para manter uma boa saúde.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O custo econômico do tratamento de condições de saúde que podem ser prevenidas por meio de um estilo de vida mais ativo ultrapassará US$ 300 bilhões até 2030.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As maiores empresas de artigos esportivos do mundo se uniram como membros da World Federation of the Sporting Goods Industry (WFSGI) para apoiar esse chamado urgente à ação. Juntando-se a essas empresas neste chamado à ação estão
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           federações nacionais de artigos esportivos da Áustria, Brasil, Alemanha, Japão, Noruega, Espanha, Reino Unido, EUA, Cycling Industries Europe, FESI e ISPO, juntamente com as Federações de Varejo e Saúde e Fitness, FEDAS Europe, EuropeActive, Health &amp;amp; Fitness Association e ICSSPE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para uma lista completa de CEOs de marcas e declarações de executivos, veja o apêndice abaixo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Unindo-se para fazer a diferença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O presidente da WFSGI, Andy Rubin, diz:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Enfrentar a crise global de inatividade requer trabalho em equipe. Os novos dados sobre a inatividade adulta mostram que não está sendo feito o suficiente para reverter a inatividade. É por isso que, apesar de sermos concorrentes nos negócios, estamos nos unindo para compartilhar nossa expertise sobre o comportamento do consumidor e envolver as pessoas em esportes comunitários e atividades físicas. Todos nós estamos nesse setor para ajudar as pessoas a serem mais ativas e desenvolver uma paixão ao longo da vida pelo esporte e pela atividade física, e pelos benefícios que isso traz."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Emma P. (Mason) Zwiebler, CEO da WFSGI, explica como a WFSGI está comprometida em unir nossas indústrias e facilitar ações eficazes lideradas por parcerias para apoiar pessoas mais saudáveis e um planeta mais ativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Os novos dados da OMS são muito preocupantes do ponto de vista da saúde pública, mas também do ponto de vista da indústria. Fazer com que o mundo se mova mais é uma imperativa comercial para os membros que representamos", diz Zwiebler. "Este momento é uma grande oportunidade para aproveitar o poder coletivo das indústrias de artigos esportivos e saúde e fitness como provedores de soluções chave para um planeta mais saudável e ativo para todos. Estamos orgulhosos de trabalhar ao lado de nossos membros da WFSGI, associações comerciais parceiras e CEOs líderes que apoiaram esta declaração e que compartilham nossa visão de promover a cooperação multissetorial para oferecer mudanças significativas para a saúde global e os negócios."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;a href="/"&gt;&#xD;
      
           Contra o que estamos lutando? O preço da inatividade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os novos dados que mostram o aumento dos níveis de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           inatividade física entre as populações mundiais têm implicações diretas para a saúde pública, contribuindo para o aumento da obesidade e das doenças não transmissíveis (DNTs),
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            que são condições de saúde crônicas como doenças cardíacas, câncer, doenças respiratórias e diabetes.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto os níveis globais de inatividade entre os adultos ainda eram estimados em 28%, a OMS calculou que o custo da inatividade física ultrapassará US$ 300 bilhões, com base em estimativas de que até 2030 quase 500 milhões de pessoas a mais desenvolverão condições de saúde que podem ser prevenidas com atividade física regular.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os níveis de inatividade física entre os adolescentes estão acima de 80%,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e o impacto total da pandemia de COVID-19 nos níveis de atividade física entre as crianças ainda não é conhecido. Sem uma ação urgente para reverter essa tendência, há um risco muito real de que crianças e jovens, à medida que envelhecem, se tornem um grande fardo para a saúde e a economia da sociedade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a indústria de artigos esportivos e fitness pode ajudar a enfrentar a crise de inatividade física
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As indústrias privadas de artigos esportivos e fitness estão fazendo os seguintes compromissos, que serão viabilizados por meio de colaboração multissetorial. As indústrias irão:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumentar a conscientização
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             sobre a crise, pois ela não está recebendo atenção suficiente do governo ou da mídia e, portanto, precisa de uma resposta estratégica e coordenada mais forte do setor privado.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apoiar as pessoas a levarem vidas mais fisicamente ativas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , aproveitando a expertise das indústrias em marketing do poder do esporte e da atividade física para o mundo, canalizando sua paixão, criatividade e energia em intervenções impactantes para reverter as tendências de inatividade física.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aproveitar o poder dos grandes eventos esportivos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             para aumentar a conscientização sobre a importância da atividade física e implementar iniciativas em nível comunitário que visem pessoas inativas.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Criar parcerias dentro da comunidade empresarial e entre setores
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             para cocriar uma nova era de saúde no local de trabalho, viagens ativas e iniciativas de atividade física, incentivando os funcionários a se envolverem em estilos de vida ativos e saudáveis.
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As indústrias de artigos esportivos e fitness já estão trabalhando arduamente para combater a inatividade física por meio de intervenções direcionadas em nível comunitário. No entanto, estamos chamando para uma abordagem mais colaborativa que produzirá um impacto maior e mais rápido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estamos unidos em nossa crença de que a atividade física tem múltiplos benefícios. Por exemplo, a promoção de viagens ativas tem benefícios diretos tanto para a saúde quanto para a proteção do planeta. Também é reconhecido que a Educação Física de qualidade nas escolas beneficia diretamente a saúde mental e o desempenho acadêmico dos jovens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Colaborando para impulsionar mudanças significativas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As indústrias de artigos esportivos e fitness estão comprometidas em trabalhar juntas, ao lado de formuladores de políticas do setor público e da OMS, para abordar os níveis globais de inatividade física. Como uma voz unida, apoiamos plenamente a OMS em seu trabalho para implementar o Plano de Ação Global sobre Atividade Física (GAPPA).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os novos dados de inatividade revelam que o mundo está fora do caminho para atingir a meta da OMS de uma redução relativa de 15% na prevalência global de inatividade física em adultos e adolescentes até 2030.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As organizações signatárias representam as indústrias combinadas de artigos esportivos, varejo e saúde e fitness, que juntas têm uma plataforma poderosa e a responsabilidade de galvanizar a indústria global do esporte para encontrar e implementar soluções para ajudar a enfrentar o crescente problema da inatividade física.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ESTA DECLARAÇÃO CONJUNTA É ASSINADA POR:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Membros da Federação Mundial da Indústria de Artigos Esportivos (WFSGI)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             adidas 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Amer Sports
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ANTA
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            arena
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ASICS
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cycle Europe
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Decathlon
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Li-Ning
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            New Balance
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nike
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            On
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Orbea
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pentland Brands
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Puma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Restube
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Shimano
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            SHRED.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Specialized
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            SRAM
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Tecnica Group
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Under Armour
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Wearable Technologies 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Yonex
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outras Federações de Artigos Esportivos:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ISPO
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            FESI (Europe) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            SFIA (USA) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Apice (Brazil) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            BSI (Germany) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            JASPO (Japan) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            VSSO (Austria)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Norsk Sportsbransjeforening (Norway) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Afydad (Spain) 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            SGIA (UK)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cycling Industries Europe
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Federações de Varejo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            FEDAS (Federation of European sporting goods retail associations)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Federações de Saúde e Fitness:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            EuropeActive
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Health and Fitness Association
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            International Council of Sport Science and Physical Education (ICSSPE/CIEPSS)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apêndice: Citações de apoio dos signatários
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da adidas, Björn Gulden:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Nós todos devemos garantir que o máximo de pessoas possível ao redor do mundo possa desfrutar de esportes. É por isso que, apesar de sermos concorrentes nos negócios, estamos nos unindo para compartilhar nossa expertise e envolver as pessoas em esportes comunitários e atividades físicas. Juntos, podemos ajudar as pessoas a serem mais ativas e desenvolverem um estilo de vida saudável."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           COO da Amer Sports, Michael Sorensen:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Nosso propósito é elevar o mundo através do esporte, inspirando as pessoas a levarem vidas melhores e mais saudáveis. Acreditamos firmemente que o envolvimento em atividades físicas melhora a qualidade de vida de todos, seja em corridas competitivas, esquiando com a família ou simplesmente caminhando para clarear a mente após o trabalho. Através de nossa plataforma global, podemos inspirar pessoas de todas as idades e habilidades a descobrir a alegria do esporte."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           VP do Grupo ANTA, Christina Li:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Os esportes são imensamente importantes para o bem-estar físico e mental humano. Acreditamos que o exercício regular não só traz alegria, mas também incute o espírito esportivo, como lutar pela vitória, perseverança, competição justa, solidariedade e cooperação. Estamos profundamente preocupados com os crescentes níveis de inatividade física e estamos comprometidos em fazer parte da solução. Em resposta à iniciativa da Organização Mundial da Saúde de incentivar mais atividade física, estamos dedicados a capacitar os entusiastas do esporte por meio da inovação científica e tecnológica contínua. Fornecendo os melhores produtos e promovendo a troca e comunicação com consumidores globais, esperamos inspirar mais pessoas a abraçar um compromisso ao longo da vida com os esportes. Através de nossos esforços, buscamos cumprir nossa missão corporativa: trazer o espírito transcendente do esporte para a vida de todos. Vamos unir forças para promover o apelo do esporte em todo o mundo, tornando-o um modo de vida saudável e edificante para indivíduos em busca de autoaperfeiçoamento."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da arena, Peter Graschi:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Junto com outras empresas de esportes, comprometemo-nos a garantir que a mensagem de conscientização sobre o esporte se torne cada vez mais difundida. Na arena, nossa atividade cotidiana é movida pelo propósito de melhorar a qualidade de vida de todos, promovendo e possibilitando um estilo de vida ativo na água e através dela. Sabemos por muitos estudos que nadar ajuda em vários níveis. É ótimo para o corpo, bem como para a mente, e é uma habilidade que se transfere para outras atividades. Nadar é uma maneira fantástica de se manter ativo e desfrutar dos muitos benefícios associados ao exercício, independentemente da sua idade, habilidade ou nível de aptidão física. É por isso que apoiamos, há muitos anos, federações e clubes de natação: fazemos parceria com eles em iniciativas destinadas a atrair mais e mais pessoas para a natação, apoiando a equipe competitiva."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da ASICS, Yasuhito Hirota:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Na ASICS, sempre acreditamos no impacto positivo do movimento, não apenas no corpo, mas também na mente. Continuamos comprometidos em apoiar mais pessoas a se moverem e experimentarem os benefícios mentais positivos do movimento. Fizemos extensas pesquisas sobre o impacto positivo do movimento e continuaremos a compartilhar os insights para apoiar as pessoas a levarem vidas mais ativas fisicamente. Juntos, podemos ajudar as pessoas a serem mais ativas e alcançar 'uma mente sã em um corpo são'."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da Cycle Europe, Tony Grimaldi:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A tendência de diminuição da atividade física é profundamente preocupante e torna o movimento cotidiano oferecido pelo ciclismo cada vez mais importante. O ciclismo elétrico, que acompanha o ritmo de uma caminhada rápida, torna o ciclismo acessível a mais pessoas. Para liberar o potencial do ciclismo, políticos e autoridades precisam priorizar infraestrutura ciclística segura e de alta capacidade e projetar cidades para uma mobilidade mais ativa."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da Decathlon, Barbara Martin Coppola:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A inatividade física é uma questão importante para as comunidades em todo o mundo. O movimento pode ter um impacto incrivelmente positivo no bem-estar das pessoas, tanto mental quanto fisicamente, mesmo que seja apenas por alguns minutos por dia. Na Decathlon, somos grandes defensores de ajudar as pessoas a incorporarem o movimento em sua rotina diária, para o benefício de sua saúde individual e também para a sociedade como um todo. Através de nosso propósito de 'Mover as Pessoas Através das Maravilhas do Esporte', nosso objetivo é construir um mundo mais feliz e saudável, facilitando a prática dos esportes que amam, de maneiras que lhes convêm."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diretor Executivo da Li-Ning, Colin Li:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Nosso foco na Li-Ning é inspirar e apoiar a atividade física para todos, em qualquer lugar. Estamos dedicados a ajudar os indivíduos a alcançar seus objetivos de bem-estar através da alegria do movimento, um compromisso profundamente enraizado em nossos valores."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           COO da New Balance, Dave Wheeler:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A New Balance está fortemente comprometida em defender a importância de viver um estilo de vida fisicamente ativo. Estamos entusiasmados em colaborar com nossa indústria através da WFGSI para impulsionar o engajamento no esporte comunitário ao redor do mundo."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vice-presidente e Diretora de Impacto da Nike, Vanessa Garcia-Brito:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A Nike tem orgulho de trabalhar ao lado de nossas empresas membros da WFSGI para impulsionar mudanças globais que levarão a mais movimento para todos. Estamos dedicados a fazer este trabalho todos os dias, junto com nossos parceiros comunitários, para aumentar o acesso e a oportunidade para um jogo inclusivo, divertido e centrado na juventude, liderando com as meninas. Também estamos focados em revolucionar o futuro do treinamento, porque grandes treinadores são transformadores de jogos."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Co-fundador e Co-presidente Executivo da On, Caspar Coppetti:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Na On, acreditamos que coisas incríveis acontecem quando os humanos se movem. É nossa missão acender o espírito humano através do movimento. Não é apenas um slogan; é um princípio orientador que impulsiona a On a inovar e criar produtos que capacitem as pessoas a alcançar o extraordinário através do movimento, viver um estilo de vida saudável e se envolver em esportes."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da Orbea, Daniel Martinez:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Dados recentes revelam que os níveis de atividade física entre os adultos estão mais baixos do que nunca, levando a um aumento da obesidade e das doenças do estilo de vida sedentário. Como líderes da indústria, reconhecemos nossa responsabilidade de abordar essa crise de saúde crescente. Acreditamos que as bicicletas podem desempenhar um papel fundamental na promoção da atividade física, e estamos orgulhosos de unir forças com outros atores chave em nosso campo para aumentar a conscientização e integrar o ciclismo e o exercício na vida diária das pessoas."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da Pentland Brands, Chirag Patel:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Cada uma de nossas marcas está focada em fazer a diferença na vida de nossos consumidores; ajudando-os a viver estilos de vida positivos, ativos e sustentáveis. É por isso que apoiamos apaixonadamente esta declaração conjunta e o chamado urgente à ação. Os dados falam por si: precisamos continuar investindo na criação de estilos de vida mais saudáveis e ativos para crianças e adultos globalmente e encontrar maneiras de remover barreiras à inatividade."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente da Shimano, Taizo Shimano:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Na sociedade global de hoje, a inatividade física infelizmente se tornou a norma. A tendência de inatividade física entre adolescentes e adultos é uma crise, com profundas implicações para a saúde mental e física. A crise da inatividade não pode ser resolvida sozinha. Na Shimano, nossa missão é 'promover saúde e felicidade através do desfrute da natureza e do mundo ao nosso redor.' É assim que as pessoas se conectam com nossos componentes de ciclismo e pesca, e estamos motivados a fazer tudo o que pudermos para viver de acordo com essa missão. Enfrentar uma crise dessas requer que todas as corporações assumam a responsabilidade de impactar positivamente as gerações atuais e futuras. Requer que a indústria global de artigos esportivos trabalhe junta e mostre nosso desejo comum de saúde e felicidade. Somos gratos por fazer parte da WFSGI e estamos orgulhosos de compartilhar a ambição por uma mudança positiva com todas as corporações e organizações envolvidas."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Co-fundador e Diretor de Marca da SHRED., Ted Ligety, e Bicampeão Olímpico e Pentacampeão Mundial de Esqui Alpino:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Na SHRED., estamos profundamente comprometidos com a inclusão e o aumento da participação em esportes de inverno e verão. Nossos estilos de vida amplamente sedentários representam um grande desafio e preocupação, tornando a atividade física primordial. Colaborar com líderes da indústria pode inspirar e capacitar mais pessoas a se envolverem em atividade física regular e adotarem estilos de vida ativos durante todo o ano. Juntos, podemos enfrentar a crise da inatividade e promover um mundo mais saudável e melhor."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fundador da Specialized Bicycle Components, Mike Sinyard:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A pesquisa é clara: desde aumentar o foco em jovens com TDAH até retardar o declínio cognitivo em adultos mais velhos, o ciclismo é uma ferramenta poderosa para beneficiar nossos corpos e cérebros ao longo da vida. Estamos dedicados a este importante trabalho de pedalar o planeta adiante, já que o compromisso com a atividade física capacita todos a viver suas vidas mais plenas e saudáveis."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO da SRAM, Ken Lousberg:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Na SRAM, apoiamos totalmente a iniciativa apresentada pela WFSGI e somos gratos por seus esforços em coordenar o apoio global em destacar a necessidade crítica de aumentar a atividade física entre nossas populações. A indústria de esportes entende em primeira mão que o movimento e a experiência são cruciais para nossa saúde coletiva e individual e qualidade de vida. Estamos comprometidos em dedicar nossa energia e recursos para capacitar e permitir que mais pessoas melhorem sua saúde mental e física através do ciclismo junto com toda a indústria de esportes."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente do Grupo Tecnica, Alberto Zanatta:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Como líder na indústria de esportes, estamos firmemente comprometidos em promover a atividade física entre os adultos, bem como para a geração mais jovem. Acreditamos que o esporte não é apenas um meio de manter a forma, mas um pilar fundamental para o bem-estar mental e social. Investir no esporte em todas as faixas etárias significa criar uma sociedade mais saudável, feliz e unida."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           CEO do WT Wearable Technologies Group, Christian Stammel:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "A crise global da inatividade é um dos maiores desafios do século 21. Tecnologias e, especialmente, wearables, podem desempenhar um papel importante para entender o problema, analisá-lo em detalhes e motivar as pessoas a viver uma vida mais ativa. No WT Wearable Technologies, estamos comprometidos em promover a atividade física e criar parcerias que fomentem estilos de vida ativos e saúde no local de trabalho."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diretor Executivo da ÁPICE (Brasil), Renato Jardim:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Os novos dados da OMS sobre inatividade física são alarmantes. Este é um momento de reflexão e conscientização sobre a importância da atividade física regular como medida preventiva para melhorar a saúde e o bem-estar. Ao unirmos forças, podemos promover comunidades mais saudáveis no Brasil e em todo o mundo."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente da JASPO (Japão), Motoi Oyama:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Respeito os esforços do Comitê de PA em elevar essa questão destacada pelos últimos dados da OMS sobre inatividade física ao nível de uma declaração conjunta em nome das indústrias de artigos esportivos e fitness. Esta é uma questão importante para a indústria do esporte que foi proposta por mim quando eu era o primeiro presidente da WFSGI. Em resposta às atividades do Comitê de PA da WFSGI, estou cooperando com o governo e sociedades acadêmicas para aumentar a conscientização sobre a importância da PA, como presidente da JASPO. Continuarei a promover a PA no futuro."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Secretário-Geral da FESI (Federação da Indústria Europeia de Artigos Esportivos), Jérôme Pero:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Os novos dados da OMS sobre inatividade física são um lembrete contundente do desafio urgente de saúde pública que enfrentamos, particularmente na Europa. Continuamos a ver disparidades significativas nos níveis de atividade física, especialmente entre as mulheres, que são muito menos propensas a se envolver em exercícios regulares em comparação com os homens. Essa tendência crescente de inatividade exige uma resposta coordenada de todos os setores. Na FESI, estamos comprometidos em aproveitar nossa expertise coletiva para promover estilos de vida ativos e garantir que todos, independentemente de gênero, tenham a oportunidade de se beneficiar da atividade física. Trabalhando juntos, podemos fomentar comunidades mais saudáveis em toda a Europa e além."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Diretor Executivo de Bens de Consumo da ISPO, Tobias Gröber:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Os crescentes níveis de inatividade entre a população global são uma ameaça substancial e uma oportunidade ao mesmo tempo para a indústria do esporte. Se não for a indústria do esporte, quem mais tem o remédio natural para apoiar governos, instituições e indivíduos em sua luta contra a inatividade? De agora em diante, este tópico será implementado e entrelaçado em nossas plataformas, compartilhando melhores práticas e casos de uso enquanto conectamos especialistas, formuladores de políticas e instituições para se unirem e criar conscientização sobre este desafio através de nossos canais de comunicação global. Esta luta não pode ser enfrentada por uma única instituição sozinha, mas todos precisamos nos unir. Agradeço à WFSGI por liderar e reunir uma forte aliança de atividades dentro da adesão e além."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Presidente e CEO da Health and Fitness Association, Liz Clark:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Aumentar a atividade física é uma das coisas mais benéficas que todas as pessoas podem fazer para melhorar sua saúde física e mental. É por isso que a Health and Fitness Association está trabalhando para melhorar o acesso de jovens e adultos a programas de esportes e atividade física, como academias e aulas de exercício, bem como para promover o exercício individual e atividades em grupo. Este relatório da OMS destaca um conjunto de dados preocupante e deve sublinhar para os formuladores de políticas em países individuais e entre a comunidade global de ONGs, a necessidade de focar esforços em uma das ações mais disponíveis e acessíveis que as pessoas de todas as idades podem tomar para melhorar sua saúde física e mental: o exercício."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 20:36:45 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/niveis-de-inatividade-fisica-da-populacao-adulta-atingem-o-nivel-mais-alto-de-todos-os-tempos</guid>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Número de praticantes de padel chega a quase 30 milhões em todo o mundo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/padel-cresce-no-mundo</link>
      <description>Uma nova onda nos esportes de raquete, o padel tem ganhado cada vez mais amantes em todo o mundo, chegando a 30 milhões. Entenda o crescimento.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com a Federação Internacional de Padel, a Europa é o continente com mais praticantes da modalidade. A região é seguida pelas Américas, com uma porcentagem de 30% de adeptos ao esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-young-women-playing-paddle-tennis-2024-02-23-05-03-47-utc.jpg" alt="Padel"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo feito pela Federação Internacional de Padel (FIP) mostrou o crescimento da modalidade ao redor do globo. De acordo com a pesquisa, o número de jogadores amadores já é de quase 30 milhões, sendo que mais da metade pratica a atividade ao menos uma vez por semana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Analisando o contexto global, a Europa é o continente com mais adeptos ao padel, representando mais de 59% da população; a região é seguida pelas Américas, com 30%; Ásia e África, totalizando 4,3%; e Oceania, com frações percentuais. Vale destacar que, entre os amadores, os homens formam maioria, com 60%, enquanto as mulheres representam 40% dos praticantes de padel a nível mundial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em ressonância com o crescimento dos praticantes, o número de clubes e instalações destinadas à prática da modalidade também aumentou. Ao todo já são mais de 19.800, sendo 5.820 deles filiados a federações nacionais. Em comparação com 2022, o crescimento é de 48%, quando havia 3.223 clubes afiliados. Na América do Sul, estima-se o número de 14.850 quadras de padel, sendo a maioria delas localizada na Argentina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o número de torneios oficiais também cresceu exponencialmente. Apenas neste ano, já foram disputados 46 campeonatos até abril – até o final do ano, a expectativa é que este número chegue a 160. Em 2019, foram apenas seis torneios oficiais, representando um crescimento de mais de 2000%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, o crescimento do padel em todo mundo não traz benefícios apenas para o esporte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O esporte não apenas se firmou como uma atividade de lazer popular, mas também como um motor significativo para a economia. Esse aumento na demanda por instalações e equipamentos impulsiona a indústria esportiva, gerando empregos e oportunidades de negócios. Vemos uma expansão robusta no número de clubes, profissionais de ensino e eventos relacionados ao padel, o que fortalece ainda mais o ecossistema esportivo e contribui para o desenvolvimento econômico global.”
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE - Associação pela Indústria e Comércio Esportivo - é uma entidade formada por grandes empresas do setor de produtos esportivos do mundo. Embora nossos associados possuam um modelo de negócio global, nosso principal objetivo é trabalhar pelo desenvolvimento do mercado esportivo do Brasil.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-young-women-playing-paddle-tennis-2024-02-23-05-03-47-utc.jpg" length="332850" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 19 Jun 2024 13:19:34 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/padel-cresce-no-mundo</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/happy-female-pickleball-players-on-an-outdoor-cour-2023-11-27-05-07-25-utc+%281%29+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/two-young-women-playing-paddle-tennis-2024-02-23-05-03-47-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo mostra que a prática do beach tennis reduz a pressão arterial e traz inúmeros benefícios à saúde</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/beneficios-beach-tennis</link>
      <description>Pesquisa da UFRGS fez um experimento com 12 homens e 12 mulheres adultos com hipertensão para demonstrar os efeitos do beach tennis na saúde</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa da UFRGS fez um experimento com 12 homens e 12 mulheres adultos com hipertensão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2024-06-04+at+14.53.18.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O beach tennis é uma verdadeira febre nacional. Com um número cada vez maior de praticantes, os benefícios desse esporte vão muito além de diversão e bem-estar. Um estudo feito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) mostrou que a atividade tem um papel importante reduzindo a pressão arterial, melhorando o condicionamento físico e aperfeiçoando o desenvolvimento motor de seus adeptos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           O esporte praticado na areia teve um ganho significativo de entusiastas nos últimos anos. De acordo com a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), os praticantes do beach tennis quase triplicaram. Entre 2021 e 2023, o número passou de 400 mil para 1,1 milhão de jogadores. Como resultados, o Brasil sediou as três últimas Copa do Mundo da modalidade, em 2021, 2022 e 2023. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas como o beach tennis contribui para a melhoria da saúde e redução da pressão arterial? O estudo da UFRGS avaliou os efeitos na pressão arterial de uma única sessão do esporte em adultos com hipertensão. Depois de uma avaliação em 12 homens e 12 mulheres, a pesquisa concluiu que o tênis de praia é capaz de diminuir a pressão arterial ambulatorial de 24 horas em adultos com pressão alta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, é importante destacar que a modalidade proporciona um grande gasto calórico em todos os seus praticantes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE, destacou a importância do beach tennis para a saúde. “O crescimento do beach tennis é extremamente importante, pois traz inúmeros benefícios para a saúde e bem-estar dos praticantes. Na ÁPICE, continuamos nosso trabalho para promover o esporte e ampliar seu alcance. Estamos comprometidos em valorizar cada vez mais essa modalidade que não só melhora a saúde física, mas também fortalece a comunidade e a qualidade de vida da população brasileira.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de todos os benefícios para a saúde, o crescimento do beach tennis representa um excelente cenário para a economia, movimentando ainda mais o mercado de roupas esportivas, raquetes, bolinhas e muito mais. Por conta disso, a ÁPICE apoia, luta e defende a redução de alíquotas impostas em produtos esportivos e incentiva o progressivo desenvolvimento dos esportes com raquetes no país. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <pubDate>Tue, 04 Jun 2024 18:00:41 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/beneficios-beach-tennis</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE divulga dados exclusivos do mercado de produtos esportivos piratas no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-estudo-sobre-o-consumo-de-artigos-esportivos-piratas-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa aponta que, em 2023, cerca de 173 milhões de itens esportivos falsificados foram comprados no Brasil. Os consumidores que adquiriram esses produtos, tiveram uma frequência média de compras de 2,5 vezes ao ano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo encomendado pela ÁPICE, realizado pela Inteligência de Mercado (IEMI), levantou números sobre a comercialização de artigos esportivos contrafeitos no Brasil em 2023. Os objetivos são estimar a dimensão do mercado legal e ilegal do setor no país, conscientizar os consumidores e alertar instituições sobre os impactos e malefícios desta prática. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com o estudo, no ano de 2023, foram comercializadas mais de 580 milhões de unidades de itens esportivos. Deste número, aproximadamente 30% eram falsificados, totalizando mais de 173 milhões de unidades não-originais vendidas no Brasil. Na edição anterior do Estudo, realizada em 2021, foi identificada a comercialização de 157 milhões de produtos esportivos falsificados, demonstrando um crescimento preocupante do consumo de itens contrafeitos de quase 20 milhões de peças em apenas dois anos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo a pesquisa, 23% dos entrevistados compraram ao menos uma unidade não-original de produtos esportivos. Em números totais, essa porcentagem equivale a R$8,7 bilhões gastos em 2023. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE, o estudo mapeou não somente a extensão deste mercado, mas também os prejuízos para o mercado esportivo e o erário público. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Importante ressaltar que não só as empresas e o Governo são impactados com a pirataria, a falsificação de produtos esportivos vai muito além de perdas econômicas. Há males físicos que podem emergir através do uso de equipamentos inadequados, que não foram desenvolvidos com a tecnologia necessária para proteger esportistas e praticantes de atividades físicas no geral”, explica Renato. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conforme o levantamento do IEMI, as perdas em vendas citadas por Renato chegaram a R$22 bilhões para o mercado esportivo. Já o Governo, deixou de arrecadar em torno de R$5 bilhões em impostos no último ano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa demonstra, ainda, dados que apontam para o hábito de consumo dos indivíduos que compram itens contrafeitos. Um total de 48% de pessoas utilizou o varejo físico na compra de peças não-originais, enquanto 36,7% da população optou pelo varejo online e 15,3% recorreram a canais de revenda informal. No ano de 2021, dos 157 milhões de produtos esportivos piratas comercializados no Brasil, 136 milhões de unidades foram vendidas por meio do canal físico (86,6%), enquanto as vendas no canal digital corresponderam a mais de 15 milhões de unidades (9,8%) e, ainda, cerca de 5 milhões das vendas foram realizadas em outros locais (3,5%). Este expressivo crescimento da comercialização de produtos não originais no ambiente online demanda atenção e ações imediatas por parte do Governo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a pesquisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo foi realizado mediante uma pesquisa de campo com entrevistas e questionário com questões qualitativas e quantitativas, utilizando uma amostra de mais de 2 mil pessoas. A pesquisa foi realizada em todo território nacional, com a respectiva representatividade de gênero, região, acesso à internet e condição socioeconômica. As principais categorias de produtos avaliados foram óculos, tênis, camisetas de times e peças de vestuário esportivo no geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Somos a ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Nascemos em 2010 com o objetivo de ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multicolor-sport-shirts-hanging-in-store-2023-11-27-05-00-57-utc.jpg" length="300852" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 May 2024 14:20:14 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-estudo-sobre-o-consumo-de-artigos-esportivos-piratas-no-brasil</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multicolor-sport-shirts-hanging-in-store-2023-11-27-05-00-57-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/multicolor-sport-shirts-hanging-in-store-2023-11-27-05-00-57-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Número de mulheres praticando esportes de raquetes cresce nos últimos anos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/mulheres-praticando-esportes-de-raquetes</link>
      <description>Dos 5,6 milhões de praticantes da modalidade, 42% são mulheres, representando um crescimento de 19%.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Crescimento no número de praticantes chegou a 19%
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-playing-beach-tennis-2023-11-27-05-30-39-utc.jpg" alt="mulheres jogando tênis"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com um Relatório publicado pela International Tennis Federation (ITF), que envolve contribuições de 41 nações do mundo, 2023 foi marcado por um recorde de adultos que praticam o Tênis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos 5,6 milhões de praticantes da modalidade, 42% são mulheres, representando um crescimento de 19%. No grupo etário dos 4 aos 15 anos, as tendências também são positivas e caminham para um futuro promissor. Das 3,6 milhões de crianças praticando alguma modalidade de esporte de raquete, 49% são meninas. No entanto, é importante destacar que ainda há muito trabalho a ser feito, já que apenas 30% das jogadoras praticam o tênis semanalmente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, os sinais são igualmente prósperos: dos 3 milhões de praticantes no país, 43% são mulheres. Importante destacar que o esporte Tênis apresentou uma evolução significativa a partir de 2020, em que os esportes com raquetes representaram 4% das vendas do total de produtos esportivos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O crescimento dos esportes com raquete no Brasil é notável, especialmente após a redução das tarifas de importação. No entanto, para que esse crescimento perdure, precisamos enfrentar desafios significativos, como a falta de parcerias e infraestrutura adequada, além de questões de saúde e aptidão física entre as mulheres." - Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os desafios para o crescimento dos esportes de raquetes femininos, porém, são diversos e incluem barreiras como a falta de parceiras para jogar e locais adequados para a prática, além de preocupações com saúde, lesões e aptidão física. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junte-se à ÁPICE na construção de um ecossistema esportivo inclusivo e saudável para toda a população!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-playing-beach-tennis-2023-11-27-05-30-39-utc.jpg" length="244472" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 Apr 2024 16:01:39 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/mulheres-praticando-esportes-de-raquetes</guid>
      <g-custom:tags type="string">Atividades físicas,esporte</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-playing-beach-tennis-2023-11-27-05-30-39-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/women-playing-beach-tennis-2023-11-27-05-30-39-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE em Foco 2023 é lançada com dados exclusivos sobre o setor esportivo no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-em-foco-2023</link>
      <description>O ÁPICE em Foco está no ar, o estudo, feito anualmente, traz dados exclusivos da recuperação do setor esportivo em 2023 após a pandemia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comércio apresentou recuperação depois da pandemia do Covid-19 que assolou o mercado global
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/banner-mockup.png" alt="ápice em foco "/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A quarta edição do ÁPICE em Foco já está no ar. O estudo traz dados inéditos do setor esportivo no último ano e aponta as perspectivas para o mercado em 2024. Os resultados são extremamente valiosos, oferecendo insights cruciais para avaliação e monitoramento do mercado. Além disso, são fundamentais para auxiliar no planejamento e na tomada de decisões estratégicas das empresas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para esta edição, um dos principais destaques foi a recuperação do comércio esportivo após dois anos desafiadores por conta da pandemia de Covid-19, quando nações foram impactadas por questões geoeconômicas e desafios ambientais e climáticos se intensificaram. Neste contexto, o ecossistema esportivo emerge como um feixe de esperança, apresentando-se como uma ferramenta fundamental que vai além do lazer e do entretenimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentro deste complexo cenário, o Brasil deve surgir como um dos principais protagonistas, expandindo seu papel internacional e integrando-se, progressivamente, ao comércio e às dinâmicas políticas globais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A adoção de uma agenda de abertura comercial mais ativa é essencial não só para o fortalecimento do Brasil no cenário global, mas também para o estímulo da economia interna”, Renato Jardim, diretor-executivo da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destaques do Setor Esportivo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como em diversos segmentos da economia nacional, o setor esportivo teve uma grande recuperação das perdas sofridas com a pandemia no primeiro semestre de 2023, apresentando crescimento de 11% no faturamento bruto em relação ao primeiro semestre de 2022. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O valor chegou a R$5,4 bilhões. Deste total, 61% corresponderam a calçados, 30% a vestuário, 5% a acessórios, 3% a Esporte de Raquete e 1% a meias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para além, o setor esportivo demonstrou um contínuo compromisso com o mercado brasileiro, realizando investimentos expressivos mesmo em meio à elevada carga tributária sobre os produtos esportivos. Tais aportes foram essencialmente destinados à expansão de fábricas e lojas, assim como para o fortalecimento de áreas como patrocínios, marketing, pesquisa e desenvolvimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O setor esportivo não apenas sobreviveu, mas floresceu em meio às adversidades globais, mostrando-se como um farol de esperança em tempos sombrios. Esses números ressaltam não apenas a força do mercado esportivo, mas também sua importância como um pilar essencial para impulsionar a recuperação financeira do país”, destacou Renato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O que é o ÁPICE em Foco? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE, em colaboração com a consultoria Mosaiclab, elabora um relatório anual que apresenta uma variedade de indicadores de perfil e desempenho do setor. Esta pesquisa primária é realizada exclusivamente entre as empresas associadas, assegurando a confidencialidade dos dados individuais mediante um processo rigoroso de coleta e análise de informações e disponibilizando resultados profundamente oportunos para o planejamento e tomada de decisões estratégicas das empresas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como ter acesso ao ÁPICE em Foco?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para ter acesso a todos os dados do setor esportivo em 2023, acesse:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/%C3%A1pice-em-foco-2024?egu=szj6kxuqgpyk5fqd" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.apicebrasil.org.br/%C3%A1pice-em-foco-2024?egu=szj6kxuqgpyk5fqd
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE, Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, é formada pela união de empresas nacionais e internacionais do setor. Fundada em 2010, tem o objetivo de ser o canal institucional das marcas, do varejo e da indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil junto ao governo, a entidades públicas ou privadas e à sociedade de forma geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A entidade trabalha pela inovação e qualidade dos produtos esportivos, permitindo ao consumidor local o acesso aos melhores padrões mundiais. Acreditamos na valorização do setor de produtos esportivos para democratizar o acesso ao esporte e levar o melhor aos cidadãos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Apr 2024 13:00:38 GMT</pubDate>
      <author>gabriel@interteiacomunicacao.com.br (Gabriel Rezende)</author>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A necessidade de combater a pirataria no comércio eletrônico</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/a-necessidade-de-combater-a-pirataria-no-comercio-eletronico</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O comércio eletrônico tem se consolidado como um dos principais meios pelos quais as pessoas compram e vendem produtos e serviços. Uma parte substancial desse comércio ocorre por meio de marketplaces, que figuram entre as maiores empresas do mundo, devido ao dinamismo e ao anonimato associados a eles, que possibilitam a comercialização virtualmente ilimitada de produtos para consumidores em qualquer lugar e a qualquer momento. Contudo, essas plataformas têm sido utilizadas para a prática de diversas atividades criminosas, incluindo a pirataria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pirataria gera graves prejuízos à economia brasileira. Conforme dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), o prejuízo atingiu R$410 bilhões em 2022. O principal prejudicado é o consumidor brasileiro, que adquire produtos de má qualidade e prejudiciais à saúde. Além disso, a pirataria financia o crime organizado, resultando na perda de milhares de empregos e na diminuição da arrecadação de impostos que poderiam ser investidos em saúde e educação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pirataria no comércio eletrônico é um problema complexo e desafiador de quantificar. A natureza virtual e descentralizada dessas plataformas dificulta obter dados precisos sobre a sua extensão e suas consequências. É provável que o número de casos de pirataria seja muito maior no ambiente online em comparação ao físico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, diversos marketplaces não estão efetivamente impedindo a oferta e venda de produtos ilegais em suas plataformas, enquanto auferem lucros substanciais com essas transações ilícitas. Os produtos piratas oferecidos nos marketplaces vão desde óculos, bolsas, roupas, relógios, cosméticos, cabos elétricos, acessórios automotivos até medicamentos falsificados. O risco à saúde e integridade física, bem como o desrespeito aos direitos dos consumidores, não parecem estar entre as preocupações de certas plataformas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O consumidor é severamente prejudicado ao adquirir produtos de baixa qualidade, desprovidos de garantia e segurança, expondo-se a diversos riscos. São inúmeras as reclamações de consumidores ludibriados que compraram produtos falsos como se fossem originais. Muitas dessas reclamações são extremamente alarmantes, revelando até casos de urgências médicas decorrentes da nocividade dos produtos comercializados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O direito à nota fiscal, à informação adequada sobre o produto, à garantia de segurança e qualidade, bem como à proteção contra produtos fraudulentos, são princípios fundamentais que devem ser preservados em todas as transações comerciais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A atividade de pirataria tem sido danosa para os cofres públicos, reduzindo a capacidade do governo de investir em serviços públicos essenciais, como saúde e educação. Além disso, a pirataria e o contrabando distorcem a livre concorrência e destroem milhares de postos formais de emprego. Os produtos falsificados ou contrabandeados competem de forma desleal com os produtos legítimos, prejudicando as empresas e indústrias que operam dentro da legalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil tem uma urgente necessidade de modernização regulatória relacionada à operação dos marketplaces, à semelhança das recentes legislações aprovadas nos Estados Unidos e na Europa, como o US INFORM Consumers Act, a Califórnia Senate Bill 301 de 2022, o EU Digital Services Act e o Digital Markets Act. Assim, o Brasil ainda precisa estabelecer meios mais eficientes e efetivos contra esse grave problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2020, o Ministério da Justiça, por meio do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, elaborou um Guia de Boas Práticas no Comércio Eletrônico, com o objetivo de orientar as plataformas na implementação de medidas para combater a venda de produtos piratas, contrabandeados ou que violem a propriedade intelectual de terceiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As medidas previstas no Guia incluem a implementação de controles de cadastro e perfis de usuários, a exigência de emissão de notas fiscais, a exclusão de ofertas e vendedores que comercializem produtos falsificados ou ilícitos, além da disponibilização de canais de reclamação e devolução de produtos, entre outras ações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A adesão ao guia é voluntária, ou seja, as plataformas não estão sujeitas a sanções ou penalidades caso não o adotem. O guia possui um caráter de "soft law", que incentiva comportamentos e ações, partindo do entendimento inicial de que é do interesse das plataformas serem consideradas locais seguros para a compra de produtos originais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infelizmente, nem todas as plataformas que aderem ao Guia implementam efetivamente as diretrizes previstas. Ou seja, a eficácia do Guia é limitada devido à sua natureza não vinculante e à ausência de sanções ou penalidades legais para as empresas que optam por não cumprir suas diretrizes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso que o Brasil estabeleça meios mais eficientes e efetivos contra esse grave problema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 11 Jul 2023 13:16:16 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pirataria: descubra quem perde com o comércio ilegal</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pirataria-descubra-quem-perde-com-o-comercio-ilegal</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em entrevista, o diretor executivo da ÁPICE, Renato Jardim, traz um panorama das perdas causadas por esse mercado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Você sabia que, apenas no ano de 2021, mais de 150 milhões de peças falsificadas, de seis categorias distintas de produtos esportivos, foram comercializadas no Brasil? O volume representa cerca de 35% do total do mercado esportivo nacional. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hoje, o comércio ilegal é um problema sério para a economia do Brasil. E foi-se o tempo em que a pirataria era praticada por indivíduos que buscavam um mínimo de renda para subsistência de sua família. Atualmente, essa prática ilícita é amplamente utilizada por grandes redes do crime organizado que usam essa via como forma de financiamento de suas operações. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas você sabe quem realmente perde com essa prática? O site da ÁPICE conversou com Renato Jardim sobre o tema, e o diretor executivo da entidade explicou que o maior prejudicado acaba sendo o consumidor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “As pessoas que consomem itens esportivos falsificados adquirem produtos de baixa qualidade, prejudicando o desempenho nas atividades físicas e aumentando as chances da ocorrência de lesões e danos permanentes à saúde”, explica. E acrescenta: “os calçados esportivos falsificados, por exemplo, possuem falhas no acabamento, formato fora dos padrões originais e menor durabilidade. Ou seja, além de prejudicar a saúde, a vida útil do produto terminará em período muito menor de tempo quando comparado a um produto original, obrigando o consumidor a fazer uma nova compra”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Renato aponta outra nuance desse problema: em 2021, o volume do comércio ilegal foi responsável por um prejuízo de R$ 9 bilhões às marcas esportivas. “A pirataria sequestra empregos da indústria formal — em 2021 ocasionou a perda de milhares de postos de trabalho —, espanta investimentos, prejudica o varejo formal, impede a intensificação de apoio das marcas aos clubes, atletas e eventos esportivos em geral, deteriorando o ambiente de negócios”, conta. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, a pirataria causa evasão fiscal: em 2021 foi registrado um rombo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, consequência dos impostos não recolhidos. “A realidade é que a pirataria também limita a capacidade dos governos cumprirem suas funções de forma mais adequada”, explica Renato. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o diretor executivo, a efetiva redução da oferta e consumo de produtos piratas no Brasil somente ocorrerá como resultado de um conjunto de ações e medidas, tanto públicas quanto privadas. Ele explica que as medidas mais importantes a serem tomadas são aquelas relacionadas às principais origens do problema, como, por exemplo, a elevadíssima carga tributária existente sobre alguns produtos que fazem com que seu preço seja muito mais elevado quando comparado a um produto pirata, influenciando assim a decisão de compra do consumidor pelo produto ilícito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Determinados produtos esportivos chegam a ter aproximadamente 60% de seu preço de prateleira no varejo destinados ao pagamento de impostos. Enquanto essa realidade existir, o combate à pirataria será sempre mais desafiador e menos eficiente”, finaliza Renato. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sport-equipment-flat-lay-variety-of-rackets-and-b-2021-11-04-22-11-50-utc.jpg" length="289750" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 03 Feb 2023 17:30:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pirataria-descubra-quem-perde-com-o-comercio-ilegal</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sport-equipment-flat-lay-variety-of-rackets-and-b-2021-11-04-22-11-50-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sport-equipment-flat-lay-variety-of-rackets-and-b-2021-11-04-22-11-50-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Em entrevista  exclusiva, Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Richard Gantus Encinas, explica as estratégias e desafios do combate à pirataria</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-exclusiva-promotor-de-justica-do-ministerio-publico-de-sao-paulo-richard-gantus-encinas-explica-as-estrategias-e-desafios-do-combate-a-pirataria</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O combate à pirataria é um dever de todos, e instituições públicas e privadas devem unir forças para frear essa prática maléfica para a sociedade brasileira. Para explicar quais são os maiores entraves no combate à pirataria, assim como exposições sobre o engajamento de autoridades no tema, o Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado de São Paulo (GAECO), Richard Gantus Encinas, conversou com a ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Qual é o papel do Ministério Público de São Paulo no combate à pirataria?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Richard Gantus Encinas: O Ministério Público de São Paulo sempre demonstrou preocupação no combate à pirataria, notadamente porque a pirataria, além do prejuízo social e financeiro gerado por essa prática criminosa, trata-se de uma importante forma de financiamento de organizações criminosas, o que fora verificado não só no Brasil, mas em vários países ao longo da história.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Quais os desafios trazidos pelo crescimento expressivo do comércio online no que se refere à pirataria? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RGE: O maior desafio encontrado pelo Ministério Público no combate à pirataria online é a ausência de fronteiras, tanto interna quanto externa, pois se na pirataria física é fácil delinear a competência e atribuição das instituições, no comércio on-line, a ausência de fronteiras atinge todas as unidades federativas ao mesmo tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Existem práticas internacionais de combate à pirataria que possam servir como referência para o Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RGE: O Ministério Público de São Paulo, atento às mais modernas técnicas de combate à pirataria digital, tem adotado no Brasil técnicas disruptivas similares às que a Polícia de Londres – City of London (PIPCU) tem adotado no Reino Unido. As operações piloto que levamos a efeito nos últimos 4 anos têm demonstrado significativo alcance de combate a essa modalidade criminosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: O que o Ministério Público acredita que poderia ser feito para reduzir a incidência geral de pirataria no mercado brasileiro?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RGE: A incidência de pirataria no mercado brasileiro poderia ser mitigada se órgãos administrativos federais tivessem poderes expressos de impedir a venda online de produtos piratas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Como o Ministério Público enxerga o trabalho de cooperação com outros órgãos do governo e com o setor privado?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RGE: A atuação, em cooperação entre órgãos de persecução e também instituições privadas idôneas, é uma medida adotada pelo Ministério Público de São Paulo. Tem se revelado de extrema importância e eficácia, potencializando-se os recursos materiais e humanos e prestigiando-se a eficácia, o que aumenta os resultados.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/richard-gantus-encinas-promotor-justica.jpeg" length="303897" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 03 Nov 2022 18:14:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-exclusiva-promotor-de-justica-do-ministerio-publico-de-sao-paulo-richard-gantus-encinas-explica-as-estrategias-e-desafios-do-combate-a-pirataria</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/richard-gantus-encinas-promotor-justica.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/richard-gantus-encinas-promotor-justica.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Em entrevista, Igor D. Araújo fala sobre o engajamento do Mercado Livre Brasil em proteção às fraudes e ao comércio de produtos piratas</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-igor-d-araujo-fala-sobre-o-engajamento-do-mercado-livre-brasil-em-protecao-as-fraudes-e-ao-comercio-de-produtos-piratas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Somos conscientes do nosso papel socioeconômico, temos a convicção de que não se trata apenas de cumprir as regras, mas também de fazer o que é certo e colaborar para estabelecer uma cultura de transparência, dentro e fora do Mercado Livre.” A frase é de Igor D. Araújo, Gerente de Proteção à Propriedade Intelectual do Mercado Livre no Brasil, dita durante entrevista concedida à ÁPICE a respeito das iniciativas da plataforma para combater o mercado ilegal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente, uma das maiores preocupações e desafios dos marketplaces é o comércio de produtos falsificados em plataformas digitais. Somente em 2021, mais de 150 milhões de itens esportivos piratas foram comercializados no Brasil —  uma grande preocupação para o setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Durante a conversa, Igor falou sobre o Brand Protection Program (BPP), programa de proteção à marca, que concentra inteligência artificial e tecnologia automatizada de combate à pirataria, falsificação e fraudes na América Latina, além da Aliança Antifalsificação, uma parceria 100% colaborativa, que conta com outras empresas para combater a falsificação e a pirataria no e-commerce. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Igor trouxe, ainda, dados do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://mercadolibre.com/org-img/institucional/Mercado_Libre_Reporte_Transparencia_2021Q2-3POR.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Relatório de Transparência
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            da empresa, que mostram que o avanço da tecnologia e o aprendizado da plataforma ajudaram a reduzir em 41,2% o número de denúncias, quando comparamos com o relatório anterior, referente ao primeiro semestre do ano passado. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Confira, a seguir, a entrevista na íntegra. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Como o Mercado Livre tem atuado para reduzir o comércio de produtos piratas na plataforma?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Igor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O Mercado Livre é líder em tecnologia para o e-commerce e os serviços financeiros na América Latina, com mais de 23 anos de trajetória e atuação em 18 países. Para combater a venda de produtos que desrespeitam nossos Termos e Condições de Uso e a legislação, contamos com tecnologia e equipes dedicadas para identificação e moderação dos conteúdos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, atuamos rapidamente diante de denúncias que podem ser feitas pelo poder público ou por qualquer usuário diretamente nos anúncios. Também trabalhamos em equipes multidisciplinares, em toda a região, para fornecer ferramentas aos titulares de Direitos de Propriedade Intelectual (DPI) para que eles possam proteger seus próprios direitos, sejam eles usuários ou não. Nesse sentido, contamos com o Brand Protection Program (BPP), o nosso programa de proteção à marca, que concentra inteligência artificial e tecnologia automatizada de combate à pirataria, à falsificação e às fraudes na América Latina.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Hoje, o BPP tem mais de 6,7 mil membros, titulares de propriedade intelectual ou seus representantes, que utilizam gratuitamente a ferramenta para denunciar produtos suspeitos, permitindo a rápida e eficiente remoção de anúncios que infrinjam marcas registradas, direitos autorais, patentes, desenhos industriais e direitos conexos. Nosso principal objetivo é garantir que nossos compradores tenham a melhor experiência de compra, evitando a presença de produtos falsificados e pirateados em nossa plataforma.  Diante disso, sempre que um anúncio irregular é identificado, ele é automaticamente excluído e o vendedor notificado, podendo inclusive ser inabilitado de forma definitiva da plataforma, dependendo da gravidade ou reincidência. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Somos pioneiros em políticas de autorregulamentação e contamos com ferramentas de controle disruptivas, que foram evoluindo e agregando inovações para impedir atividades que possam afetar a qualidade e o funcionamento da plataforma. Utilizamos tecnologia para analisar, em menos de 1 segundo, mais de 5 mil variáveis para detectar, pausar ou mesmo remover em tempo real anúncios que violem nossas regras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Destaco ainda que, em novembro de 2021, demos mais um passo importante para a proteção dos direitos de propriedade intelectual com o lançamento da Aliança Antifalsificação, uma parceria com outras empresas para combater a falsificação e a pirataria no e-commerce da América Latina. Já integram o projeto 11 marcas, como Levi Strauss &amp;amp; Co., Pink, Tommy Hilfiger, entre outras. As marcas que tenham interesse podem aderir à iniciativa através do site oficial da Aliança: www.mercadolivre.com.br/alliance. Com mais essa iniciativa, pioneira na região e pautada nos valores fundamentais do Mercado Livre (confiança, integridade e transparência), intensificamos o combate às infrações de propriedade intelectual, ampliando a conscientização sobre o tema e a segurança do nosso ecossistema digital para a comercialização de produtos e serviços. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Aliança Antifalsificação é uma iniciativa 100% colaborativa, baseada em 5 ações principais, que trazem uma nova abordagem para a América Latina: monitoramento proativo de anúncios com base em algoritmos semânticos e detecção de produtos; fortalecimento da colaboração com autoridades e agências reguladoras; ações judiciais conjuntas contra infratores que usam o ecossistema para vender produtos falsificados ou pirateados; orientação aos vendedores sobre boas práticas e técnicas de publicação, a fim de reduzir a infração aos direitos de terceiros; e orientação aos compradores para identificar e denunciar produtos falsificados ou piratas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apesar de não sermos responsáveis pelo conteúdo gerado por terceiros, conforme já prevê o Marco Civil da Internet e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) para plataformas de intermediação, atuamos no combate à venda de produtos falsificados, auxiliando, ainda, as autoridades na investigação de irregularidades, a fim de oferecer a melhor experiência aos nossos usuários.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Qual a importância dos marketplaces adotarem medidas proativas e não apenas reativas no combate à comercialização de produtos ilícitos?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Igor:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Somos conscientes do nosso papel socioeconômico, temos a convicção de que não se trata apenas de cumprir as regras, mas também de fazer o que é certo e colaborar para estabelecer uma cultura de transparência, dentro e fora do Mercado Livre.
             &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A confiança está no centro de tudo que fazemos e falar de forma aberta sobre proteção e segurança é uma das coisas que nos aproxima dos nossos milhões de usuários. O impacto que buscamos por meio do nosso Brand Protection Program é garantir que o Mercado Livre seja um ambiente de transações seguro, sem infrações e violações aos nossos Termos e Condições de Uso. Acreditamos fortemente, sobretudo com esse projeto, que mais e mais compradores e vendedores irão usufruir dos diversos benefícios oferecidos em nossa plataforma em nível regional, em um ambiente no qual eles se sentem seguros e confiantes com as transações que realizam. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Destacamos, como boa prática de proteção aos DPI em nosso marketplace, o nosso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://mercadolibre.com/org-img/institucional/Mercado_Libre_Reporte_Transparencia_2021Q2-3POR.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Relatório de Transparência
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que consolida as iniciativas para manter o ecossistema do Mercado Livre seguro e confiável. Considerando o total de anúncios denunciados no segundo semestre de 2021, apenas 0,10% se referiam a denúncias de violação a DPI. Do volume de conteúdo removido por esse motivo, 85% foram detecções e remoções automatizadas  da plataforma, ou seja, exclusões de anúncios sem a necessidade de denúncia por parte de membros do programa ou de nossos usuários. O avanço da tecnologia e o aprendizado da plataforma a partir das denúncias do BPP ajudaram a reduzir em 41,2% o número de denúncias do BPP, em comparação com o relatório anterior, referente ao primeiro semestre do ano passado. O número de denúncias é proporcionalmente pequeno quando consideramos o volume de itens anunciados diariamente no nosso e-commerce. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo assim, em cooperação com os titulares de DPI, investimos para diminuir cada vez mais anúncios infratores, sempre com foco na melhor experiência do usuário. Somente no último semestre de 2021, o BPP cadastrou mais de 27 mil novos direitos. A abordagem do programa é multidisciplinar, envolve mais de 10 diferentes áreas da empresa, que trabalham em conjunto com milhares de marcas de toda região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Divulgado semestralmente desde 2021, o nosso Relatório de Transparência reúne ações e resultados com base em quatro eixos de atuação: requerimento de informações, segurança e qualidade dos produtos, proteção dos direitos de propriedade intelectual e proteção da privacidade. A terceira edição mostrou, ainda, que quase 6 milhões de anúncios foram removidos da plataforma na América Latina, entre julho e dezembro do ano passado, volume que representa cerca de 1% dos mais de 585 milhões de anúncios publicados no período, evidenciando a eficiência das ferramentas e iniciativas de proteção. Na comparação com o primeiro semestre de 2021, a quantidade de anúncios que precisaram ser moderados caiu 27%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Do total de anúncios moderados no período, 99,15% foi detectado proativamente pelas equipes interdisciplinares de prevenção a fraudes, que atuam apoiadas por tecnologias baseadas em inteligência artificial e machine learning. Essas ferramentas aprendem com as denúncias e exclusões, permitindo a mediação automática de conteúdos suspeitos. Na média, para cada denúncia recebida, o sistema da plataforma remove oito vezes mais anúncios irregulares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Como vocês orientam seus vendedores a atuarem dentro da plataforma do Mercado Livre?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Igor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Mercado Livre fornece informações claras e detalhadas das suas políticas nos Termos e Condições de Uso e, sempre que possível, realiza ações de comunicação e sensibilização sobre o Brand Protection Program como parte de seu programa educacional para vendedores. Nesses momentos, destacamos especialmente a importância de não infringir direitos de terceiros ao vender na nossa plataforma. Essas iniciativas evoluíram com um conjunto de conteúdos disponíveis publicamente. Na seção de ajuda, no painel dos vendedores, é possível encontrar informações, como funcionamento do BPP, orientações ao vendedor quando recebe uma notificação de infração, como responder a denúncias de titulares de direitos, boas práticas para evitar infrações e um conjunto de ferramentas de recomendações para evitar infrações de direitos de terceiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de constantes eventos com vendedores da nossa plataforma, em 2021, desenvolvemos uma nova seção com conteúdo criado em colaboração com os titulares dos direitos para oferecer aos usuários informações específicas de marcas, como perfil, canais de distribuição, dicas de como identificar produtos piratas, informação de contato e outros detalhes relevantes. Essas informações estão disponíveis tanto para compradores quanto para vendedores, a fim de capacitar os compradores do Mercado Livre a tomar decisões mais embasadas e, ao mesmo tempo, alertar os vendedores para evitar infrações de direitos de propriedade intelectual de terceiros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esses conteúdos melhoram a experiência dos usuários do nosso marketplace. Em caso de denúncia, após entrar em processo de análise, o anúncio é pausado e não fica mais visível. A partir desse momento, o vendedor tem o prazo de quatro dias para contestar a denúncia. Depois, o denunciante tem o mesmo prazo para retirar a denúncia ou ratificá-la. Neste último caso, o anúncio é removido permanentemente e o comportamento do vendedor é analisado para determinar qual sanção será aplicada, que pode ir desde uma advertência, suspensão temporária ou até o encerramento definitivo da conta. Devido ao trabalho de informação e educação junto aos nossos usuários, em média, mais de 75% dos vendedores denunciados mudam de comportamento e não voltam a infringir as regras da plataforma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Como vocês enxergam o crescimento no Brasil de grandes marketplaces que comercializam produtos que infringem a propriedade intelectual?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Igor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Infrações de propriedade intelectual são um problema comum, mas não menos grave, no comércio eletrônico global. Hoje, já é possível identificar programas de proteção em algumas plataformas de e-commerce, que os adapta às suas necessidades e mercados em que atuam. No ecossistema do Mercado Livre, oferecemos uma ferramenta de denúncias gratuita e de uso fácil, com uma única conta, que permite aos proprietários de DPI ou seus representantes denunciar, individual ou massivamente, publicações com supostas infrações em todos os 18 países onde operamos. Com o uso de tecnologia, as ferramentas de machine learning nos permitem proativamente remover produtos falsificados e piratas de maneira similar às denúncias efetuadas pelos membros do BPP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em julho, participamos do Seminário “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/pt-br/propriedade-intelectual/noticias/2022/06/seminario-combate-a-pirataria-e-economia-digital-o-papel-das-plataformas-de-comercio-eletronico" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Combate à Pirataria e Economia Digital: o papel das plataformas de comércio eletrônico
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, promovido pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), em parceria com a Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia. Na ocasião, apresentamos nossas boas práticas com iniciativas preventivas e de enfrentamento às violações de Propriedade Intelectual e de produtos proibidos, observando o Guia Antipirataria do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), ao qual aderimos em agosto de 2021. A adesão ao guia  foi mais um passo importante na promoção da integridade e do desenvolvimento do e-commerce brasileiro, que se soma a outras frentes de cooperação que mantemos com o poder público e a iniciativa privada.  Além de formalizar publicamente o compromisso que já temos há mais de 20 anos com o tema, o guia oferece boas práticas e orientações para a implementação de medidas de combate à pirataria, a fim de inviabilizar receitas provenientes da venda de produtos e serviços que violem a propriedade intelectual. A adesão foi um marco para a empresa e para o setor de e-commerce, dado o poder do impacto e a interlocução que temos com milhares de empresas, usuários e marcas no Brasil e região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE: Como vocês enxergam a cooperação do Mercado Livre com marcas e associações no combate ao mercado ilícito?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Igor:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nossa cooperação contínua com marcas, associações e poder público é imprescindível. Nosso compromisso com a proteção dos DPI, do qual titulares de marcas fazem parte, é robusto. Entendemos também que atuando colaborativamente com associações, cujos objetivos sejam semelhantes, geramos sinergia com boas práticas contra a falsificação e a pirataria em todo mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já firmamos acordos de colaboração com diferentes autoridades, câmaras e associações pela América Latina, com foco em agendas diversas, entre elas a propriedade intelectual. No Brasil, colaboramos com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, além do Ministério Público, Inmetro, Ancine, ABDR, Procons e Proteste. Além disso, mantemos diálogos abertos com outras autoridades públicas no intuito de construirmos, de forma fluída e cooperativa, boas práticas similares alinhadas às demandas  da iniciativa privada e aos interesses da sociedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Especificamente em propriedade intelectual, já firmamos acordos com diferentes partes interessadas, tais como a Cámara Argentina del Libro (CAL), Cámara Colombiana del Libro, Cámara Argentina de Productores de Fonogramas e Videogramas (CAPIF), Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Associação Nacional de Emissoras do Uruguai (ANDEBU). Além disso, renovamos um acordo de cooperação com o Instituto Nacional de Defesa da Concorrência e Proteção da Propriedade Intelectual (INDECOPI), no Peru, para proteção dos DPI. Outros acordos estão em negociação na região.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Foto_2_-_Igor_%28beta_continuo%29+%281%29.jpg" length="264936" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:11:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-igor-d-araujo-fala-sobre-o-engajamento-do-mercado-livre-brasil-em-protecao-as-fraudes-e-ao-comercio-de-produtos-piratas</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Foto_2_-_Igor_%28beta_continuo%29+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Foto_2_-_Igor_%28beta_continuo%29+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quais são as nuances e desafios em torno do debate da reforma tributária no Brasil?</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/quais-sao-as-nuances-e-desafios-em-torno-do-debate-da-reforma-tributaria-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil tem importantes desafios a serem enfrentados na discussão e aprovação de reformas estruturantes, que corrijam as rotas equivocadas escolhidas no passado e que efetivamente propiciem a prosperidade tão evidentemente alcançável para um país com tamanhas riquezas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Possivelmente, a reforma mais difícil de ser endereçada é a tributária. O Brasil possui um sistema demasiadamente complexo, inseguro do ponto de vista técnico e jurídico, com carga elevadíssima e mal distribuída, portanto, injusta, que produz alocação ineficiente de recursos, perversas distorções de peso entre os contribuintes e uma brutal informalidade. Trata-se do que passou a ser chamado de “manicômio tributário”, um dos principais, se não o principal, fator negativo entre todos os itens que compõem o “custo Brasil”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sendo assim, seria razoável imaginar que toda a sociedade, principalmente o setor empresarial, estaria em plena sintonia com os representantes que serão eleitos ao Executivo e Legislativo nos âmbitos Federal e Estadual, para discutir e aprovar uma reforma tributária o mais rapidamente possível.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Lamentavelmente, não é o caso. Não foi nos últimos vários governos que passaram e é possível arriscar, sem grandes chances de errar, de que não será no próximo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São diversos os fatores que levam a essa contradição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            É evidente que no campo político há enormes dificuldades de entendimento entre o Governo Federal, os 27 Estados e os mais de 5 mil municípios que disputam o poder da governança e regulação do sistema, além de arrecadação e destinação dos recursos. Esse obstáculo é amplamente conhecido e, por isso, faz parte das discussões de maneira aberta e transparente. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por outro lado, é o interesse e o posicionamento do setor privado que parecem não estar totalmente claros, pelo menos não de forma pública, objetiva e transparente para uma discussão mais democrática com toda a sociedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, o sistema tributário é tão complexo, que até mesmo reduções de carga de impostos encontram fortes resistências de onde nunca deveriam vir – do próprio setor privado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os famosos “puxadinhos” oriundos, por exemplo, de zonas incentivadas, guerra tributária estadual, programas estaduais de desenvolvimento portuários, programas de desenvolvimento regionais, entre muitos outros, que produziram uma teia de interesses tributários difusos no setor privado, em especial no setor industrial, até mesmo conflitantes dentro de um mesmo setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para ilustrar esse possível interesse contraditório, observa-se como exemplo um importante grupo industrial que possui ações negociadas na Bolsa de Valores, cuja publicação de resultados faz referência a um amplo conjunto de incentivos tributários gozados em suas operações. No âmbito federal, a empresa conta com redução de 75% do Imposto de Renda e Adicionais calculados com base no lucro da exploração. No âmbito estadual, a empresa goza de 7 diferentes programas de benefícios fiscais que, de diferentes formas, reduzem entre 75% a 99% do ICMS a ser pago. Ainda no campo estadual, a empresa possui 2 regimes especiais exclusivos às suas operações, que conferem benefícios de diferimentos parciais de ICMS. Apenas um grupo industrial, 10 diferentes regimes de incentivos fiscais usufruídos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um grupo industrial do porte usado nesse exemplo (mais de R$ 2 bilhões de faturamento anual) possivelmente tem posicionamento contrário a uma reforma tributária, que o colocaria em pé de igualdade a outras empresas que não gozam de tantos benefícios. Ao mesmo tempo, em público, possivelmente defende que o sistema tributário brasileiro é caro e complexo e, por isso, precisa de compensações para seguir operando no país, inclusive por meio da baixa integração internacional, pois o sistema tributário brasileiro lhe tira competitividade e, por isso, ela não pode competir globalmente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ou seja, um importante grupo industrial, como o descrito no exemplo, pode ter trabalhado, e seguir trabalhando, contra o andamento de qualquer discussão de reforma tributária, ainda que de forma reservada, não transparentemente sobre a mesa. O trabalho de defesa de seus interesses certamente envolve a articulação com diversos representantes políticos, especialmente os pertencentes aos estados e municípios onde a empresa tem operações. Alimenta-se, assim, ainda mais o “impasse” político em torno da reforma tributária.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não está claro para o público em geral, tampouco para os políticos, quais são as empresas que possuem benefícios fiscais, quais são os benefícios, quanto cada empresa efetivamente recolhe de tributos, entre outros detalhes. O fato é que não existe “almoço grátis” e alguém sempre está pagando uma conta que o outro está deixando de pagar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As contribuições do setor privado para o debate da reforma tributária precisam, portanto, passar da superficialidade de que o setor é favorável à uma reforma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas as nuances precisam estar sobre a mesa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso ter maior clareza, transparência e detalhamento dos números e do posicionamento de cada setor. É preciso identificar as discrepâncias e desbalanceamentos, encontrando, assim, um novo sistema que seja justo e eficiente para o desenvolvimento do Brasil e não para acomodar os milhares de interesses particulares que foram produzidos a partir do manicômio que nós brasileiros criamos e alimentamos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O setor privado precisa dar o exemplo de compromisso que o Brasil tanto precisa dos representantes políticos, que em breve serão eleitos. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-urgent-deadlines-concept-2022-01-05-19-40-19-utc.jpg" length="184302" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Sep 2022 20:00:23 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/quais-sao-as-nuances-e-desafios-em-torno-do-debate-da-reforma-tributaria-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Em entrevista, diretor-executivo do Instituto Rever reflete sobre os maiores desafios da logística reversa no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-diretor-executivo-do-instituto-rever-reflete-sobre-os-maiores-desafios-da-logistica-reversa-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fernando Rodrigues  explica os benefícios da logística reversa para o meio ambiente, e como o setor empresarial deve se engajar nesta causa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os cuidados com o meio ambiente estão cada vez mais presentes nas pautas de políticas públicas, e não poderia ficar de fora das preocupações do meio corporativo também. Iniciativas ESG propõem que as empresas se tornem cada vez mais alinhadas com as necessidades de inclusão social, governança responsável, e cuidados com as questões ambientais. Umas das alternativas que podem ser aplicadas é a de logística reversa, proposta pelo Instituto Rever, um parceiro da Ápice.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A logística reversa é um instrumento de desenvolvimento econômico e social, que viabiliza a coleta de resíduos sólidos do setor empresarial, para reaproveitamento ou outra destinação final ambientalmente adequada. Ela gera também empregos para centenas de pessoas que fazem a coleta de diversos materiais, como como lâmpadas, pneus, medicamentos, óleo e pilhas, bem como para produtos comercializados em embalagens plásticas, metálicas ou de vidro, e aos demais produtos e embalagens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para entender melhor sobre o assunto, e seus desafios no Brasil, a ÁPICE convidou Fernando Rodrigues, diretor executivo do Instituto Rever, para uma conversa. Confira abaixo a entrevista na íntegra. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Qual é o papel do Instituto Rever na cadeia de logística reversa?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O Instituto Rever é uma associação sem fins lucrativos, com atuação no âmbito nacional e foco na logística reversa das embalagens em geral. Trata-se de uma entidade gestora que atende ao que preconiza o Decreto Federal nº 11.044, de 13 de abril de 2022. Ele 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é administrado por entidades representativas com a finalidade de estruturar, implementar e operacionalizar o sistema de logística reversa de embalagens em modelo coletivo. Além disso, o Instituto Rever está devidamente cadastrado no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) e autorizado a emitir o Certificado de Crédito de Reciclagem, Recicla+.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Destaca-se que, de acordo com o referido decreto, somente entidades gestoras estão aptas a emitir o certificado de crédito de reciclagem para fins de comprovação de logística reversa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Qual é a importância das entidades setoriais dentro desta cadeia?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quando se fala em logística reversa, a participação de entidades setoriais que representam os fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes é essencial. Isso se dá devido à representatividade proporcionada por tais entidades, bem como, pelo número de empresas por elas abarcadas. Através da participação das entidades setoriais nas entidades gestoras, por exemplo, há o fortalecimento daquele sistema de logística reversa, tornando-o mais representativo em números e importância. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Qual é o papel da iniciativa privada e a pública dentro do processo de logística reversa? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O papel do setor empresarial é estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos/embalagens após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos. Assim, cabe aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes comprovarem que determinada massa de produtos ou embalagens colocada no mercado foi restituída ao setor empresarial, para reaproveitamento, ou teve outra destinação final ambientalmente adequada. Ressaltando que o setor de reciclagem no Brasil ainda necessita de investimentos para seu desenvolvimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O sistema de compensação ambiental pela comercialização dos certificados de créditos de reciclagem, por exemplo, consiste na remuneração direta de organizações de coleta e triagem de material reciclável (cooperativas e operadores privados homologados), dado que emitam notas fiscais de compra e venda de material para indústrias recicladoras e/ou transformadoras. Dessa forma, esses operadores recebem a receita acessória da comercialização dos créditos, possibilitando que haja investimentos na melhoria de sua capacidade de coleta, triagem, entre outros. Já o poder público tem o papel de viabilizar a implantação de programas e sistemas de logística reversa de forma que essa cadeia seja desenvolvida. Isso pode se dar através de regulamentos ou Termos de Compromissos e Acordos Setoriais firmados com o setor privado. Além disso, também é papel do poder público realizar a fiscalização, através do acompanhamento da implantação dos sistemas de logística reversa bem como dos resultados por eles apresentados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são as principais dificuldades de implementação da logística reversa no Brasil? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É possível destacar as dimensões continentais do país, bem como os desafios na área de infraestrutura, que acabam encarecendo o processo de retorno dos produtos e embalagens sujeitos à logística reversa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro ponto é que alguns estados no Brasil não possuem uma cadeia estruturada de reciclagem para determinados materiais. Isto acontece com o vidro, principalmente nos estados do norte e nordeste, por exemplo. Não encontramos recicladores de todos os tipos de material em todas as regiões do país, o que demanda maiores investimentos para o desenvolvimento da cadeia daquele material em determinada região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quando se trata de embalagens, precisa ser interessante e viável economicamente a coleta dos materiais para sua comercialização como reciclável. Quando não há recicladores próximos ao local de coleta, o custo logístico muitas vezes não compensa a operação e aí entra a necessidade de aportar uma receita acessória aos operadores, viabilizando o processo. Além disso, cabe destacar que o mercado da reciclagem ainda é muito informal em nosso país, o que dificulta a estruturação de projetos, o controle de escala e previsibilidade de materiais, dentre outros pontos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           É possível criar uma cadeia 100% sustentável de produção e reutilização de resíduos? Como?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa resposta depende muito do setor que está sendo considerado, já que os processos de produção e destinação, evidentemente, variam de produto para produto. Em todo caso, alguns setores já conseguem sim ter um melhor uso dos recursos, com a aplicação de novos modelos de negócios, bem como, com a otimização de seus processos. É dentro deste cenário que surge a economia circular, forma de repensarmos o modelo de desenhar, produzir e comercializar produtos para garantir o uso e a recuperação inteligente dos recursos naturais, tudo isso sem comprometer as necessidades das gerações futuras.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-sorting-different-waste-girl-holding-a-plas-2022-02-02-03-58-26-utc.jpg" length="431670" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 01 Aug 2022 19:24:10 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-diretor-executivo-do-instituto-rever-reflete-sobre-os-maiores-desafios-da-logistica-reversa-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Beach Tennis cresce como ferramenta de inclusão social no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/beach-tennis-cresce-como-ferramenta-de-inclusao-social-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conheça projetos sociais que promovem a modalidade pelo país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Beach Tennis é o novo queridinho dos brasileiros! E a prova disso são as diversas iniciativas que estão sendo criadas para incentivar a prática e democratizar ainda mais o acesso da população a este esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com uma infraestrutura relativamente barata e por ser um esporte de fácil aprendizagem, a modalidade tem tido uma ampla adesão de todas as classes sociais, apesar dos entraves econômicos de acesso aos equipamentos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como foi apresentado em diversos documentos da ÁPICE, a alta carga tributária aplicada sobre produtos esportivos, em especial nas raquetes de beach tennis, prejudica o mercado e deixa o consumo do segmento muito abaixo do seu real potencial, criando a ideia equivocada de que o beach tennis é um esporte caro, praticado pelas classes mais favorecidas da população brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já existem pesquisas e matérias que mostram como a modalidade impulsiona a inclusão social, abrangendo todas as idades, gêneros, biotipos e classes sociais. Conheça abaixo algumas iniciativas espalhadas pelo país que através do Beach Tennis, promovem a inclusão social:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=qW2RIxQF398" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Projeto Belary
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            fica em Teresina, no Piauí, e é idealizado e coordenado pela atleta Isabel Soares. Seu foco é fazer a diferença na vida de crianças da Zona Leste de Teresina através do esporte.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com o objetivo de proporcionar aos jovens a oportunidade de conhecer e praticar o beach tennis, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://jornalibia.com.br/esporte/projeto-social-de-beach-tennis-vai-atender-alunos-da-lena-pithan/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Projeto Move.on
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            foi criado no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul. A parceria com a Prefeitura Municipal e com a Arena Move.on já tem feito a diferença na vida dos estudantes da cidade.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em uma parceria com a Arena Campos Beach, o Centro Universitário UNIFAE lançou o projeto social
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.guiasaojoao.com.br/noticias/unifae-lanca-projeto-social-de-beach-tennis-3487" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Beach Tennis School Jr
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que atende crianças e adolescentes de baixa renda na cidade de São João da Boa Vista, em São Paulo, dando a esses jovens a oportunidade de praticar a modalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Já a população de Belo Horizonte foi presenteada com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://viralizabh.com.br/sugestao-barreiro-recebe-quadra-de-beach-tennis-para-desenvolvimento-de-projeto-social/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           quadras de Beach Tennis no Viaduto das Artes
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , localizado na região do Barreiro. O projeto visa promover a integração entre esporte e educação, atendendo crianças e jovens estudantes em situação de vulnerabilidade social na capital mineira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/2022/04/aulas-de-beach-tennis-para-alunos-da-rede-municipal-comecam-nesta-quarta-13-37643" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Projeto Mar Dourado
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , da Prefeitura de Vila Velha, em Itaparica, junto com o Point Mar Dourado de Beach Tennis, visa inserir a modalidade entre os esportes educacionais ofertados nas escolas públicas. Serão oferecidas aulas gratuitas para todos os estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental do município.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fabio Vieira, após ter mudado sua vida completamente quando conheceu o beach tennis, resolveu implementar a modalidade no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ge.globo.com/outros-esportes/noticia/beach-tennis-aproxima-praia-e-periferia-atraves-de-projeto-social.ghtml" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Centro de Treinamento de Nilópolis
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , no Rio de Janeiro. Seu objetivo, mais do que ensinar o esporte, é proporcionar às crianças em condição de vulnerabilidade social a sensação de pertencimento a lugares que até então lhes eram negados. Com seu projeto, ele busca trazer orgulho e dignidade para os jovens da sua cidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para além dessas iniciativas, grandes empresas privadas também têm investido na construção de quadras públicas de beach tennis em todo o Brasil, como é o caso
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://placar.abril.com.br/coluna/entorta-varal/nike-inaugura-quadras-esportivas-no-parque-ibirapuera-em-sao-paulo/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           quadras de areia no Parque Ibirapuera
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , construídas por uma das associadas da ÁPICE, em parceria com a gestora do parque.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE acredita que iniciativas como essas são uma grande oportunidade para construir espaços esportivos em lugares públicos através da ajuda financeira do setor privado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso essa prática esportiva seja fomentada através da redução dos impostos de raquetes, o beach tennis deixaria de ser considerado um esporte caro, já que o preço dos equipamentos é o principal motivo da falta de acessibilidade econômica ao esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Consequentemente, o Brasil ficaria no mapa prioritário de interesse das marcas globais, que poderiam também fazer mais investimentos com construção de espaços esportivos, promovendo maior consumo, atratividade à atividade física, ao esporte, clubes e atletas, movimentando a enorme cadeia econômica da modalidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-adult-woman-playing-beach-tennis-outdoors-2022-03-01-22-15-32-utc.jpg" length="203096" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 24 Jun 2022 18:24:35 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/beach-tennis-cresce-como-ferramenta-de-inclusao-social-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-adult-woman-playing-beach-tennis-outdoors-2022-03-01-22-15-32-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-adult-woman-playing-beach-tennis-outdoors-2022-03-01-22-15-32-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Apenas 10 Confederações Brasileiras Olímpicas cumprem a meta do COI de inclusão feminina em cargos de liderança, aponta estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apenas-10-confederacoes-brasileiras-olimpicas-cumprem-a-meta-do-coi-de-inclusao-feminina-em-cargos-de-lideranca-aponta-estudo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados foram apresentados durante evento promovido pela ONU Mulheres
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apesar dos avanços, ainda vemos pouca representatividade feminina nos ambientes esportivos. Seja nas equipes de atletas, seja na gestão de empresas, clubes e comitês.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Pensando nisso, a ONU Mulheres realizou o Webinário “Chamada para Ação: por mais meninas e mulheres no esporte”, junto a organizações esportivas e personalidades, como a ex-ginasta Daiane dos Santos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Durante o evento, que aconteceu de forma remota, a entidade apresentou alguns dados preliminares da pesquisa “Políticas de igualdade de gênero e inclusão das mulheres: mapeamento das organizações esportivas nacionais e internacionais”, que será lançada em breve pela ONU Mulheres. O estudo trará um diagnóstico dos desafios que ainda existem para alcançar a equidade de gênero nas principais entidades esportivas no Brasil e no mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo quantitativo mostrou que apenas dez das 34 Confederações Brasileiras Olímpicas desenvolvem políticas ou ações direcionadas para mulheres nos esportes, cerca de 29% dos grupos levantados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apenas duas confederações apresentavam mulheres no cargo máximo de gestão esportiva (6%), e 11 no cargo de vice-presidente da entidade (32%). A representação feminina em conselhos ou comissões das confederações também é minoritária, usualmente elas são votadas ou encaminhadas para espaços organizacionais, como representantes de atletas de suas modalidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, das 34 das Confederações Brasileiras Olímpicas, somente dez cumprem a meta do Comitê Olímpico Internacional (COI) de inclusão mínima de 30% de mulheres na principal estrutura da gestão executiva da entidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso continuar debatendo sobre o assunto e criar ações estratégicas duradouras para promover maior diversidade nas instituições, visando um mundo mais justo em oportunidades.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/female-athlete-swimming-in-pool-2022-02-02-05-06-59-utc.jpg" length="322836" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 10 Jun 2022 17:40:14 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/female-athlete-swimming-in-pool-2022-02-02-05-06-59-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Beach tennis: porque a redução tarifária de raquetes é necessária e urgente para a consolidação do esporte no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/beach-tennis-porque-a-reducao-tarifaria-de-raquetes-e-necessaria-e-urgente-para-a-consolidacao-do-esporte-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em maio de 2022, a ÁPICE apresentou pleito de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           redução tarifária do Imposto de Importação para raquetes de beach tennis. Esta é uma importante sinalização de política pública para que a população tenha acesso ao esporte, a fim de consolidá-lo de forma estruturada no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A população brasileira descobriu uma grande afinidade pela modalidade esportiva, tornando-se o país com maior número de praticantes. Hoje, o Brasil sedia aproximadamente 90% de todos os torneios do esporte e se profissionaliza à medida que a participação de atletas brasileiros sobe no ranking mundial. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A importação das raquetes de beach tennis é indispensável para o abastecimento do mercado nacional, uma vez que garante maior diversidade na oferta e melhores condições comerciais para todos os consumidores.  A manutenção do Imposto de Importação na alíquota atual restringe a capacidade do setor de investir no mercado brasileiro, limitando a visibilidade e promoção desta modalidade esportiva pela sociedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Atualmente, as raquetes de beach tennis são itens relativamente caros, sendo que algumas sequer chegam a ser comercializadas no país por conta da alta tributação de importação. A ÁPICE acredita que a redução da alíquota sobre esse produto irá aumentar as vendas, e também justificar os investimentos necessários para produção local. Tal movimento traria mais tecnologia, inovação e desenvolvimento para a indústria nacional, além de recolocar o Brasil no mapa prioritário de interesse das marcas globais, promovendo maior consumo e atratividade à atividade física, esporte, clubes etc. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O crescimento do esporte acaba movimentando outros setores e gerando empregos, não só na produção de artigos esportivos, como raquetes e bolinhas, mas também na construção de quadras, fabricantes de redes, patrocinadores, comércio, professores de educação física, entre muitos outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O incentivo à práticas desportivas formais e não-formais, além de ser dever constitucional do Estado, também interfere diretamente na boa saúde dos praticantes, que trazem menos gastos ao serviço público ou particular da saúde; geram empregos diretos e indiretos e precisam de esforços conjuntos do setor público e privado para serem fomentadas. Ao tributar raquetes de beach tennis de forma exagerada, a política pública está privando em maior proporção a população de menor renda de ter acesso a esses itens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por tanto, a redução do imposto de importação das raquetes de beach tennis é uma medida importante que contribuirá, tanto para a modalidade do beach tennis, como para diversos setores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE acredita que as políticas públicas para o esporte devem ser efetivas. Dar acessibilidade econômica é o que fomenta todo esse ecossistema, e tem consequências para além dele: traz benefícios horizontais para toda população.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Banner.png" length="349553" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 06 Jun 2022 12:36:16 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Banner.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Em entrevista, Edson Vismona apresenta os principais desafios do combate ao mercado ilegal no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-edson-vismona-apresenta-os-principais-desafios-do-combate-ao-mercado-ilegal-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mercado de contrabando no Brasil gera rombos bilionários para a economia anualmente – e um dos setores mais afetados com a falsificação de ilegalidade é o de produtos esportivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE conversou com o Presidente Executivo do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), Edson Vismona para entender melhor os desafios e medidas que podem ser tomadas para reverter o cenário alarmante do mercado ilegal no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            Confira a entrevista na íntegra abaixo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são os maiores desafios da atualidade para fiscalizar produtos contrabandeados no Brasil hoje?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A grandeza do Brasil, assim como atrai investimentos, exerce também forte atração para quem atua na ilegalidade. Os 17 mil km de fronteiras, as dezenas de portos e aeroportos representam um grande desafio para combater a entrada ilegal de produtos. Vale dizer que devem ser feitas ações integradas e coordenadas das nossas forças policiais, de repressão ao crime. Mas, temos que enfrentar o outro lado da ação criminosa: a demanda. E nesse quesito, o preço é o grande diferencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O consumidor é atraído pelo preço baixo, resultado da alta carga tributária que onera os setores produtivos brasileiros. O ilegal não paga impostos, não investe em qualidade, e tampouco respeita normas técnicas, portanto tem enorme vantagem competitiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são as diferenças entre o mercado ilegal há 10 anos atrás e hoje em dia?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Via internet, o marketplace cresceu exponencialmente, um grande avanço nas relações comerciais. Entretanto, o criminoso percebeu que também poderia ocupar esse espaço, e a oferta de produtos ilegais cresceu em um ritmo geométrico, representando um grande desafio para a indústria e comércio na contenção dessas ofertas feitas no mercado eletrônico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são os principais produtos falsificados comercializados hoje no Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O FNCP realiza anualmente um levantamento de perdas junto aos setores mais afetados pela ilegalidade (contrafação, falsificação, contrabando, pirataria e fraudes). No ano de 2021, essas perdas atingiram o montante de R$ 205,8 bilhões. A evasão fiscal chegou ao valor de R$ 94,7 bilhões. Portanto, somadas essas perdas chegamos a R$ 300,5 bilhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os setores que apontaram essas perdas são: vestuário; combustíveis; higiene pessoal, perfumes e cosméticos; bebidas alcoólicas; defensivos agrícolas; TV por Assinatura; cigarros; material esportivo; óculos; computadores; softwares; celulares; audiovisual; perfumes importados e brinquedos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são as medidas mais eficazes para diminuir o contrabando?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atacar a oferta com ações integradas e coordenadas das forças policiais e Receita Federal, desde as fronteiras, portos e aeroportos, passando pelas rodovias até o comércio das cidades. Ou seja, uma ação sistêmica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E também temos que fazer a demanda diminuir. Para isso, é necessário reduzir a alta carga tributária que onera a produção e o comércio nacional. Assim, teremos preços  mais competitivos e mais acessíveis aos consumidores. Para tanto, devemos ter uma real reforma tributária, que avalie profundamente o nosso mercado, examinando toda a cadeia produtiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Existem outros países que o Brasil pode usar como exemplo para implementação de políticas públicas para reduzir o poder do mercado ilegal?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os EUA e a Europa têm recursos mais vastos para o combate e leis mais duras. A falta de investimentos nas nossas forças policiais e Receita Federal tem direta repercussão no combate à ilegalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A não realização de concursos para contratação de agentes públicos, e o baixo investimento em recursos materiais e tecnológicos prejudicam as nossas ações que, somadas às leis brandas, aumentam a sensação de impunidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quais são os projetos em vista para serem colocados em prática?
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Temos várias frentes. Na parte legislativa, precisamos de leis mais atuais, como o PL 333/99, que aumenta as penalidades para quem cometer crime contra marcas, patente de registro, indicações geográficas e concorrência desleal, que está pronto para ser votado (há 23 anos em tramitação).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Precisamos também estimular e apoiar constantemente as ações de repressão à oferta e à demanda; desarticular as ofertas de produtos ilegais pelo mercado eletrônico; ampliar os quadros funcionais de agentes públicos (Receita, polícias e órgãos reguladores) destinados à fiscalização do mercado; e trabalhar fortemente na conscientização dos consumidores sobre os malefícios do mercado ilegal. Esses são projetos contínuos que merecem toda a atenção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O que mais te preocupa com o aumento da influência de marketplaces internacionais não regulamentados no Brasil?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A sensação de impunidade. Por operarem fora do Brasil, esses marketplaces não podem ser alcançados pelas nossas leis, que devem ser mais rígidas para inibir a ação criminosa. Felizmente, temos identificado nessas plataformas uma ação mais cooperativa para combater a ilegalidade, afinal, são grandes empresas com ações nas bolsas internacionais, regras de compliance e, obviamente, não podem ser lenientes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os Guias de Boas Práticas de E-commerce e de meios de pagamentos, editados pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), foram muito importantes nesse chamado público de alinhamento com a lei. Temos que avançar para que os marketplaces sejam proativos combatendo a oferta e não somente reativos retirando somente via denúncias apresentadas pelos titulares de direitos, mas como disse, estamos melhorando.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/containers-on-cranes-in-export-terminal-port-2022-03-21-12-37-56-utc.jpg" length="456047" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 May 2022 15:34:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/em-entrevista-edson-vismona-apresenta-os-principais-desafios-do-combate-ao-mercado-ilegal-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/containers-on-cranes-in-export-terminal-port-2022-03-21-12-37-56-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/containers-on-cranes-in-export-terminal-port-2022-03-21-12-37-56-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Redução tarifária sobre raquetes estimula a modalidade do tênis no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/reducao-tarifaria-sobre-raquetes-estimula-a-modalidade-do-tenis-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Medidas como essa fomentam práticas esportivas de maneira efetiva, trazendo benefícios horizontais à toda população.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A redução do Imposto de Importação de raquetes entrou em vigor em agosto de 2021, e desde então, já foi possível observar resultados positivos dessa medida no Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Com a medida, o preço das raquetes diminuiu, e, consequentemente, a população passou a ter mais acesso à aquisição destes produtos e mais estímulos para praticar a modalidade.  A jornada é longa. O Brasil ainda tem muito mercado potencial a ser explorado. Mesmo com o recente interesse do brasileiro por esse tipo de atividade. De acordo com o relatório do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://itf.uberflip.com/i/1401406-itf-global-tennis-report-2021/0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ITF Global Tennis Report 2021
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            apenas cerca de 3% da população brasileira pratica tênis, um número modesto se comparado a outras nações vizinhas muitos menores que o Brasil. Segundo o estudo, só a Colômbia tem cerca de 4,1% de praticantes no mundo todo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A medida, no entanto, já tem se mostrado eficaz. Segundo o Global Tennis Report 2021, houve um aumento de 0,4% de praticantes brasileiros de tênis em 2021, quando a medida entrou em vigor, comparado ao ano de 2019. Fora a atração de investimentos para atletas, clubes e eventos da modalidade, que vem crescendo significativamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            “Essa realidade pode melhorar se conseguirmos tornar itens esportivos mais acessíveis. Altos preços não estimulam a prática de esportes, pelo contrário: elitizam as atividades”, afirma Renato Jardim, Diretor executivo da ÁPICE.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “O Brasil é um país tropical, perfeito tanto para o tênis quanto para outros esportes com raquetes, e a população já demonstrou muito interesse! Aqui na ÁPICE ressaltamos que  medidas de redução tarifária são importantes para efetivamente fomentar práticas esportivas de maneira horizontal para a toda população”, conclui Jardim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-girl-training-on-a-tennis-court-2022-02-01-22-38-18-utc.jpg" length="418007" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 20 May 2022 18:43:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/reducao-tarifaria-sobre-raquetes-estimula-a-modalidade-do-tenis-no-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-girl-training-on-a-tennis-court-2022-02-01-22-38-18-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/a-girl-training-on-a-tennis-court-2022-02-01-22-38-18-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil ganha cada vez mais espaço no cenário mundial do Beach tennis</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/brasil-ganha-cada-vez-mais-espaco-no-cenario-mundial-do-beach-tennis</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em meio a tantas modalidades esportivas, uma em especial ganha cada vez mais espaço no Brasil: o beach tennis. Segundo a Federação Internacional de Tênis (ITF), houve um crescimento de 12% na presença de brasileiros praticantes do esporte entre janeiro e abril de 2022. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, o esporte se profissionaliza à medida que vemos um crescimento significativo de brasileiros nos rankings mundiais. Segundo a ITF, apenas no ano de 2022, a participação de brasileiros no ranking mundial subiu de 15,52% do total em janeiro para 20,84% em abril no masculino; mulheres foram 13,03% para 18,33% no mesmo período. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta movimentação tem atraído patrocinadores que investem em torneios para amadores e profissionais. "Praticamente 90% dos torneios de beach tennis do mundo estão no Brasil", diz Michelle Cappelletti, filho de um dos pioneiros da modalidade na Itália, em entrevista para o Correio Braziliense. O país europeu é considerado o berço do esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de eventos, o beach tennis aquece outros mercados que ultrapassam, inclusive, as áreas litorâneas. Outros setores da economia relacionados ao esporte são aquecidos, movimentando o mercado que envolve não apenas raquetes, bolinhas e vestuário, mas também construção de quadras, fabricantes de redes, patrocinadores, comércio, professores de educação física, entre muitos outros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como exemplo, as empresas pioneiras em arenas de beach sports no Brasil, dobraram o faturamento entre 2020 e 2021. As quadras com chão de areia são ideais para a prática de futevôlei, vôlei de praia e beach tennis, e a expectativa é que o nicho continue a crescer em 2022.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-players-congratulating-each-other-aft-2021-08-29-19-24-51-utc.jpg" length="292013" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 13 May 2022 19:31:16 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/brasil-ganha-cada-vez-mais-espaco-no-cenario-mundial-do-beach-tennis</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-players-congratulating-each-other-aft-2021-08-29-19-24-51-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-tennis-players-congratulating-each-other-aft-2021-08-29-19-24-51-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE participa como convidada do seminário “Negócios digitais x Ilegalidade: o Brasil que queremos”</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-participa-como-convidada-do-seminario-negocios-digitais-x-ilegalidade-o-brasil-que-queremos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O evento realizado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo e pelo Poder360 discutiu os impactos da ilegalidade no varejo digital
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 28 de abril, a ÁPICE participou presencialmente em Brasília do evento “Negócios digitais x Ilegalidade: o Brasil que queremos”, realizado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e pelo Poder360.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O meio empresarial vem se articulando cada vez mais para entender e debater as consequências negativas que o comércio eletrônico não regulamentado pode provocar na economia brasileira. Bons exemplos são a venda de produtos falsificados e isonomia do tratamento tributário de empresas estrangeiras em comparação àquelas que trabalham de maneira formal no país.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em sua fala no seminário, o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PSD-AM), disse que o Brasil é um “convite à ilegalidade”, uma vez que os empreendimentos sofrem com altas tributações e encargos, que acabam encarecendo produtos e fomentando o mercado paralelo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ainda no evento, o deputado propôs algumas sugestões para a melhoria do varejo digital, como a exclusão de vendedores que comercializam produtos falsificados ou sem nota fiscal; isenção de impostos para remessas de até USD 50 de pessoas físicas exclusivamente para os Correios; atualização do Marco Civil da Internet e aumento da fiscalização de remessas postais que entram no Brasil via Correios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Desde logo parece claro que não está protegido pela liberdade de concorrência um suposto direito de vender sem pagar os tributos, de vender mercadoria falsa, de vender carga roubada. Ao contrário, essas condutas são a negação da livre concorrência”, explica Ramos ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.poder360.com.br/negocios-digitais-x-ilegalidade/marcelo-ramos-defende-melhorias-na-regulacao-de-vendas-online/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           portal do Podemos360.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1a7c5521-7874-4ea8-896b-876ffee6a4be.jpg" length="141486" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 06 May 2022 14:12:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-participa-como-convidada-do-seminario-negocios-digitais-x-ilegalidade-o-brasil-que-queremos</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1a7c5521-7874-4ea8-896b-876ffee6a4be.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1a7c5521-7874-4ea8-896b-876ffee6a4be.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Empresas brasileiras denunciam práticas desleais de marketplaces na internet</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/empresas-brasileiras-denunciam-praticas-desleais-de-marketplaces-na-internet</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a pandemia, houve uma explosão do comércio online. Um grande volume desse consumo foi feito em plataformas estrangeiras que não têm sede no Brasil, e que não estão sujeitas a nenhum tipo de fiscalização, tributação ou regulamentação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os denominados cross-borders, ou shoppings virtuais, praticam preços baixos e investem em propagandas de peças com grande apelo nas redes sociais, atrativos para o consumidor. Por trás disso, encontram-se estratégias que visam driblar as taxas da Receita Federal, gerando um grande prejuízo para o país, para a população, e outras empresas regulamentadas, já que essas estão sujeitas os devidos impostos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo um estudo feito pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a evasão fiscal e a não arrecadação do varejo totalizaram entre R$ 176 bilhões e R$ 225 bilhões em 2020. Desse valor, entre R$ 37 bilhões e R$ 48 bilhões são provenientes da evasão do varejo digital. As cross-borders são responsáveis por 70% desta quantia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            De acordo com Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE, a preocupação vai muito além da evasão fiscal. “Elas também importam para o país milhares de produtos falsificados, gerando outros tipos de prejuízos, inclusive à saúde.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-aponta-presenca-de-quimicos-perigosos-em-produtos-falsificados" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Um estudo recente
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            comprova que diversas peças pirateadas contém uma quantidade imensa de metais e químicos considerados perigosos à saúde”, comenta Renato. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Reação 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para tentar reverter essa situação, um grupo de empresários brasileiros formado por gigantes do varejo criou uma frente para cobrar os poderes Executivo e Legislativo de tomarem as devidas providências para fiscalizar e taxar devidamente essas empresas, mantendo o mercado competitivo e justo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Buscar criar um ambiente de negócios horizontal é um modo de prezar pelo livre mercado, aplicando as devidas normas do país às quais os empresários brasileiros também estão sujeitos. Além do mais, a ÁPICE tem um compromisso em combater o mercado ilegal de produtos falsificados, e regulamentar a entrada dessas empresas no Brasil, é um passo importante para o comércio nacional”, finaliza Renato.
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/trading-ship-2021-12-16-00-03-25-utc.jpg" length="365059" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Apr 2022 18:41:33 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/empresas-brasileiras-denunciam-praticas-desleais-de-marketplaces-na-internet</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/trading-ship-2021-12-16-00-03-25-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/trading-ship-2021-12-16-00-03-25-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Mercado de acessórios esportivos na linha de frente do ESG</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/mercado-de-acessorios-esportivos-na-linha-de-frente-do-esg</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Grandes empresas do setor lideram a agenda ESG através de diretrizes sustentáveis em suas cadeias produtivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A sigla ESG (Ambiental, Social e Governança, em livre tradução) está cada vez mais popular no mundo dos negócios. Ela foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de definir vários critérios e ações para tornar empresas mais sustentáveis, socialmente responsáveis, com atuação ética e transparente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mercado esportivo, várias marcas adotam práticas alinhadas com as diretrizes ESG. Essas medidas vão desde posicionamento nas redes sociais em prol de movimentos feministas e antirracistas, até o encerramento de parcerias com empresas acusadas de violação de direitos humanos e produção de matéria prima não sustentável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria de fast fashion é uma das que pode evoluir nessa agenda. De acordo com uma reportagem do Valor Econômico, o segmento responde por 8 a 10% das emissões globais de gases do efeito estufa. Buscar construir uma produção baseada em materiais certificados é uma das formas para ajudar a diminuir os impactos ambientais desta cadeia produtiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Iniciativas, por exemplo, têm sido no investimento em roupas esportivas feitas a partir de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/06/25/moda-esportiva-foca-em-sustentabilidade.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           materiais reciclados
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            como garrafas PET, e com ciclo de vida maior. Mais de 2 milhões de garrafas PET foram recicladas em 2020 para a confecção de acessórios esportivos, e a maioria dessas empresas tem como objetivo implementar o uso de materiais recicláveis, como fibra de poliéster, no curto prazo e de reduzir suas emissões de gases estufa.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para uma das mais importantes marcas esportivas do mundo, em 2020, 100% dos principais materiais utilizados no vestuário e acessórios, como penugem, viscose e algodão foram provenientes de fontes sustentáveis, e 97% de outros materiais como couro, poliéster e papelão, também contam com fontes certificadas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/polyester-fiber-synthetic-fabrics-eco-friendly-tex-2022-03-05-19-55-58-utc.jpg" length="125649" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 20 Apr 2022 20:55:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/mercado-de-acessorios-esportivos-na-linha-de-frente-do-esg</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/polyester-fiber-synthetic-fabrics-eco-friendly-tex-2022-03-05-19-55-58-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/polyester-fiber-synthetic-fabrics-eco-friendly-tex-2022-03-05-19-55-58-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa aponta presença de químicos perigosos em produtos falsificados</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-aponta-presenca-de-quimicos-perigosos-em-produtos-falsificados</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A intoxicação por metais pesados em produtos pirateados pode acarretar graves problemas de saúde, como câncer e doenças pulmonares.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pesquisa divulgada pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.aafaglobal.org/AAFA/AAFA_News/2022_Press_Releases/Fashion_Industry_Study_Reveals_Dangerous_Chemicals_Heavy_Metals_Counterfeits.aspx" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           American Apparel &amp;amp; Footwear Association
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (AAFA) demonstra que os males da pirataria vão muito além do que o senso comum pode imaginar.  De acordo com o relatório, além de serem produtos de baixa qualidade, que estragam de maneira mais rápida e que geralmente não são apropriados para a prática esportiva, os itens falsificados analisados apresentaram uma grande porcentagem de substâncias perigosas à saúde.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para chegar às conclusões, a associação trabalhou em conjunto com a Intertek, uma das empresas mais renomadas em testes e certificações de produtos na Inglaterra. Foram testados 47 produtos pirateados, entre roupas, tênis e outros acessórios. Desses, 36,2% não cumpriram os padrões de segurança de produtos dos Estados Unidos e continham químicos ou metais pesados como arsênico, cádmio, ftalatos, chumbo, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o arsênico é um dos 10 produtos químicos mais preocupantes para a saúde pública. A exposição à substância pode ser absorvida pelo organismo, e em mulheres grávidas pode passar a parede do útero, contaminando o feto. Mais recentemente, a substância tem sido associada ao aumento da mortalidade em adultos jovens devido a múltiplos cânceres, doenças pulmonares, ataques cardíacos e insuficiência renal, além de prejudicar o desenvolvimento cognitivo, inteligência e memória. Tais efeitos colaterais também podem ser notados em pessoas expostas ao chumbo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já os ftalatos são associados a doenças cardíacas, morte precoce e interrupção hormonal. Além disso, o Conselho Nacional de Pesquisa concluiu que a exposição pré-natal a certos ftalatos pode causar danos ao útero.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto isso, o cádmio também traz riscos à saúde, afetando principalmente os rins, ossos e sistemas respiratórios e é definido como um carcinógeno humano. Um único acessório testado como parte do estudo da AAFA demonstrou 600 vezes acima do limite de exposição desta substância.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Há uma quantidade surpreendente de falsificações que apresentam algum risco para a saúde aparecendo a cada minuto, mesmo nas plataformas de e-commerce e mídias sociais mais confiáveis. É por isso que a AAFA trabalha com o Congresso e agências governamentais dos EUA para soar o alarme, e desenvolver políticas eficazes para aumentar a consciência pública sobre a questão, melhorar as ferramentas no combate a produtos ilícitos e falsificados e responsabilizar o comércio eletrônico e as plataformas de redes sociais”, pondera o presidente e CEO da AAFA, Steve Lamar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE tem um compromisso no combate à pirataria no Brasil. Por isso, recentemente encomendou um relatório
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-estudo-sobre-o-consumo-de-produtos-esportivos-piratas-no-brasil" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para a Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC), que levantou números sobre a comercialização de produtos esportivos falsificados no Brasil em 2021. De acordo com o estudo, no ano de 2021 foram comercializadas mais de 482 milhões de unidades de itens esportivos – 33% destes eram não originais, totalizando mais de 157 milhões de unidades falsificadas vendidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Neste ano, conseguimos mapear o tamanho do mercado ilegal no Brasil e agora temos dados que comprovam o quanto produtos falsificados podem prejudicar a saúde de consumidores. Entender que o comércio ilícito é prejudicial em diversas esferas é apenas o primeiro passo para conscientizar a população brasileira das consequências de um consumo displicente”, afirma Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE, e acrescenta: “É nosso dever como entidade ajudar a divulgar esse tipo de informação e melhorar a qualidade de vida das pessoas”. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/fast-fashion-background-with-pile-of-cheap-low-qu-2022-04-07-17-06-28-utc.jpg" length="533659" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 18:51:47 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-aponta-presenca-de-quimicos-perigosos-em-produtos-falsificados</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/fast-fashion-background-with-pile-of-cheap-low-qu-2022-04-07-17-06-28-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/fast-fashion-background-with-pile-of-cheap-low-qu-2022-04-07-17-06-28-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Atualizações a respeito da legislação para crimes cibernéticos: fique por dentro do que aconteceu no IP Cyber Talks</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/atualizacoes-a-respeito-da-legislacao-para-crimes-ciberneticos-fique-por-dentro-do-que-aconteceu-no-ip-cyber-talks</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 4 de abril, o Ministério Público do Rio Grande do Sul realizou o evento IP Cyber Talks “Diálogos de Propriedade Intelectual e Crimes Cibernéticos”. O encontro, organizado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF), aconteceu em Porto Alegre e contou com o apoio da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autoridades do judiciário de diferentes regiões do Brasil debateram sobre medidas possíveis para a preservação da Propriedade Intelectual e Crimes Cibernéticos, e formas de evitar fraudes e infrações no ambiente digital.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Participaram do evento diversas autoridades do judiciário do Brasil, além de representantes do Intellectual Property Office (IPO) do Reino Unido e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ). Também participaram plataformas como Mercado Livre, Amazon e Microsoft Brasil, apresentando seus avanços na cooperação com os aplicadores da lei em casos de violações a DPI.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foram realizados três painéis: o primeiro abordou o tema “Experiência do Cyber Gaeco-MPSP com Fraudes a DPI: Stream manipulation e E-commerce”; o segundo debateu a “Cadeia de Monetização de Crimes de PI: estudo de caso MegaFilmesHD e Operação Copyright”, que contou com a participação do promotor Federal e Adido de Propriedade Intelectual e Crimes Cibernéticos do Departamento de Justiça dos EUA, Om Kakani. E o terceiro painel abordou “Persecução Criminal de DPI: Coleta de evidências digitais e intercessão entre DPI e Crimes Cibernéticos”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O evento ainda foi encerrado com uma mesa redonda sobre “Como os aplicativos da Internet cooperam com os aplicadores da lei em casos de violações a DPI”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Eventos como este são de suma importância como troca de experiências e capacitação no combate a crimes cibernéticos e de propriedade intelectual”, explica Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE. Ele explica, ainda, que a formação de uma rede colaborativa é essencial para o avanço e aperfeiçoamento para o combate desses crimes.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/image001.jpg" length="90528" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 08 Apr 2022 16:15:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/atualizacoes-a-respeito-da-legislacao-para-crimes-ciberneticos-fique-por-dentro-do-que-aconteceu-no-ip-cyber-talks</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/image001.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/image001.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prática de tênis cresce no Brasil após a redução no imposto de importação das raquetes</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pratica-de-tenis-cresce-no-brasil-apos-a-reducao-no-imposto-de-importacao-das-raquetes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O momento atual marca uma oportunidade para consolidar a modalidade no país proporcionalmente ao seu potencial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em agosto de 2021, entrou em vigor uma medida de redução do imposto de importação para raquetes. Os impactos positivos dessa medida já podem ser sentidos na prática.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo o relatório do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://itf.uberflip.com/i/1401406-itf-global-tennis-report-2021/0" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ITF Global Tennis Report 2021,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            a porcentagem de praticantes de tênis no Brasil subiu de 2,6% para 3%, entre 2019 e 2021. E esse aumento já está relacionado com a redução temporária do imposto de importação, que tornou os produtos mais acessíveis e atraentes ao consumidor, estimulando a prática do esporte. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A quantidade média mensal de importações de raquetes desde a vigência da redução tarifária também obteve um crescimento de 70%, quando comparada com o mesmo período de dois anos anteriores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro fator que também contribuiu para o crescimento do interesse de brasileiros e brasileiras pelo esporte foram as recentes conquistas do país nas Olimpíadas de Tóquio. Com a primeira medalha do tênis brasileiro na história das Olimpíadas ganho por duas tenistas brasileiras, o crescimento do tênis e em especial o tênis feminino, com o retorno da modalidade em um alto nível de visibilidade potencializou o interesse pelo esporte por parte de várias camadas sociais. Mesmo o tênis sendo um esporte bastante atrativo pela população já há anos, o momento atual marca uma oportunidade para consolidar a modalidade no país proporcionalmente ao seu potencial.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O mercado brasileiro de tênis tem muito potencial de crescimento, são cerca de 3 milhões de pessoas adeptas ao esporte em um país com mais de 200 milhões de habitantes”, explica Renato Jardim, Diretor Executivo da ÁPICE. Um número ainda modesto, porém otimista, se comparado com países vizinhos com populações significativamente menores, como na Colômbia, que possui 4,1% de praticantes do mundo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, Renato ressalta que o fortalecimento interno do mercado abre a possibilidade de atrair mais tecnologia, inovação e desenvolvimento para a indústria nacional, colocando o Brasil no mapa prioritário de interesse das marcas globais. Atraindo, assim, mais investimentos, consumo, atratividade à atividade física, ao esporte, clubes, atletas e eventos de grande porte.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2021-09-02-21-41-25-utc.jpg" length="607279" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 01 Apr 2022 18:08:50 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/tennis-racquets-with-tennis-balls-on-clay-court-2021-09-02-21-41-25-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Muito além do entretenimento: descubra como os eventos esportivos movem diversos setores da economia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/muito-alem-do-entretenimento-descubra-como-os-eventos-esportivos-movem-diversos-setores-da-economia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com um público grande, jovem e clima favorável, o Brasil pode ser uma potência em eventos esportivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Você sabia que o mercado esportivo vai muito além da venda de artigos e vestuário? Esta indústria também engloba diversos outros setores, como pesquisa e desenvolvimento, mídia e conteúdo, e muito mais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mas entre os elos que movem essa indústria, um muito representativo e rentável é o do esporte profissional e seus mega eventos esportivos. De acordo com estudo da PwC, antes da pandemia do novo coronavírus este ramo movimentava cerca de US $50 bilhões anualmente ao redor do mundo somente com bilheteria, naming rights, shows, eventos, camarotes, restaurantes e projetos de sócio torcedor. No entanto, seu impacto tem um alcance muito maior.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por serem encontros que reúnem um grande público, estes eventos acabam gerando impacto não somente para a organização, mas para todo o ecossistema do esporte, que engloba turismo, pequenos negócios, hotelaria, rede de infraestrutura, marketing, logística, segurança, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “É um dos setores mais rentáveis da indústria mundial do esporte. E as grandes marcas têm papel chave: investem bilhões em patrocínios, viabilizando eventos que geram milhares de empregos e movimentam esse ecossistema”, explica Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De acordo com Renato, esses investimentos trazem ganhos que vão além dos econômicos: “Os eventos esportivos promovem a socialização, criam laços e vínculos entre os torcedores, e ajudam a promover uma rede de infraestrutura para a cidade sediadora, que será aproveitada posteriormente pelos seus moradores. Além disso, eventos internacionais promovem uma troca cultural riquíssima e a inspiração para a prática de esportes, tão importante em um país como o Brasil, no qual 100,5 milhões de adultos não praticam nenhum tipo de exercício”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Hoje, os valores de bilheteria gerados no Brasil ainda são baixos quando comparados a outros mercados, mas há um potencial imenso a ser explorado:  além de um país de grande extensão territorial, com clima favorável para práticas esportivas, grande apelo turístico, o Brasil é um dos países com uma das maiores torcidas de futebol do mundo. O Campeonato Brasileiro é a décima liga que mais arrecada, movimentando mais de R$700 milhões por ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cancelamentos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), o setor de eventos movimenta anualmente cerca de R$ 270 bilhões. No ano de 2020, cerca de 350 mil destes foram cancelados. Isto quer dizer que o mercado de eventos, não apenas os esportivos, deixou de faturar ao menos R$90 bilhões durante a pandemia. O cancelamento em massa dos eventos foi um baque também para a indústria do esporte, que precisou mudar a lógica com a qual patrocinava eventos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As corridas de rua, por exemplo, fazem parte dos assets de grandes marcas, que por consequência foram duramente afetadas. Logo, essas empresas tiveram que se reinventar para conseguir continuar conectadas com seus públicos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O cenário digital cresceu exponencialmente, e com ele, a geração de conteúdo digital passou a fazer parte da estratégia de empresas especialistas em promoção de eventos esportivos através de, por exemplo, maratonas e eventos esportivos virtuais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro gargalo de crescimento e inovação que ganhou espaço neste período foi o dos E-sports. O segmento que disparou em crescimento neste período: de acordo com a Statista, em 2021, este mercado gerou 1,8 bilhão de dólares, representando um crescimento de 50% em relação ao ano anterior. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/supporters-from-brazil-at-stadium-2021-08-26-20-17-47-utc.jpg" length="433436" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Mar 2022 14:49:57 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/supporters-from-brazil-at-stadium-2021-08-26-20-17-47-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE divulga a segunda edição do ÁPICE em Foco, relatório que detalha a atuação da entidade e apresenta dados do mercado esportivo de 2021</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-divulga-a-segunda-edicao-do-apice-em-foco-relatorio-que-detalha-a-atuacao-da-entidade-e-apresenta-dados-do-mercado-esportivo-de-2021</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A segunda edição do ÁPICE em Foco já está no ar. O relatório anual, realizado em parceria com a consultoria Mosaiclab, traz diversos indicadores de perfil, performance do setor, além de detalhes da atuação da associação no ano de 2021. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O documento se forma a partir de uma pesquisa primária junto às empresas associadas, entre estas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.adidas.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           adidas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.asics.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Asics,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.decathlon.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Decathlon
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nike.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           HEAD, KHS, Mares, Mormaii, Nike
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.oakley.com/pt-br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Oakley
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://br.puma.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Puma
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.reebok.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Reebok
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://lojasalomon.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Salomon
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.br.skechers.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Skechers
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.specialized.com/br/pt" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           S
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           lingers e
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://wilsonloja.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Wilson
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .  Como mostra o ÁPICE em Foco, juntas, essas marcas conseguiram recuperar este segmento da economia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No primeiro semestre de 2021, o setor iniciou a recuperação das perdas sofridas no período mais agudo da pandemia, aumentando em 60% o faturamento bruto em reais. As vendas bateram R$ 3,8 bilhões, registrando um aumento de 39%, em relação ao mesmo período de 2020, e atingindo 33 milhões de peças comercializadas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa mostrou ainda que, de longe, o canal mais procurado para as vendas destes produtos em 2021 foi o e-commerce. As compras por meio do canal foram de 9,8% em 2019, para 16,8% em 2020 e 17,3% no primeiro semestre de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE, 2021 foi um ano muito positivo para as marcas do setor, que mesmo diante das dificuldades enfrentadas no ambiente de negócios, tal como a alta carga tributária incidente sobre produtos esportivos, e dos efeitos econômicos provocados pela pandemia, conseguiu se recuperar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Os resultados apresentados no relatório mostram que as marcas esportivas seguiram acreditando no Brasil: houve investimento significativo em fábricas, lojas, patrocínios, marketing, pesquisa e desenvolvimento, entre outros. Imagine em um cenário de mercado mais aberto, com menos tributos, como as marcas esportivas poderiam aumentar esses investimentos, promovendo ainda mais o esporte e a prática de atividades físicas”, comenta Renato. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além da apresentação da pesquisa, o ÁPICE em Foco traz, ainda, os destaques da atuação da ÁPICE no ano de 2021, que foram além da representação institucional do setor de produtos esportivos. “Agimos em uma série de ações e projetos voltados para o fortalecimento e o desenvolvimento do mercado no Brasil. O relatório elenca cada uma dessas iniciativas”, finaliza o diretor executivo da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para conferir o relatório completo, basta acessar o formulário e fazer
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/apice-em-foco-2022" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           o download aqui.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/running-2021-08-26-17-25-17-utc.JPG" length="345312" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 17 Mar 2022 13:58:00 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/running-2021-08-26-17-25-17-utc.JPG">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/running-2021-08-26-17-25-17-utc.JPG">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Confira algumas das conquistas femininas na história dos Jogos Olímpicos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/confira-algumas-das-conquistas-femininas-na-historia-dos-jogos-olimpicos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na semana do Dia Internacional da Mulher, a ÁPICE celebra e recorda as atletas brasileiras no maior evento esportivo do globo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O ano era 1900, data em que aconteceriam as primeiras Olimpíadas com participação feminina, 125 anos após o início dos jogos na era moderna. O barão francês Pierre de Coubertin, que permitiu que 22 mulheres, entre 977 atletas homens, participassem dos jogos em Paris, já havia se expressado contra: “Uma olimpíada com mulheres seria impraticável, desinteressante, inestética e imprópria”. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A decisão de ter atletas mulheres no evento restringiu a participação feminina para modalidades aristocráticas, como tênis, vela, croquet, hipismo e golfe. Segundo a lógica da época, seriam esportes que não demandariam muito esforço físico, nem “comprometeriam” a “feminilidade” das atletas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dando um salto de 121 anos, temos um cenário bem diferente, em que nos Jogos Olímpicos de Tóquio houve um percentual de 49% de participação feminina no evento. O dado foi celebrado pelo Comitê Internacional Olímpico (COI), e mostra um grande passo para a equidade de gênero no mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nesta Olimpíada, apenas as brasileiras levaram nove medalhas para casa, entre as 21 conquistadas no ano, sendo destas três de ouro. Um equivalente a 41% de premiações pelo país. Parece pouco, mas com a carência de políticas públicas de incentivo por parte do Estado em jovens talentos, e principalmente crenças misóginas que ainda perduram na nossa sociedade, possíveis atletas que poderiam subir nos pódios mundo afora acabam sendo afastadas. Nomes como Rayssa Leal (skate), Rebeca Andrade (ginástica), Mayra Aguiar (judô), e Luisa Stefani e Laura Pigossi (tênis) tiveram destaque na competição, que ficou marcada como a de melhor desempenho de atletas brasileiras da história. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na olimpíada anterior, que aconteceu no Rio de Janeiro, em 2016, as brasileiras subiram cinco vezes no pódio. Até o momento, o maior número havia sido em Pequim, nos jogos de 2008, quando o Brasil levou sete medalhas ganhas por mulheres para casa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma grande conquista para atletas brasileiras, levando em conta que representantes do país só passaram a participar das Olimpíadas em 1932. No caso, com apenas uma mulher na edição de toda a América-Latina: a nadadora brasileira Maria Lenk. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esporte feminino em pauta
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em meio a discussões de equidade de gênero, há avanços e espaço para debates. É o que mostra a participação de profissionais femininas no II Congresso Olímpico Brasileiro (COB), que acontece nos dias 19 e 20 de março, e irá debater o papel da mulher no esporte. Entre elas, a medalhista olímpica de vela
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/atletas/isabel-marques-swan" target="_blank"&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/atletas/isabel-marques-swan" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Isabel Swan
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ; a também medalhista olímpica e atual CEO da Confederação Brasileira de Vôlei,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/atletas/adriana-brandao-behar" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Adriana Behar
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ; a treinadora americana de atletismo, Sheila Burrell; a ginecologista esportiva Tathiana Parmigiano, e a psicóloga Adriana Lacerda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ideia da mesa “A Mulher Atleta”, é abordar as características específicas do esporte feminino para receber o treinamento adequado, atendimento médico e psicológico etc.  Em entrevista ao portal do
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cob.org.br/pt/galerias/noticias/congresso-olimpico-brasileiro-tera-mesaredonda-para-discutir-o-papel-da-mulher-no-esporte/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Comitê Olímpico do Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/atletas/isabel-marques-swan" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Isabel Swan
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            falou bem sobre a força e futuro das brasileiras nos Jogos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Com certeza temos cada vez mais representatividade no sistema esportivo nacional. É uma construção, mas iniciativas como esta do Congresso Olímpico nos fortalecem ainda mais. Realizaremos um debate essencial, com mulheres poderosas que constroem o esporte no Brasil e no mundo, para discutirmos temas tão importantes. Mulher no esporte cada vez com mais informação, espaço, e consequentemente, resultados”, disse Isabel.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/rayssa-leal.jpg" length="103146" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Mar 2022 16:55:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/confira-algumas-das-conquistas-femininas-na-historia-dos-jogos-olimpicos</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/rayssa-leal.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>10 minutos do seu dia podem salvar a sua vida, aponta pesquisa</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/10-minutos-do-seu-dia-podem-salvar-a-sua-vida-aponta-pesquisa</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com estudo publicado na revista americana JAMA, muitas mortes poderiam ter sido evitadas com hábitos mais saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Tire 10 minutos do seu dia. É só o que você precisa para mudar a sua qualidade de vida. Segundo um estudo da revista JAMA Internal Medicine, mais de 110 mil mortes poderiam ser evitadas se pessoas com mais de 40 anos fizessem ao menos 10 minutos de atividades físicas diariamente. A pesquisa descobriu que se o tempo subir para 20 a 30 minutos, os resultados são ainda melhores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os dados foram recolhidos da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição nos Estados Unidos, entre 2003 e 2006. Os pesquisadores analisaram os níveis de atividade de quase 5 mil participantes entre 40 e 85 anos e acompanharam as taxas de mortalidade até o final de 2015.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo o professor de obesidade pediátrica e diretor executivo no Centro de Pesquisa Biomédica Pennington na Universidade Estadual de Louisiana, Peter Katzmarzyk: “um pouco de exercício pode resultar em benefícios para a saúde. Este estudo não se concentra nos benefícios para os indivíduos, mas sim no nível da população. Podemos tornar nossa nação mais saudável, encorajando a todos a acrescentar 10 minutos de atividade ou mais a cada dia”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Vamos combinar que essa não é uma tarefa tão difícil assim, por mais ocupada que a pessoa seja. 10 minutos passam voando quando se está navegando na Internet ou nas redes sociais, por exemplo. Então, por que não reservar um tempinho para cuidar da sua saúde?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           E não precisa ser em academia, você pode dar uma volta na rua, ou praticar dentro de casa também. Como Ioga, dança ou mesmo exercícios aeróbicos que não necessitam de equipamento. Em apenas três músicas você já terá terminado a sua meta diária! 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/senior-woman-in-headphones-networking-on-cellphone-2021-08-27-12-41-20-utc.jpg" length="226951" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 04 Mar 2022 16:23:56 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE lança estudo sobre o consumo de produtos esportivos piratas no Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-lanca-estudo-sobre-o-consumo-de-produtos-esportivos-piratas-no-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa aponta que em 2021 cerca de um milhão de itens esportivos não-originais foram comprados a cada dois dias no país
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma pesquisa encomendada pela ÁPICE, e realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria (IPEC), levantou números sobre a comercialização de produtos esportivos falsificados no Brasil em 2021. O objetivo é estimar o tamanho do mercado legal e ilegal do setor no país, conscientizar consumidores e alertar instituições sobre os malefícios desta prática. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De acordo com o estudo, no ano de 2021 foram comercializadas mais de 482 milhões de unidades de itens esportivos – 33% destes eram não-originais, totalizando mais de 157 milhões de unidades falsificadas vendidas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo o estudo, 50% dos entrevistados compraram ao menos uma unidade não-original de produtos esportivos e 17% adquiriram exclusivamente unidades falsificadas. Colocando em números totais, essas porcentagens equivalem a cerca de 40 milhões de brasileiros comprando algum item pirateado em 2021 – um milhão de peças vendidas a cada dois dias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para Renato Jardim, diretor executivo da Ápice, o estudo mapeou não só a enormidade deste mercado, mas as perdas das empresas esportivas e do governo brasileiro. "Importante ressaltar que não só as empresas e o governo têm prejuízos com a pirataria. A falsificação de produtos vai muito além de perdas econômicas, há males físicos que podem surgir a partir do uso de equipamentos inadequados, que não foram feitos com a tecnologia necessária para proteger esportistas”, explica Renato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo o levantamento do IPEC, as perdas em vendas citadas por Renato chegaram a R$ 9 bilhões para as empresas esportivas. Já o governo deixou de arrecadar cerca de R$2 bilhões em impostos no último ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa traz, ainda, dados que apontam para o hábito de consumo das pessoas que compram itens esportivos falsificados. Um total de 29,6 milhões de pessoas utilizaram o varejo físico na compra de peças não-originais, enquanto 10,4 milhões optaram pelo varejo online – ou ambos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sobre a pesquisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo foi feito por meio de uma pesquisa de campo com entrevistas e utilizou uma amostra de 2,2 mil pessoas, extrapolando os resultados para o mercado nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa foi realizada em todo território nacional, com a respectiva representatividade de gênero, região, acesso a internet e condição sócio-econômica. As principais categorias de produtos avaliados foram óculos, tênis, camisetas de times e peças de vestuário esportivo no geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-choosing-winter-clothes-in-the-sports-shop-2021-11-03-03-32-34-utc.jpg" length="346122" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 24 Feb 2022 18:58:06 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-choosing-winter-clothes-in-the-sports-shop-2021-11-03-03-32-34-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-choosing-winter-clothes-in-the-sports-shop-2021-11-03-03-32-34-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Alta nas matérias-primas preocupa empresários do mercado de calçados, aponta pesquisa</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/alta-nas-materias-primas-preocupa-empresarios-do-mercado-de-calcados-aponta-pesquisa</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O aumento se deve à desaceleração da cadeia global de transportes e ao suprimento causado pela pandemia da COVID-19
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A indústria de calçados vem sofrendo nos últimos meses com a escassez e o aumento no preço das matérias-primas, provocados principalmente pela pandemia da COVID-19, que desacelerou e fechou os processos de cadeias globais. É o que aponta a última edição do World Footwear Experts Panel Survey, levantamento semestral realizado pela World Footwear em parceria com especialistas do setor calçadista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos entrevistados, 84% afirmam estar preocupados com o aumento dos preços das matérias-primas para a confecção de calçados, e apontam que esse será o maior obstáculo para o mercado nos próximos seis meses, assim como dificuldades em encontrar mão de obra qualificada para atender à demanda de produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na publicação do primeiro levantamento deste boletim, no segundo semestre de 2019, a concorrência nos mercados internacionais liderava como uma preocupação entre os empresários do ramo. No entanto, desde o início das vacinações e a melhora na crise sanitária, a atenção do grupo tem se voltado aos custos de produção e de matérias-primas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo uma matéria publicada no portal Expansão, em setembro de 2021, o diretor de compras e logística da empresa de calçados Piccadilly, Josué Kunst, afirma que o impacto do aumento do preço das matérias-primas em agosto de 2021 foi 30% maior ao mesmo período no ano anterior, sendo impossível repassar todo o reajuste ao consumidor. Para reverter o quadro, a Piccadilly tem apostado na compra antecipada e no reforço de estoques para sua produção.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Papelão, plástico, aço, resina, tecido e espumas foram os insumos que mais pesaram no reajuste. O papel subiu mais de 100% desde 2020, e a resina 80%. No entanto, o diretor está otimista com a retomada econômica: “As vendas foram impactadas, porém no segundo semestre de 2021 começa uma normalização, em nível anterior ao da pandemia”, afirma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa também levantou que preocupações com a queda na procura pelos produtos caiu de 50% para 20% e, com  problemas financeiros, de 44% para 20%. Já as concorrências no mercado internacional, obstáculos legais ou regulatórios, impostos e questões climáticas, também parecem ter perdido espaço entre as prioridades dos entrevistados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a realização da pesquisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo do World Footwear Experts Panel Survey é coletar e divulgar informações sobre as condições atuais de negócios nos mercados mundiais de calçados. Estes resultados foram obtidos na quinta edição da pesquisa, realizada durante o mês de outubro de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foram obtidas 122 respostas válidas, sendo essas, 43% provenientes da Europa, 30% da Ásia, e 20% nas Américas. O restante ficou dividido entre o continente africano e a Oceania.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/unrecognizable-craftsman-making-shoes-on-machine-2021-10-19-17-59-09-utc.jpg" length="256247" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 18 Feb 2022 14:15:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/alta-nas-materias-primas-preocupa-empresarios-do-mercado-de-calcados-aponta-pesquisa</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/unrecognizable-craftsman-making-shoes-on-machine-2021-10-19-17-59-09-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/unrecognizable-craftsman-making-shoes-on-machine-2021-10-19-17-59-09-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo apresenta um panorama da indústria do esporte em 2022</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudoaapresenta-panorama-da-indústria-esporte-2022</link>
      <description>No final de 2021, o mundo voltava a certa normalidade após um longo período em que imperou o isolamento social. Desde que a vacinação ganhou força em diversos países, a realização de campeonatos esportivos e de outros eventos deixou de ser um desafio tão grande.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No final de 2021, o mundo voltava a certa normalidade após um longo período em que imperou o isolamento social. Desde que a vacinação ganhou força em diversos países, a realização de campeonatos esportivos e de outros eventos deixou de ser um desafio tão grande. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estas conclusões estão presentes em um novo estudo divulgado pela Deloitte, empresa de consultoria especializada e mundialmente conhecida. O material intitulado “2022 sports industry outlook”, ou, panorama da indústria do esporte em 2022, em tradução livre, traz um olhar para o futuro deste mercado e aprendizados contidos na edição anterior, publicada em 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como no ano passado, a consultoria destaca neste novo relatório a necessidade das empresas ligadas ao esporte de buscarem por novas e variadas fontes de receita, ao mesmo tempo que fortalecem a ligação entre suas marcas e os fãs. Além disso, o crescimento e planejamento para ações futuras devem pautar, cada vez mais, questões ligadas à igualdade e justiça, com foco em temas como raça, gênero e identidade de gênero, por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É essencial que as companhias se atentem a estas questões e às tendências e oportunidades que, de certa forma, ganharam impulso com as mudanças ocasionadas pela pandemia. Essas novidades têm grandes chances de mudar o centro de poder nos negócios esportivos, criando grandes oportunidades de crescimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cinco tendências para 2022
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ol&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Haverá uma acelerada fusão entre os mundos real e virtual, com o crescimento do mercado para a captura e análise de dados, esportes, NFTs (código gerado por computador que autentica arquivos digitais e que tem encontrado aplicações bastante rentáveis) e tecnologias imersivas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O atletismo universitário passará por mudanças motivadas, sobretudo, pelo exercício de autodeterminação dos próprios atletas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As inovações provocadas pela tecnologia do blockchain podem abrir novos mercados, trazendo novas possibilidades de produtos e de interação com os fãs do esporte.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As apostas esportivas se popularizaram e as empresas continuarão em busca de novos consumidores neste segmento. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O papel e o dever do esporte na sociedade receberão atenção crescente, com foco em sustentabilidade e saúde mental.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ol&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para conhecer o estudo na íntegra,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www2.deloitte.com/us/en/pages/technology-media-and-telecommunications/articles/sports-business-trends-disruption.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clique aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sporty-black-athlete-wearing-vr-headset-having-vi-2021-10-11-23-22-47-utc.jpg" length="69752" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Feb 2022 21:14:38 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudoaapresenta-panorama-da-indústria-esporte-2022</guid>
      <g-custom:tags type="string">indústria do esporte,Mercado esportivo,Esportes,Atividades físicas,brasil,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sporty-black-athlete-wearing-vr-headset-having-vi-2021-10-11-23-22-47-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sporty-black-athlete-wearing-vr-headset-having-vi-2021-10-11-23-22-47-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Fantasy game brasileiro de futebol recebe aporte milionário</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/fantasy-game-brasileiro-de-futebol-recebe-aporte-milionario</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ecossistema do esporte é muito amplo e não para de crescer, no mercado off-line ou on-line. Recentemente, uma empresa brasileira, que conecta futebol e tecnologia, entrou para a lista de startups com grande potencial de mercado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trata-se do jogo digital O Rei do Pitaco, criado em 2019 pelos paraibanos Mateus Dantas e Kiko Augusto. A popularidade e os planos futuros da startup renderam um aporte de R$180 milhões de um fundo de investimentos internacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O jogo se enquadra na categoria de fantasy game e se diferencia dos concorrentes quando  permite, por exemplo, que os usuários montem times com jogadores de ligas internacionais. A ideia do jogo também é criar um time virtual de futebol com atletas que jogam em diferentes times no mundo real e dentro de um mesmo campeonato. O desempenho da equipe está ligado ao resultado dos atletas nos jogos da liga. E os números que descrevem a performance dos esportistas são gerados com uma boa base estatística por meio de  ferramentas como o Footstats.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Expansão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desde o lançamento do jogo, o número de usuários cresce em ritmo acelerado e já tem mais de 1,5 milhão de adeptos. Para que toda essa experiência aconteça, a empresa conta hoje com 75 funcionários e pretende ampliar o time trazendo mais 20 membros.  Outra novidade anunciada neste ano é a parceria com a Federação Paulista de Futebol (FPF), fazendo do Rei do Pitaco o fantasy game oficial da competição. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esses resultados mostram como a interação com o digital pode abrir muitos caminhos, ampliar mercados e atingir mais e novos públicos no ambiente do esporte.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+optimistic-young-man-play-games-by-mobile-phone-2021-08-27-23-32-48-utc.jpg" length="93437" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 04 Feb 2022 20:45:30 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/fantasy-game-brasileiro-de-futebol-recebe-aporte-milionario</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+optimistic-young-man-play-games-by-mobile-phone-2021-08-27-23-32-48-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+optimistic-young-man-play-games-by-mobile-phone-2021-08-27-23-32-48-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pequim recebe atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos de Inverno</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pequim-recebe-atletas-brasileiros-para-os-jogos-olimpicos-de-inverno</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 4 de fevereiro começam os jogos olímpicos de inverno em Pequim, na China. As primeiras delegações já começaram a se instalar nas Vilas Olímpicas.  O Brasil participa com 11 atletas em diferentes modalidades, sendo que a maioria está no bobsled, esporte em que os ocupantes de um trenó buscam fazer o melhor tempo em uma pista de gelo. A delegação brasileira de atletas foi anunciada em live no Instagram do Comitê Olímpico Basileiro. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No bobsled, participam Edson Bindillati, Edson Martins, Erick Vianna e Rafael Souza, com Jefferson Sabino como reserva. Manex Silva, Jaqueline Mourão e Bruna Moura representam o país no esqui cross country. Michel Macedo é o convocado para o esqui alpino e Sabrina Cass, no esqui estilo livre moguls. A atleta Nicole Silveira completa a equipe e participa da modalidade skeleton, que é parecida com a bobsled, mas com o uso de trenós individuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da capital chinesa, a cidade de Zhangjiakou, a 200 quilômetros de Pequim, também receberá atletas, que encontram as ruas cobertas de neve e temperaturas abaixo de zero graus celsius.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As delegações da Suíça, dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha e Austrália foram as primeiras a se instalarem. Os atletas serão distribuídos por três vilas olímpicas durante os jogos. Zhangjiakou abriga as equipes de esqui freestyle, snowboard, biatlo, salto de esqui e esqui cross-country.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As duas outras vilas ficam em Pequim. A que está localizada mais ao centro da cidade, recebe os praticantes de curling, hóquei no gelo, patinação artística, patinação de velocidade e esqui freestyle e snowboard. Na Vila Olímpica de Yanqing, no extremo norte da cidade, ficam os atletas do esqui alpino, luge, bobsled e eskeleton.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao todo, os três locais devem receber mais de 5 mil pessoas, entre atletas e oficiais de equipe até o encerramento dos jogos, que acontece no dia 20 de fevereiro.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+man-on-a-snowboard-in-a-motion-2021-09-04-14-48-46-utc.jpg" length="96438" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 16:02:05 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pequim-recebe-atletas-brasileiros-para-os-jogos-olimpicos-de-inverno</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+man-on-a-snowboard-in-a-motion-2021-09-04-14-48-46-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+man-on-a-snowboard-in-a-motion-2021-09-04-14-48-46-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Falta de exercícios físicos prejudicou a saúde do brasileiro na pandemia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/falta-de-exercicios-fisicos-prejudicou-a-saude-do-brasileiro-na-pandemia</link>
      <description>Falta de exercícios físicos prejudicou a saúde do brasileiro na pandemia</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Covid-19 atingiu em cheio a saúde do brasileiro em 2020. Dados divulgados pelo Instituto de Estudos para Políticas da Saúde (IEPS) mostram que o número de adultos obesos nas capitais do país aumentou para 21,5% no primeiro ano da pandemia. Este percentual era de 20,3% em 2019, já bastante acima dos 11,8% registrados em 2006.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A mudança no estilo de vida provocada pelo isolamento social foi um dos principais fatores para a piora nos indicadores medidos pelo instituto, como divulgou o jornal Estadão. Entre estes índices, há também o do consumo de álcool, que aumentou para 20,9% em 2020, sendo que, no ano anterior, foi de 18,8%. O sedentarismo passou de 13,9% para 14,9% no mesmo período.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As mudanças nos hábitos alimentares do brasileiro também contribuíram para os resultados apresentados. A ingestão de uma dieta pobre em nutrientes, como é o caso dos alimentos ultraprocessados, é um fator de risco à saúde, como destaca Beatriz Rache, autora do estudo e mestre em economia pela Universidade Columbia, nos Estados Unidos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando analisado a partir de critérios socioeconômicos, este resultado é pior para aqueles com menores condições socioeconômicas e menos escolarizados, aumentando a propensão para doenças crônicas, como retrata a nota técnica produzida pelo IEPS. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A mudança neste cenário é possível e pode ser conquistada por meio de políticas públicas que incentivem a prática de atividades físicas”, relata Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE - Associação pela Indústria e Comércio Esportivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os altos preços de produtos esportivos podem levar a um desestímulo às práticas esportivas. Assim, um dos caminhos possíveis envolve a abertura comercial do mercado nacional, que está entre os mais fechados do mundo para produtos do setor esportivo. “A elevada alíquota de impostos desestimula o consumo e, portanto, a prática de atividades físicas, o que conflita com a essencialidade do setor e com a própria Constituição Brasileira, que prevê que o governo deve estimular a prática de esportes”, pontua o executivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O esporte agrega benefícios que atingem também as áreas de educação, socialização, economia, violência urbana além, é claro, da área da saúde, conforme estudos promovidos pela ÁPICE.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+Imagem+1080x1080.png" length="184084" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 19 Jan 2022 13:53:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/falta-de-exercicios-fisicos-prejudicou-a-saude-do-brasileiro-na-pandemia</guid>
      <g-custom:tags type="string">Esportes,Atividades físicas,Covid-19</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa reforça a relação entre estudantes e a escola pelo esporte</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-reforça-reforça-a-relação-entre-estudantes-e-a-escola-pelo-esporte</link>
      <description>No Brasil, 42% dos educadores reconhecem que a educação física pode ser uma forte aliada na motivação dos alunos.  Fonte: Instituto Península</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Educação e esporte caminham juntos, e uma recente pesquisa comprova essa ideia. Em setembro de 2021, o Instituto Península divulgou o estudo “Desafios e perspectivas da educação: uma visão dos professores durante a pandemia”. O objetivo da entidade, que atua como uma organização do terceiro setor na área de educação, era entender as expectativas dos professores com a retomada das aulas presenciais, mapear principais estratégias que estão sendo tomadas ou não nas escolas, entender recursos e necessidades dos professores na fase de retomada presencial, além de identificar tendências para educação nos próximos anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E os resultados apontam muitos caminhos através de áreas como o esporte. De acordo com o levantamento, 42% dos educadores afirmam que a educação física motiva os alunos, e que ela é tão importante quanto as atividades de artes. Juntas, elas funcionam como fatores decisivos para evitar evasão escolar, por exemplo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados também apresentam um retrato bem interessante e completo sobre efeitos dos exercícios em aspectos mais amplos da vida dos estudantes: 62% dos educadores reconhecem o desenvolvimento de competências socioambientais por meio das aulas de educação física, 65% apontam a melhoria das condições de saúde e 58% ressaltam o fortalecimento do vínculo dos alunos com a escola.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores entrevistaram mais de 2.500 profissionais entre professores, coordenadores pedagógicos e diretores de ensino, que atuam na rede de ensino municipal, estadual e privada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.institutopeninsula.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Pulso-Volta-as-Aulas.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instituto Península
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Rodap-C3-A9-postagem--C3-81PICE-02--281-29.png" length="1936195" type="image/png" />
      <pubDate>Wed, 12 Jan 2022 18:58:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-reforça-reforça-a-relação-entre-estudantes-e-a-escola-pelo-esporte</guid>
      <g-custom:tags type="string">educação,Atividades físicas,evasão escolar</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Rodap-C3-A9-postagem--C3-81PICE-02--281-29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A pandemia popularizou a prática de esportes ao ar livre</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/a-pandemia-popularizou-a-pratica-de-esportes-ao-ar-livre</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Essa afirmação vem de um estudo apresentado pela Google em novembro deste ano, depois de ouvir 2 mil brasileiros para entender as mudanças que surgiram na pandemia sobre as práticas esportivas. Os resultados combinam o comportamento das pessoas na ferramenta de busca da plataforma e no YouTube, e trazem os insights de outro estudo produzido pela consultoria Sport Track entre 2006 e 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A busca por esportes ao ar livre ou outdoor, como costumam ser chamados, cresceu significativamente. As buscas por ciclismo aumentaram 144% e por natação subiram 230%. Além disso, outras modalidades também ganharam novos públicos. O estudo produzido pela Sport Track mostrou que 39% dos brasileiros declaram ter começado algum esporte novo neste período. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os motivos para a procura destas atividades também mudaram, o que mostra que as pessoas estão mais interessadas em desenvolver bons hábitos de saúde e bem-estar, colocando estas questões bem à frente dos objetivos estéticos ou dos hobbies. Entre 2017 e 2020, as buscas por mindfulness e medição mais que dobraram, comprovando esta tendência. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um novo momento para esportes em geral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A pandemia impulsionou as práticas ao ar livre, mas o aumento na procura já acontecia antes. No caso do surf e do skate, por exemplo, foi observado um crescimento próximo de 8 e 6 vezes, respectivamente, nos últimos cinco anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pelos menos 41% dos brasileiros dizem fazer algum esporte ao ar livre e 23% sondam artigos para praticar as atividades externas. As modalidades que mais cresceram nas buscas do Google entre 2019 e 2020 foram ciclismo, skate, squash, handebol e yoga. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mas o interesse do público não se restringiu às modalidades ao ar livre, as pessoas também procuraram mais por exercícios em casa. As pesquisas por este termo cresceram duas vezes entre março e novembro de 2020. E nesse contexto, ferramentas como o YouTube tiveram um papel essencial para orientar essa turma a se movimentar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sports-man-surfing-wave-on-surf-board-in-ocean-2021-08-29-19-47-52-utc.jpg" length="108182" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Dec 2021 18:21:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/a-pandemia-popularizou-a-pratica-de-esportes-ao-ar-livre</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sports-man-surfing-wave-on-surf-board-in-ocean-2021-08-29-19-47-52-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sports-man-surfing-wave-on-surf-board-in-ocean-2021-08-29-19-47-52-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Importações de calçados esportivos seguem em queda</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/importacoes-de-calcados-esportivos-seguem-em-queda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre janeiro e novembro de 2021, as importações de calçados das marcas esportivas somaram 10 milhões de pares. O número representa uma queda de 22% em relação ao mesmo período de 2020 e de 41% quando comparado aos dados de 2019. Essas informações indicam que nos últimos dois meses a queda nas importações foi ainda maior do que a média dos meses anteriores. De janeiro a setembro deste ano, os percentuais estavam em 18% e 38%, respectivamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O preço médio de importação sobre cada par calçado esportivo para as marcas globais foi de USD 20,73, enquanto o preço de exportação praticado pela indústria brasileira para estes produtos foi de USD 13,39. Ou seja, o preço médio do produto importado foi 55% maior em relação ao preço do produto exportado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No geral, o saldo positivo da balança comercial do setor de calçados saltou de 65 milhões de pares em 2020, para 90 milhões em 2021. Como resultado, a participação do produto importado sobre o consumo nacional de calçados deve ficar abaixo de 3% em 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A alíquota de imposto de importação praticada sobre o calçado esportivo importado no Brasil é de 35%. É uma das maiores taxações aplicadas no mundo para produtos deste setor”, explica Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A alta carga tributária costuma ser um recurso para proteger a produção interna quando ela não tem condições de competir no cenário global. No entanto, a necessidade de se praticar tal cobrança é posta em xeque, pois o Brasil tem registrado um grande superávit da balança comercial para estes produtos, além de contar com uma baixa participação dos calçados esportivos importados no mercado nacional e com preços ainda superiores aos do produto local, sobretudo com a atual taxa de câmbio. Estes fatores em conjunto levantam dúvidas sobre a taxação praticada e os motivos para sua manutenção.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 13 Dec 2021 17:10:42 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE participa da reunião de lançamento do Plano Nacional de Combate à Pirataria</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-participa-da-reuniao-de-lancamento-do-plano-nacional-de-combate-a-pirataria</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O lançamento da campanha aconteceu durante a 6º reunião Ordinária do Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), no dia 3 de dezembro, em Brasília. Os participantes debateram sobre os aspectos gerais do plano de combate à pirataria, além de detalhes sobre o combate ao contrabando, à sonegação fiscal decorrente desta prática e ainda sobre delitos contra propriedade intelectual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O plano é um instrumento fundamental para todos os atores públicos e privados que estão ligados ao combate à pirataria. Estão previstas metas de curto, médio e longo prazo distribuídas em quatro eixos de atuação: institucional e de articulação, prevenção e proteção, capacitação e treinamento e, educação e conhecimento.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/destaque+listening-to-report-2021-09-24-02-55-02-utc.jpg" length="94167" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Dec 2021 17:08:55 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Desoneração de folha de pagamento pode continuar até 2023</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/desoneracao-de-folha-de-pagamento-pode-continuar-ate-2023</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto de lei, PL 2541/2021, foi aprovado no Plenário do Senado Federal e prorroga para 31 de dezembro de 2023 a desoneração da folha de pagamentos de alguns setores produtivos. Entre os contemplados estão o de calçados, couro, têxtil, confecção e vestuário e o de transporte rodoviário de cargas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O período de desoneração termina em 2021. Agora, o PL segue para sanção ou veto pelo Presidente da República.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+heavy-industry-2021-09-24-03-34-48-utc.jpg" length="130589" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Dec 2021 17:07:31 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Surdolimpíada brasileira seleciona atletas para campeonato internacional</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/surdolimpiada-brasileira-seleciona-atletas-para-campeonato-internacional</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os dias 4 e 7 de dezembro, a cidade de São José dos Campos, em São Paulo, sediou a Surdolimpíada Nacional. O evento recebeu atletas de mais de 20 estados, que disputaram competições de atletismo, badminton, basquete, boliche, caratê, ciclismo de estrada e mountain bike, handebol, judô, natação, orientação, tênis de mesa, vôlei, vôlei de praia e xadrez.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A competição nacional define os atletas que participarão da 24º Surdolimpíada Internacional em 2022, e que será realizada pela primeira vez na América Latina e no Brasil. Serão mais de 4.000 atletas de cerca de 100 países disputando as 21 modalidades da competição. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o evento nacional que seleciona nossos representantes para o mundo, o governo federal, principal patrocinador da competição, prevê o repasse de R$800 mil que serão gastos em despesas como hospedagens, traslados internos no município, alimentação, locação de equipamentos, serviços de marketing, confecção de uniformes, entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil trouxe avanços para a infraestrutura do esporte. Como relatou o ministro da Cidadania, João Roma, na página do governo do Brasil, existem mais de 3 mil contratos ativos na área e cerca de R$2 bilhões em repasses públicos federais para investimentos no setor esportivo. Tais recursos visam ir além dos esportes tradicionais e valorizar as diversas modalidades que podem despertar o interesse de muitas pessoas.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+runner-on-his-mark-2021-08-26-16-21-27-utc.png" length="392837" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 06 Dec 2021 18:00:53 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Esporte transforma a vida de mulheres refugiadas</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/esporte-transforma-a-vida-de-mulheres-refugiadas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Sudão do Sul, mais de quatro milhões de pessoas deixaram suas casas desde que os conflitos no país, de maioria muçulmana e minoria cristã, foram retomados em 2013. Muitos cidadãos migraram para Uganda, incluindo participantes do projeto Mulheres em Movimento. A iniciativa teve origem em 2012 com a parceria entre a Academia Suíça para o Desenvolvimento (SA4D, do inglês) e a Organização de Suporte Psicossocial à Comunidade (CPSO, também do inglês). As duas entidades mantiveram o projeto com sucesso no Sudão do Sul até 2016 dando apoio na superação de traumas relacionados à guerra através de ações pautadas no esporte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando as tensões aumentaram, ainda em 2016, a CPSO e muitos participantes da iniciativa tiveram que sair do Sudão do Sul. Um dos lugares que recebeu boa parte deste grupo foi o campo de refugiados de Palorinya, no norte de Uganda. Neste novo espaço, o Mulheres em Movimento ganhou vida novamente e as participantes puderam retomar as atividades esportivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Adaptados à nova realidade, os integrantes da iniciativa foram além dos cuidados com a superação dos traumas causados com o conflito e introduziram ações de aprimoramento de habilidades para a vida, meios de subsistência e coesão social no campo de refugiados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Futebol para unir e fortalecer pessoas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma vez instalados no novo território, o projeto recomeçou praticamente do zero. No Sudão do Sul, as ações envolviam sempre membros de uma mesma tribo. Há mais de dez delas no país, mas no campo de refugiados não havia mais divisão. Membros de diferentes regiões e culturas começaram a conviver no mesmo espaço. Em muitos destes grupos, mulheres não jogam futebol, por exemplo. Para retomar a prática do esporte com o núcleo feminino, foi preciso um trabalho paralelo de conscientização com os homens do local, como pais e maridos, sobre a importância da atividade física para a saúde física e psicossocial das mulheres. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As atividades esportivas desenvolvidas pelo SA4D são seguidas por três etapas de discussão: primeiro os participantes refletem sobre a atividade. Depois, conectam essa atividade com situações reais e, por último, discutem como as lições aprendidas podem ser implementadas na vida real. Tanto os esportes praticados quanto os jogos são pensados especificamente para ampliar as habilidades para a vida e para buscar o aprimoramento pessoal na comunicação eficaz e na solução de problemas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O esporte e as outras atividades tornam-se eficazes para fortalecer a coesão social entre as refugiadas e membros das comunidades que as recebem, como também ajudam a criar e fortalecer vínculos entre mulheres de diferentes lugares do Sudão do Sul. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Algumas pessoas já retornaram ao país ainda em guerra para regiões mais distantes do conflito, mas a realidade vivenciada no país natal é igual ou até pior àquela vivida nos campos de refugiados. Há um longo caminho de reconstrução que receberá as refugiadas agora mais preparadas para participar deste processo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: sportanddev.org
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+dirty-soccer-ball-2021-08-28-07-47-15-utc.jpg" length="138499" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 03 Dec 2021 16:03:33 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+dirty-soccer-ball-2021-08-28-07-47-15-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O tai chi traz os mesmos benefícios das atividades físicas mais comuns</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/o-tai-chi-traz-os-mesmos-beneficios-das-atividades-fisicas-mais-comuns</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O tai chi é uma atividade que envolve movimentos corporais e é indicado para todas as idades. Um dos benefícios relacionados com os movimentos aprendidos com esta técnica milenar chinesa é a melhora no equilíbrio físico e na coordenação motora. Um estudo publicado em junho de 2021 no “Annals of Internal Medicine” mostrou que o tai chi também oferece os mesmos benefícios à saúde quando praticamos exercícios físicos aeróbicos e de força. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para chegar a esse resultado, os pesquisadores acompanharam um grupo com 543 indivíduos obesos, com mais de 50 anos, escolhidos aleatoriamente e divididos em três subgrupos. Uma parte foi submetida à prática do tai chi, outra realizou exercícios aeróbicos e treinos de força e o último subgrupo não realizou nenhum exercício.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As respostas a cada estímulo mostra que, aqueles que praticaram tai chi, com movimentos circulares, lentos e contínuos, conhecidos como estilo Yang, tiveram resultados tão bons quanto o grupo que realizou exercícios físicos mais severos e os aeróbicos. O programa de treinos dos dois grupos foi de 12 semanas com sessões de uma hora e em três dias por semana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tanto as pessoas que praticaram tai chi quanto aqueles que levantaram peso e fizeram exercícios aeróbicos tiveram reduções de peso, de medidas corporais e de colesterol parecidas quando comparados ao grupo de controle.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Isso mostra que mesmo quem não curte a ideia de executar exercícios intensos pode manter a saúde em equilíbrio com as técnicas aplicadas no tai chi.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Harvard Health Publishing
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+tai-chi-exercise-2021-09-03-22-58-03-utc+%281%29.jpg" length="82218" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 Nov 2021 16:06:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/o-tai-chi-traz-os-mesmos-beneficios-das-atividades-fisicas-mais-comuns</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+tai-chi-exercise-2021-09-03-22-58-03-utc+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Governo exclui produtos esportivos de reduções tarifárias</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/governo-exclui-produtos-esportivos-de-reducoes-tarifarias</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Foi aprovada pelo governo brasileiro a redução de 10% das alíquotas do imposto de importação que compreende 87% dos produtos importados consumidos no país. A decisão foi publicada por meio da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=601&amp;amp;pagina=1&amp;amp;data=05/11/2021&amp;amp;totalArquivos=51" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Resolução nº 269
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           /2021 do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio da CAMEX. Setores como o têxtil e o calçadista não estão entre os beneficiados por esta medida extra Mercosul, afetando o comércio de produtos esportivos no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As novas alíquotas valem até o dia 31 de dezembro de 2022. Com a atual taxa de câmbio, a ÁPICE vê com preocupação o impacto da decisão tomada pelo governo sobre as vendas do setor em que atua. “O mercado brasileiro é um dos mais fechados do mundo e a exclusão dos produtos esportivos desta redução de impostos de importação pode prejudicar todo o ecossistema do esporte, diminuindo a variedade de produtos ofertadas ao consumidor e deixando de gerar empregos neste mercado”, conclui Renato Jardim, diretor executivo da associação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+variety-of-the-colorful-sneakers-on-sale-2021-08-26-16-25-25-utc.jpg" length="69598" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 Nov 2021 17:30:37 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+variety-of-the-colorful-sneakers-on-sale-2021-08-26-16-25-25-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Marketplaces viram caminho para sacoleiros digitais não pagarem impostos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/marketplaces-viram-caminho-para-sacoleiros-digitais-nao-pagarem-impostos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A informalidade segue alta no mercado de trabalho brasileiro. Só no varejo, são quase 7 milhões de pessoas atuando sem registro em carteira. Isso representou algo entre 95 e 125 bilhões em impostos que deixaram de ser arrecadados em 2020. As perdas com comércio on-line informal também são significativas. Um estudo promovido pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), em parceria com a consultoria McKinsey &amp;amp; Company e o Mattos Filho, escritório de advocacia, e do qual a ÁPICE fez parte, aponta que até 37% das vendas no varejo digital não recolhem impostos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A falta de monitoramento dos marketplaces aparece como um fator primordial para que haja a informalidade nas vendas, além das novas rotas em operações comerciais que cruzam fronteiras internacionais, chamadas de cross-border. Na prática, isso faz com que um produtos sejam importados pelos sacoleiros digitais por até um terço do preço pago pelos varejistas que recolhem impostos sobre os itens que comercializam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na pesquisa, 47% dos vendedores de pequenas empresas declaram obter um ganho acima do teto para a modalidade tributária em que atuam, como microempresas (MEs) e microempreendedores individuais (MEIs). Outro caminho adotado para driblar a carga tributária é atuar por meio de mais de um MEI, como fazem 25% dos respondentes do estudo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A questão das vendas ilegais é um problema que afeta vários países no mundo. Estados Unidos e China, por exemplo, apostaram em leis que responsabilizam as plataformas digitais pelo recolhimento dos tributos, como é o caso do país norte-americano, ou, impondo multas pesadas aos ambientes virtuais que permitirem a venda de produtos irregulares, como faz o país asiático.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na União Européia, a responsabilidade pelo recolhimento de impostos ficou com os transportadores logísticos para as vendas entre países do bloco e para produtos vindos de fora. O Brasil já possui iniciativas em curso, como o programa de monitoramento e certificação de cadeias de fornecimento, além do monitoramento e checagem de conformidade dos comerciantes em algumas plataformas digitais. Ambas as iniciativas já começaram a surtir efeito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://exame.com/negocios/evasao-fiscal-chegou-a-ate-r-600-bi-em-2020-diz-estudo/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Exame
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sell-online-on-the-internet-ecommerce-store-woma-2021-08-31-04-33-24-utc.jpg" length="65827" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 Nov 2021 17:29:04 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/marketplaces-viram-caminho-para-sacoleiros-digitais-nao-pagarem-impostos</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+sell-online-on-the-internet-ecommerce-store-woma-2021-08-31-04-33-24-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dispositivos inteligentes ajudam a determinar benefícios da atividade física</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/dispositivos-inteligentes-ajudam-a-determinar-beneficios-da-atividade-fisica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dispositivos inteligentes “vestíveis”, em tradução livre para os já conhecidos wearables, estão contribuindo com informações essenciais para a ciência. Sobretudo, no que diz respeito ao funcionamento do nosso corpo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um estudo recente publicado no European Heart Journal, conceituado periódico médico de cardiologia, concluiu que a prática de 150 minutos de exercícios moderados ou intensos por semana diminui os riscos da fibrilação atrial, um tipo comum de arritmia cardíaca que aumenta as chances de se ter um AVC. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para chegar nesse resultado, os pesquisadores recorreram à base de dados do UK Biobank, uma pesquisa de longa duração que contém nada menos que os registros de 500 mil pessoas colhidos entre 2006 e 2010. Deste grupo, foram analisadas as informações colhidas de cerca de 90 mil pessoas que passaram uma semana utilizando um tipo de pulseira capaz de identificar a quantidade de movimento realizada neste período por meio de acelerômetros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a leitura das pulseiras, foi possível determinar com boa precisão a quantidade de pessoas que praticavam os 150 minutos de exercícios, conforme recomendam a Organização Mundial da Saúde (OMS), e outras autoridades de saúde. O resultado foi comparado com informações posteriores sobre a incidência de fibrilação atrial no grupo. O que evidenciou que quem era adepto da prática de exercícios teve um risco muito menor para a fibrilação atrial e para o AVC. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A metodologia utilizada no estudo mostra que os dispositivos inteligentes podem trazer informações importantíssimas no desenvolvimento da ciência e, consequentemente, na criação de hábitos comprovadamente mais saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Confira a pesquisa na íntegra
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://academic.oup.com/eurheartj/article/42/25/2472/6283622?searchresult=1" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+active-sport-woman-setting-up-the-fitness-smart-wa-2021-11-01-18-38-27-utc.jpg" length="70939" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 Nov 2021 12:20:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/dispositivos-inteligentes-ajudam-a-determinar-beneficios-da-atividade-fisica</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+active-sport-woman-setting-up-the-fitness-smart-wa-2021-11-01-18-38-27-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+active-sport-woman-setting-up-the-fitness-smart-wa-2021-11-01-18-38-27-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>OMS recomenda a prática de atividades físicas</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/oms-recomenda-a-pratica-de-atividades-fisicas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não há novidade no fato de que os exercícios físicos contribuem com a saúde, no entanto, uma publicação recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) traz dados importantes por trás da necessidade das pessoas serem mais ativas. Segundo o estudo, cerca de cinco milhões de mortes poderiam ser evitadas no mundo se as pessoas fossem menos sedentárias. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O material sugere ações para combater este cenário e aumentar o bem-estar das pessoas e enxerga os obstáculos às mudanças, incluindo as consequências da pandemia de Covid-19. Mas além disso, a falta de espaços apropriados para uma vida mais ativa também surge como um ponto a ser analisado principalmente pelos formuladores de políticas públicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A organização ainda sugere no relatório que a realização de atividades físicas aumente em 15% até 2030 no mundo e incentiva a criação de políticas pensadas no plano de ação global. O cenário atual, investigado no estudo, mostra que um em cada quatro adultos, e quatro em cada cinco adolescentes são sedentários. E ainda aponta que as mulheres são 8% menos ativas do que os homens. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para Fiona Bull, chefe da Unidade de Atividade Física da OMS, as atividade sugeridas no documento estão alinhadas com as políticas da ONU e pede às indústrias, aos governos, à sociedade civil e demais agências, pela construção de uma visão comum na construção de sociedades mais ativas com mais esporte, caminhadas, ciclismo e brincadeiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O estudo completo está disponível
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.who.int/publications/i/item/WHO-HEP-HPR-RUN-2021.1" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: ONU News
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+close-up-runner-feet-man-runner-legs-and-shoes-in-2021-08-31-02-05-02-utc.jpg" length="74908" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Oct 2021 16:02:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/oms-recomenda-a-pratica-de-atividades-fisicas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+close-up-runner-feet-man-runner-legs-and-shoes-in-2021-08-31-02-05-02-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+close-up-runner-feet-man-runner-legs-and-shoes-in-2021-08-31-02-05-02-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Contrabando retira mais de R$ 280 bilhões da economia brasileira</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/contrabando-retira-mais-de-r-280-bilhoes-da-economia-brasileira</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h6&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) lança ação nacional de valorização do mercado legal, mostrando os prejuízos que produtos contrabandeados trazem ao país e à sociedade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h6&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A campanha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://contrabandonao.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           “O Contrabando Rouba o Futuro dos Brasileiros”
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            destaca o quanto o país perde com o mercado de produtos ilegais: tanto na economia, como em potencial de investimento em melhorias sociais. A iniciativa, lançada pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), joga luz aos efeitos nocivos do contrabando para a sociedade e como a conscientização do cidadão é importante para combater os impactos destrutivos causados por essa prática.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na última década, o submundo do contrabando só tem prosperado no Brasil. Balanço anual divulgado pelo FNCP indica que o prejuízo econômico resultante desse avanço dos produtos ilegais – considerando as perdas dos setores produtivos e de arrecadação de impostos – cresceu 191% no curto período de sete anos. Isso significa ir de R$ 100 bilhões em 2014 para R$ 288 bilhões em 2020. Um dinheiro que deixa de movimentar a economia de forma sustentável e próspera.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A campanha vem para conscientizar as pessoas do impacto do comércio ilegal.  A solução para o contrabando deve envolver medidas que afetem a demanda, reduzindo a vantagem que o produto ilícito tem sobre o produto legal em termos de preço. E a oferta, com a repressão aos contrabandistas e sonegadores também é importante, mas sozinha ela não conseguirá resolver o problema em um longo prazo. Ainda é importante trazer o cidadão para uma postura ativa de ajudar a combater o problema”, afirma Edson Vismona, presidente do FNCP.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante a campanha, a atenção da sociedade será direcionada às estatísticas das perdas econômicas e sociais provocadas pelo mercado de produtos ilegais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Prejuízo elevado
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dos R$ 288 bilhões perdidos em 2020, segundo levantamento do FNCP, quase R$ 91 bilhões foram impostos não recolhidos pelo governo que poderiam ter sido transformados em investimentos em programas de educação e até mesmo em melhorias de infraestrutura pelo Brasil. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os números são compilados pelo FNCP desde 2014 e mostram o tamanho do rombo econômico que a prática acarreta. O prejuízo é equivalente, em média, a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) de toda a América Latina e representa 3,9% do total de riquezas produzidas pelos brasileiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os setores afetados, o que mais tem perdido com os produtos ilegais é o de roupas e acessórios. Em 2020, a perda estimada com a concorrência de produtos ilícitos pelas empresas de vestuário no Brasil chegou ao impressionante patamar de R$ 54 bilhões. Na sequência, temos combustíveis com perdas que chegam aos R$ 26 bilhões e, logo após, produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria com R$ 25 bilhões de prejuízo resultantes da concorrência desleal de produtos contrabandeados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além da perda econômica, o contrabando faz com que as empresas brasileiras fiquem para trás na corrida de desenvolvimento porque é um movimento que acelera o processo de desindustrialização do Brasil. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contrabando e a perda de empregos formais
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo da consultoria da Oxford Economics mostra que a criação de empregos formais é outra consequência negativa do avanço da entrada de produtos contrabandeados no país. Diminui a oferta de vagas para profissionais qualificados e, com isso, ainda prejudica a ascensão social da população. Somente o contrabando de cigarros  no Brasil, acarreta diretamente na redução de 173 mil novas vagas. O estudo considerou os dados da indústria nacional do tabaco de 2019. Caso os mais de 63 bilhões de cigarros ilegais vendidos no país tivessem circulado na legalidade, esse comércio teria adicionado R$ 6 bilhões ao PIB do Brasil, contribuído com R$ 12,7 bilhões em tributos federais e estaduais, além de mais R$ 1,3 bilhão em receitas fiscais associadas ao emprego e à atividade sustentada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Empregos que poderiam ter contratado brasileiros para produção local”, afirma Vismona. Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relativos ao primeiro trimestre de 2021 indicam que 14,8 milhões de pessoas estão em busca de recolocação profissional no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2020, pesquisa do Ibope/Ipec apurou que quase metade dos cigarros vendidos aos brasileiros eram ilegais, o que representa 49% no total.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segurança pública
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Violência e produtos proibidos no Brasil também são estimulados e acabam por “pegar carona” nas rotas de contrabando. Esse impacto negativo afeta não só as cidades que fazem fronteira com outros países – principalmente o Paraguai, que mantém um fluxo intenso de mercadorias que serão vendidas em diversos estados da federação sem pagar impostos – sendo certo  que  o lucro do contrabando financia organizações criminosas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro efeito perverso do mercado clandestino é o de estimular a corrupção no setor público, pois existe por vezes a conivência de estruturas policiais e de segurança de fronteira que são cúmplices ou aliadas dos criminosos, relaxando propositalmente a fiscalização. “O país perde, a sociedade sofre com o avanço da criminalidade e o crime organizado se fortalece”, lamenta Vismona.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Para saber mais e participar dessa iniciativa, acesse:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.contrabandonao.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           www.contrabandonao.com.br
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+blurry-background-of-warehouse-inventory-product-s-2021-09-03-13-42-55-utc.jpg" length="88287" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 21 Oct 2021 12:05:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/contrabando-retira-mais-de-r-280-bilhoes-da-economia-brasileira</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Acordo entre Brasil e Argentina preocupa o setor esportivo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/acordo-entre-brasil-e-argentina-preocupa-o-setor-esportivo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em nota conjunta, divulgada no dia 8 de outubro, Brasil e Argentina anunciam ter chegado a um consenso para que a Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC) seja reduzida em 10%. Segundo o documento, serão resguardadas as exceções já existentes no bloco. Ou seja,  a princípio ficam excluídos dessa redução tarifária, os setores têxtil e de confecção, calçados, lácteos, brinquedos e automotivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os detalhes do acordo ainda não estão disponíveis publicamente e ainda devem ser discutidos e aprovados com os outros dois membros do Mercosul, Paraguai e Uruguai. De qualquer forma, a exclusão de produtos esportivos que estão classificados dentro dos setores que ficaram de fora do corte tarifário preocupa muito a ÁPICE. A evolução da taxa de câmbio e os efeitos da pandemia sobre o mercado impõe a necessidade de revisão da política comercial brasileira. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O Brasil perde com essa exclusão, em especial, o ecossistema do esporte e os milhares de empregos existentes em cada um de seus diversos elos”, comenta Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A exclusão dos produtos esportivos dessa abertura de mercado será sentida pelo setor, que sai prejudicado quanto à recuperação e à oferta dos produtos esportivos em maior diversidade de modelos e melhores condições comerciais.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+real-estate-brokers-pointed-to-signing-agreement-d-2021-08-26-17-53-52-utc.jpg" length="103447" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 11:22:55 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil é tetracampeão mundial de beach tennis</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/brasil-e-tetracampeao-mundial-de-beach-tennis</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 10 de outubro, aconteceu a final da ITF Beach Tennis World Cup 2021 nas areias de Copacabana, no Rio de Janeiro. As disputas pelos títulos foram entre Brasil e Itália. As equipes brasileiras feminina e masculina venceram por 2 sets a 0 dos italianos, país que também ostenta quatro títulos mundiais na modalidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Brasil vem com uma boa sequência de vitórias e essa foi a terceira seguida. O país também conquistou o título mundial em 2018 e 2019 em Moscou, na Rússia. O Brasil também recebeu neste mês outro grande campeonato em Brasília, no Distrito Federal, entre os dias 12 e 17 de outubro, o ITF Sand Series Brasília’21, em que a dupla feminina do Brasil saiu vitoriosa após disputar o título com a equipe italiana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O beach tennis está em plena ascensão em terras brasileiras e veio para ficar. O clima tropical do país, que possui mais de 8 mil quilômetros de praias, contribui para a disseminação do esporte. E mesmo longe do mar, a modalidade ganha novos adeptos. Só no estado de São Paulo já são mais de 900 quadras e arenas, segundo a Confederação Brasileira de Beach Tennis (CBBT). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A ÁPICE está atenta à esta ascensão do beach tennis e vem trabalhando junto com o governo brasileiro nas medidas que reduzem a carga tributária sobre os produtos relacionados ao esporte. Os impostos aplicados sobre as raquetes de beach tennis, por exemplo, podem chegar a 60% do valor do produto nas prateleiras. A aplicação de valores mais justos pode impulsionar a popularização do esporte no país.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+beach+tennis+no+brasil.png" length="1389054" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 11:21:37 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Importação de calçados brasileiros segue em queda</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/importacao-de-calcados-brasileiros-segue-em-queda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre janeiro e setembro de 2021, as importações de calçados das marcas esportivas foram 37% menores que no mesmo período de 2019, antes da pandemia. Quando comparado ao mesmo período de 2020, os resultados também decepcionam e ficam 18% abaixo do registrado naquele ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O preço médio do calçado importado pelas marcas globais foi de USD 20,80, ou R$110,90 para cada par comercializado, valor muito superior ao praticado pela indústria nacional de calçados em geral e de esportivos em particular, o que indica ser desnecessária a imposição de impostos tão altos para importação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As exportações brasileiras de calçados em geral, no entanto, retomaram os níveis pré-pandemia. A quantidade de produtos exportados entre janeiro e setembro deste ano foi 34% maior que no mesmo período de 2020 e 1% maior que em 2019. O preço médio de exportação em 2021, foi de USD 7,17 por par, valor 65% inferior ao preço médio de importação de calçados das marcas esportivas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No seguimento de calçados em geral, as importações foram 4,5% menores que em 2020 e 26% abaixo dos valores registrados em 2019. O preço médio de importação destes produtos foi de USD 14,23 por par, ou seja, duas vezes maior que o preço de exportação da indústria brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A política comercial isolacionista não é coerente com a conjuntura econômica atual, em especial diante da evolução da taxa de câmbio, da crise dos fretes internacionais, da busca pela recuperação do mercado pós-pandemia e da necessidade de ativação do mercado esportivo. Os consumidores brasileiros estão sendo prejudicados quanto ao acesso a maior diversidade de modelos de produtos e melhores condições comerciais”, argumenta Renato Jardim, diretor executivo da Ápice.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+running-shoes-on-the-floor-2021-08-26-12-08-15-utc.jpg.png" length="439209" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 11:19:21 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/importacao-de-calcados-brasileiros-segue-em-queda</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+running-shoes-on-the-floor-2021-08-26-12-08-15-utc.jpg.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+running-shoes-on-the-floor-2021-08-26-12-08-15-utc.jpg.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Atividades físicas devem ser o foco principal no tratamento da obesidade</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/atividades-fisicas-devem-ser-o-foco-principal-no-tratamento-da-obesidade</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, do inglês), nos Estados Unidos, divulgou recentemente que 42,4% da população adulta do país norte-americano era obesa entre 2017 e 2018, representando um aumento de 30,5% quando comparado ao dados de mais de 20 anos atrás, entre 1999 e 2000. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Muitos adultos obesos procuram mudar este cenário através de dietas, reduzindo a ingestão de calorias para perder peso. Mas este pode ser um caminho difícil de sustentar por um longo período de tempo, dizem os especialistas. É comum as pessoas não conseguirem atingir o peso desejado e, mesmo as que alcançam o resultado esperado na balança, ainda precisam lutar para mantê-lo. Ambos os cenários podem gerar frustração e reduzir a adesão a programas de emagrecimento que, em alguns casos, são seguidos por ganho e perda de peso em períodos alternados por quem segue neste caminho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Nos últimos vinte anos, alguns cientistas têm argumentado que o tratamento da obesidade com foco na perda de peso não é eficiente. Um caminho mais adequado é buscar primeiro fazer atividades físicas diariamente, de preferência, os exercícios cardiorespiratórios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esta indicação ganha ainda mais relevância pelas evidências encontradas de que a melhora na capacidade cardiorrespiratória pode diminuir drasticamente ou até mesmo eliminar o risco de mortalidade associado a altos valores de Índice de Massa Corporal (IMC).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os números comprovam o resultado 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Atividades físicas e a capacidade cardiorrespiratória também trazem melhoras visíveis aos indicadores cardiometabólicos, porque ajudam a reduzir o valor dos índices que estão associados com doenças cardiovasculares e diabetes do tipo 2. A melhora nesses indicadores é comparável àquela produzida pela perda de peso, apontam os pesquisadores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os estudiosos também observaram que tanto os treinos de resistência física quanto os aeróbicos foram responsáveis pela diminuição na pressão arterial, além de melhorar os níveis de glicose e de colesterol, e das funções vasculares. E estes resultados independem da perda de peso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A conclusão dos autores do trabalho é de que a melhor maneira de gerir a obesidade envolve uma aproximação mais neutra relacionada ao emagrecimento, voltando-se mais para a melhora na aptidão cardiorrespiratória e no aumento da prática de atividades físicas regulares. Mas deixam claro que o objetivo dos resultados divulgados não é fazer com que os profissionais da saúde desencorajem a perda de peso, mas que não tenham essa questão como foco principal no tratamento da obesidade.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+part-of-woman-using-exercise-bike-2021-08-26-20-15-39-utc.jpg" length="116725" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 15 Oct 2021 18:11:13 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/atividades-fisicas-devem-ser-o-foco-principal-no-tratamento-da-obesidade</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+part-of-woman-using-exercise-bike-2021-08-26-20-15-39-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Substituir o tempo em frente às telas por atividades ao ar livre aumenta o bem-estar de crianças</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/substituir-o-tempo-em-frente-as-telas-por-atividades-ao-ar-livre-aumenta-o-bem-estar-de-criancas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A receita para promover o bem-estar das crianças envolve diminuir o tempo delas em frente às telas e aumentar a quantidade de atividades ao ar livre. É o que sugere a pesquisa conduzida pelo professor Asad Khan na universidade de Queensland em Brisbane, na Austrália.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A orientação para promover mais exercícios físicos está embasada pela pesquisa com 577 mil crianças de 11, 13 e 15 anos de 42 países da Europa e da América do Norte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O que o estudo encontrou foi que meninos que passavam mais do que 90 minutos usando TV, celular, computador ou videogame e as meninas que passavam mais de uma hora por dia nessas atividades tinham mais propensão a sentirem tristeza sobre a vida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Menos de um quinto dos jovens participantes respondeu que eram ativos fisicamente. E o tempo médio que este grupo disse passar em frente às telas é de 6 horas por dia. As crianças menos ativas do estudo foram as que mais reportaram sentir irritação ou nervosismo. Também relataram que tinham problemas para dormir, dores de cabeça, dores de estômago e também nas costas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O mais interessante destes resultados é que eles sugerem que as atividades físicas promovem bem-estar mesmo nas crianças que passam muitas horas grudadas em seus equipamentos eletrônicos. Até mesmo aquelas que disseram ficar mais de oito horas por dia nas telinhas tiveram um aumento considerável no nível de satisfação com a vida e menos problemas de saúde à medida que aumentaram a quantidade de exercícios físicos. Estas descobertas foram publicadas na revista científica The Lancet Child And Adolescent Health.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: U.S. News
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+group-of-diverse-kids-playing-at-the-field-togethe-92FE6BS.jpg" length="138677" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 01 Oct 2021 15:53:14 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Atividades físicas podem reduzir as chances de crianças se tornarem obesas já na adolescência</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/atividades-fisicas-podem-reduzir-as-chances-de-criancas-se-tornarem-obesas-ja-na-adolescencia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mundo digital está cada vez mais atrelado às nossas vidas. Pesquisadores da universidade de Helsinki e do centro de pesquisa de Folkhälsan, ambos na Finlândia, concluíram que crianças que usam massivamente as mídias digitais podem desenvolver obesidade na adolescência. Mas a mesma pesquisa aponta que a prática de atividades físicas regulares na infância é capaz de reduzir as chances do surgimento do sobrepeso anos mais tarde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O levantamento foi feito com mais de quatro mil crianças participantes do Finnish Health in Teens (Fin-HIT), um estudo finlandês que busca entender as consequências a longo prazo das mudanças no corpo dos pequenos desde a adolescência até a vida adulta. Iniciado em 2011, o estudo pretende acompanhar o desenvolvimento de um grupo de indivíduos durante 25 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Os primeiro resultados já indicam que praticar mais de 6 horas de exercícios físicos semanais ainda na infância - por volta dos 11 anos, idade que os participantes tinham no começo da pesquisa - reduziram as chances de sobrepeso aos 14, mesmo associado ao hábito de passarem longos períodos em frente às telas. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Também foram analisados outros fatores potencialmente ligados à obesidade, como hábitos alimentares na infância e horas de sono. Inicialmente, a única correlação bem sucedida, até então, foi entre o papel da atividade física relacionada ao uso de mídias digitais nessa fase da vida, e como isso contribui para o ganho de peso na adolescência.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ainda é necessário realizar novos estudos para determinar em que medida os exercícios combatem a obesidade e qual a intensidade ideal para os exercícios na infância para, de fato, combater a obesidade. Uma coisa é certa, a prática de atividades físicas deve ser incentivada entre os pequenos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Science Daily
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+children-playing-with-ball-indoors-JTABDTZ.jpg" length="136706" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 24 Sep 2021 11:33:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/atividades-fisicas-podem-reduzir-as-chances-de-criancas-se-tornarem-obesas-ja-na-adolescencia</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+children-playing-with-ball-indoors-JTABDTZ.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Seu cérebro muda com a prática de exercícios físicos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/seu-cerebro-muda-com-a-pratica-de-exercicios-fisicos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um estudo recente conduzido por pesquisadores da universidade de Bielefeld, na Alemanha, e liderados pelo professor Thomas Schack, trouxe evidências de que os exercícios físicos aumentam a capacidade do cérebro de mudar, o que é conhecido como neuroplasticidade, e é muito importante nos processos de adaptação e aprendizado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As evidências sobre a importância das atividades físicas para o cérebro foram constatadas a partir de um experimento com pacientes depressivos, divididos em dois grupos. Uma parte foi estimulada a praticar atividades físicas animadas durante três semanas e que exigiam o trabalho em equipe, mas sem ter cara de competição ou de uma prova. O outro grupo seguiu com tratamentos sem a adição dos exercícios na rotina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ao final dos testes, eles observaram algumas diferenças significativas nos cérebros dos  pacientes. Aqueles que praticaram exercícios físicos regularmente, mostraram melhoras na forma como lidam com mudanças, adaptações, atingindo os mesmos níveis observados em pessoas com a saúde em dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, os estudiosos perceberam uma mudança de comportamento em quem praticou exercícios, indicando que a prática pode ter ajudado a diminuir os sintomas depressivos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como resultado do estudo, fica claro que as atividades físicas são ótimas para regeneração do cérebro e para criar novas conexões neurais. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Times Now News
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+fitness-sport-people-and-running-concept-happy-fit-VVMHDEV.jpg" length="95525" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 17 Sep 2021 14:00:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/seu-cerebro-muda-com-a-pratica-de-exercicios-fisicos</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+fitness-sport-people-and-running-concept-happy-fit-VVMHDEV.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE participa da retomada dos trabalhos da ALAC – Aliança Latinoamericana Anticontrabando</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-participa-da-retomada-dos-trabalhos-da-alac-alianca-latinoamericana-anticontrabando</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ALAC (Aliança Latinoamericana Anticontrabando), comunicou a retomada dos trabalhos de cooperação e troca de experiências de ações voltadas ao comércio ilícito na América Latina. Na ocasião, foi anunciado o evento marcado para os dias 29 e 30 de setembro, em Quito, no Equador, de forma presencial e remota. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Aliança é uma iniciativa do setor privado criada em 2016 para construir junto aos governos da região, uma agenda pela redução do contrabando. A ALAC facilita o intercâmbio de informações e cria parcerias estratégicas para além das fronteiras dos países, articulando ações entre os setores público e privado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE participa do encontro buscando contribuir para as discussões, em especial, em relação à crescente preocupação com o comércio ilícito no ambiente digital, que aumentou consideravelmente em função da pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+industrial-container-cargo-freight-ship-with-worki-3AD6ZFS.jpg" length="169073" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Sep 2021 21:38:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-participa-da-retomada-dos-trabalhos-da-alac-alianca-latinoamericana-anticontrabando</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+industrial-container-cargo-freight-ship-with-worki-3AD6ZFS.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+industrial-container-cargo-freight-ship-with-worki-3AD6ZFS.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dois grandes eventos de beach tennis acontecem no Brasil em outubro</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/dois-grandes-eventos-de-beach-tennis-acontecem-no-brasil-em-outubro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Neste mês de setembro, a Federação Internacional de Tênis (ITF) anunciou a realização de dois grandes eventos de beach tennis no Brasil. O Rio de Janeiro sediará a ITF Beach Tennis World Cup Pro and Junior 2021. O evento acontece entre os dias 4 e 10 de outubro. E o Distrito Federal recebe o ITF Sand Series Brasília’21, entre os dias 12 e 17 também de outubro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O torneio com sede no Rio conta pontos para o ranking mundial das categorias Pro e Júnior e terá 16 duplas de diversos países nesta que é a principal competição mundial do esporte. Para a turma de Brasília, ficou a oportunidade de assistir o principal torneio da modalidade nas Américas no complexo de 18 quadras que compõem o Eixo Monumental. Serão usadas 1500 toneladas de areia para transformar o espaço e adequá-lo ao esporte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A competição de Brasília terá grandes nomes do esporte do Brasil e do mundo. A categoria profissional conta com um prêmio de 35 mil dólares. Ao mesmo tempo em que é realizado o ITF Sand Series Brasília’21, acontece também um torneio amador oficial que conta pontos para o ranking nacional da Confederação Brasileira de Tênis (CTB) com atletas de 12 a 70 anos de diversos estados do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Lance!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 13 Sep 2021 21:37:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/dois-grandes-eventos-de-beach-tennis-acontecem-no-brasil-em-outubro</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE realiza treinamento de identificação de produtos falsificados para agentes aduaneiros</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-realiza-treinamento-de-identificacao-de-produtos-falsificados-para-agentes-aduaneiros</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 11 de agosto, aconteceu o evento promovido pela ÁPICE, por meio do Comitê de Combate ao Comércio Ilícito e em conjunto com as marcas Adidas, Asics, Luxottica (Oakley), Nike e Puma. O encontrou teve como objetivo manter os agentes da Aduana de Santos, o maior porto do hemisfério sul, atualizados sobre as melhores formas de identificar produtos falsificados ligados ao comércio esportivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A quantidade de produtos falsificados no Brasil chega aos milhares toda semana. Por ter o maior mercado da América Latina, o país é um alvo bastante visado pelos criminosos. São Paulo é o maior centro de distribuição de mercadorias do país, motivo pelo qual torna-se essencial a atuação constante dos agentes da Aduana de Santos. De acordo com o Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade, grande parte dos produtos falsificados que chegam ao Brasil vem da China.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “A atuação dos agentes aduaneiros sobre essas mercadorias, antes que elas ganhem as ruas, é essencial para combater o comércio ilícito e a informalidade, que tanto prejudicam a produção nacional e o emprego no Brasil”, comenta Renato Smirne Jardim, diretor executivo da ÁPICE.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+warehouse-logistics-is-important-5TKYPLD.jpg" length="247718" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 13 Sep 2021 21:34:24 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A ÁPICE apoia a campanha ODS Eu Pratico, da ONU</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/a-apice-apoia-a-campanha-ods-eu-pratico-da-onu</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Rede Brasil do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas) promove a campanha
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pactoglobal.org.br/pg/campanha-ods-eu-pratico" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           ODS Eu Pratico
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            entre seus mais de mil membros, e a ÁPICE está entre eles. A iniciativa estimula adoção dos 17 ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável) não só pelas empresas signatárias do pacto, mas pelas pessoas que fazem parte das organizações e da sociedade como um todo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Criada em 2015, a agenda com os 17 objetivos busca, até 2030, assegurar os direitos humanos em todos os lugares do mundo, erradicar a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas, agir contra as mudanças climáticas, além de outros desafios de nossos tempos, como consta no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://pactoglobal.org.br/ods" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           site
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            do Pacto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Conheça abaixo os 17 objetivos e uma breve descrição de cada um deles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. Erradicação da pobreza
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 1 pretende acabar com a pobreza em todas as suas formas e em todos os lugares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. Fome zero e agricultura sustentável
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 2 tem por meta extinguir a fome, promover a agricultura sustentável e alcançar a segurança alimentar e a melhoria da nutrição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. Saúde e bem-estar
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 3 pretende assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos as pessoas de qualquer idade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. Educação de qualidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 4 busca assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos e todas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. Igualdade de gênero
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 5 tem por objetivo alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. Água limpa e saneamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 6 pretende garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           7. Energia limpa e acessível
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 7 tem por objetivo assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para todos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           8. Trabalho decente e crescimento econômico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 8 busca promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, o emprego pleno e produtivo e o trabalho decente para todos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           9. Indústria, inovação e infraestrutura
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 9 pretende construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           10. Redução das desigualdades
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 10 tem a meta de reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           11. Cidades e comunidades sustentáveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 11 propõe tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           12. Consumo e produção responsáveis
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 12 busca assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           13. Ação Contra a Mudança Global do Clima
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 13 pretende tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           14. Vida na água
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 14 programa conservar e promover o uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           15. Vida terrestre
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 15 tem por objetivo proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda da biodiversidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           16. Paz, justiça e instituições eficazes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 16 busca promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           17. Parcerias e meios de implementação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O ODS 17 procura fortalecer os meios de implementar e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+ODS+Eu+Pratico.png" length="1023775" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 13 Sep 2021 14:51:01 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/site+ODS+Eu+Pratico.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Unesco lança projeto global de fomento a atividades físicas entre mulheres</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/unesco-lanca-projeto-global-de-fomento-a-atividades-fisicas-entre-mulheres</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em julho, o Observatório Global para Mulheres, Esportes, Educação Física e Atividade Física (em tradução livre) foi inaugurado em Lausanne, na Suíça, com o suporte da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).  A nova instituição tem o objetivo de reduzir as desigualdades que afetam mulheres e garotas de todas as idades quando o assunto é a prática de esportes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Na Europa, 45% dos homens praticam alguma modalidade esportiva uma vez por semana, pelo menos. Entre as mulheres, só 37% encontram-se neste grupo. As transmissões esportivas do continente europeu também privilegiam os homens, sendo 20 vezes maiores para este grupo do que as exibições de equipes femininas. As diferenças existem, embora sejam pouco documentadas, e uma das funções do observatório é mudar essa realidade e incentivar o debate sobre os impactos positivos do investimento no esporte feminino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Também está no escopo do Observatório o apoio a pesquisas que analisam a prática esportiva de mulheres. A ideia é que esses estudos sirvam de apoio para entidades públicas e privadas na criação de planos de ação voltados para a diminuição das desigualdades de gênero no esporte ou através dele. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            No
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Generation Equality Forum
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (Fórum pela igualdade geracional), realizado entre junho e julho deste ano, entidades como o Comitê Olímpico Internacional e a UN Women (ONU Mulheres) já se comprometeram com o objetivo do evento de acelerar ações globais pela igualdade de gênero. Neste caminho, o Observatório surge como um meio para documentar e avaliar os avanços de iniciativas como a do Generation Equality e as da UN Women, ajudando a atingir os princípios defendidos por quem trabalha pela igualdade entre homens e mulheres tanto dentro quanto fora do meio esportivo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Unesco
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1womens-football-team-training-for-soccer-match-on--Z675CG7.jpg" length="119749" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 10 Sep 2021 20:16:31 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/unesco-lanca-projeto-global-de-fomento-a-atividades-fisicas-entre-mulheres</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1womens-football-team-training-for-soccer-match-on--Z675CG7.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/1womens-football-team-training-for-soccer-match-on--Z675CG7.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Conheça as tendências do marketing esportivo ligadas à alta tecnologia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/conheca-as-tendencias-do-marketing-esportivo-ligadas-a-alta-tecnologia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Nos últimos anos, houve um grande avanço tecnológico de produtos como smartphones e também dos diversos acessórios conectados à eles e à internet, bem como de serviços digitais. Essas rápidas transformações ampliaram as possibilidades de inovação para muitos mercados. No esporte, é possível refletir sobre o que já mudou e está evoluindo e o que ainda pode ser desenvolvido. São estas questões que levaram a escola de negócios do esporte, The Squad, a elaborar um estudo das principais tendências para o marketing esportivo. Algumas delas foram apresentadas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/estudo-revela-as-principais-tendencias-para-o-mercado-esportivo" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           nesta matéria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e agora, trazemos outras reflexões que envolvem tecnologias como a internet das coisas (IoT, em inglês), a inteligência artificial, as novas redes 5G de comunicação e a realidade aumentada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um novo universo de serviços
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma das principais mudanças já realizadas no mundo da transmissão de jogos e eventos esportivos envolve a concorrência pelos direitos de exibição, pois este mercado conta com novos players, como os serviços de streaming. Com a evolução no acesso à internet, cada vez mais rápida e presente em qualquer espaço, as novas plataformas puderam competir pelo espectador, trazendo outras formas de interagir com o conteúdo exibido. Com o avanço do 5G, espera-se que a briga pela atenção do espectador fique ainda mais acirrada, e novas soluções e produtos apareçam para movimentar este mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O foco está na interatividade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Toda a mobilidade permitida com a internet de qualidade presente em todo lugar, a comunicação deixa se voltar apenas com o consumidor que olha a tela, e começa a criar relações entre o virtual e o real. A tecnologia da realidade aumentada, por exemplo, será muito mais explorada daqui para frente. O consumidor poderá utilizar o seu celular para obter informações em tempo real sobre jogadores nos estádios, rever lances, ou pesquisar por uniformes e outros itens usados durante a partida. Soluções como upgrade de assentos nos estádios durante o jogo e informações em tempo real sobre o tamanho da fila dos banheiros também devem acontecer em breve.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tecnologia para motivar bons hábitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A incorporação da internet das coisas em dispositivos, como relógios inteligentes, camisetas com sensores incorporados ou mesmo a tecnologia que já está presente nos smartphones, trará cada vez mais soluções ligadas à saúde e ao bem-estar. Os novos produtos e serviços se beneficiarão da inteligência artificial e dos dados coletados por estes dispositivos.  Veremos recomendações e orientações bastante personalizadas tanto para as atividades físicas quanto para os produtos que mais se relacionam com o consumidor. Informações como a data da última compra de uma raquete de tênis, por exemplo, pode indicar o momento ideal para que acessórios e novos produtos sejam recomendados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: The Squad Academy
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-sports-in-morning-HMKR7H6.jpg" length="90793" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 03 Sep 2021 15:05:12 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-sports-in-morning-HMKR7H6.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/o-brasil-nos-jogos-paralimpicos-de-toquio</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro, o Brasil participa dos Jogos Paralímpicos de Tóquio. E para aproveitar o clima de competição, separamos algumas conquistas históricas dos atletas brasileiros na competição.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mais de 300 medalhas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para sermos exatos, o Brasil chega a Tóquio com 301 medalhas, 87 delas de ouro, 112 de prata e 102 de bronze. Isso coloca o país na 19ª posição quando se considera o quadro geral de medalhas de cada nação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Sucesso no Rio 2016 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quando competiu em casa, o país conquistou seu maior número de medalhas em uma única edição da competição, foram 72 no total: 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze. Essa edição rendeu ao país o oitavo lugar no quadro geral de medalhas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo lugar histórico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No Mundial de Atletismo em Dubai 2019, o Brasil conquistou um segundo lugar inédito na competição, ficando atrás apenas da China. O que torna a modalidade uma das expectativas para a conquista de medalhas em Tóquio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Metas do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) em Tóquio
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O CPB estabeleceu a meta de ficar entre as dez primeiras posições do ranking. Nos primeiros dias da competição, a equipe vem conquistando medalhas em diferentes modalidades, sobretudo na natação, com nomes como o de Daniel Dias, o maior medalhista paralímpico no nado masculino e Gabriel Bandeira, uma das novas revelações do Brasil na modalidade. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ao todo, o Brasil tem representante em 20 das 22 modalidades presentes nos jogos, com uma equipe de 259 atletas. Ficam de fora apenas o basquete  e o rúgbi em cadeira de rodas. Os esportes em que o país marca presença são atletismo, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, parabadminton, parataekwondo, remo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo e vôlei sentado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Comitê Paralímpico Brasileiro
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/start-disabled-runner-on-track-W8TCKAT.jpg" length="315607" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 30 Aug 2021 18:05:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/o-brasil-nos-jogos-paralimpicos-de-toquio</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/start-disabled-runner-on-track-W8TCKAT.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/start-disabled-runner-on-track-W8TCKAT.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo comprova que pessoas ativas produzem mais anticorpos depois de tomarem a vacina da Covid-19</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-comprova-que-pessoas-ativas-produzem-mais-anticorpos-depois-de-tomarem-a-vacina-da-covid-19</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Que tal garantir uma boa resposta do seu sistema imunológico a partir da vacina contra a Covid-19? As atividades físicas são uma boa escolha para quem procura ajudar o próprio corpo a desenvolver essa imunidade. É o que diz um estudo conduzido por pesquisadores da USP e divulgado neste mês. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para um bom resultado, é importante fugir do sedentarismo. O melhor cenário foi visualizado nos participantes do estudo que não ficavam mais que oito horas por dia sentados ou deitados, e se mantinham ativos por pelo menos 150 minutos por semana. E nesse tempo ativo contam exercícios físicos e outras práticas de lazer, como caminhada, corrida, natação e passeio com o cachorro. Também entram no cálculo os serviços domésticos, como limpar a casa e lavar roupa manualmente, os trabalhos que envolvem carregamento de peso e consertos, e até os deslocamentos de rotina, como ir a pé ou de bicicleta ao trabalho ou mercado, por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Aqui vale também a dica já informada em
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/nova-pesquisa-aponta-beneficios-de-atividades-fisicas-leves-e-feitas-ao-longo-do-dia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           outra matéria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           : para quem corre todo dia, mas mantém hábitos sedentários, os benefícios do exercício são reduzidos. Na escala levantada na pesquisa, os indivíduos ativos ficam no topo dos que tiveram melhor resposta com a imunização, no meio estão aqueles que se exercitam, mas passam boa parte do dia parados e em último lugar ficam aqueles que não se movimentam regularmente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Como conclusão do estudo, os pesquisadores identificaram alto potencial de melhora na resposta vacinal pelos indivíduos ativos, mesmo naqueles que fazem uso de medicamentos imunossupressores. Os responsáveis pelo trabalho destacaram ainda a importância da promoção de atividades físicas por gestores e formuladores de políticas públicas. O incentivo a essas atividades é apontado como uma maneira barata e fácil de escalar as boas práticas de exercícios para toda população e tem um alto impacto para pessoas com sistema imune menos eficiente, como os idosos e os portadores de doenças autoimunes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Jornal da USP
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/female-jogger-exercising-outdoors-JA8LGFE.jpg" length="137564" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 27 Aug 2021 17:31:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-comprova-que-pessoas-ativas-produzem-mais-anticorpos-depois-de-tomarem-a-vacina-da-covid-19</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/female-jogger-exercising-outdoors-JA8LGFE.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/female-jogger-exercising-outdoors-JA8LGFE.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo revela as principais tendências para o mercado esportivo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-revela-as-principais-tendencias-para-o-mercado-esportivo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Olhar para o futuro sempre foi uma escolha acertada para marcas e empresas sobreviverem à dinâmica dos mercados. O ritmo acelerado de transformações e lançamentos de novas tecnologias, além das mudanças de paradigmas sociais levou a The Squad, escola de negócios do esporte com enfoque em tecnologia, futuro e ciências humanas, a mapear as tendências para o marketing esportivo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo apresenta ao menos 30 ideias e conceitos envolvendo macrotendências como a das sociedades híbridas, a vida melhor nas cidades, longevidade, bio hacking e nanotecnologia. Algumas delas são para longo prazo, mas questões como eventos híbridos, por exemplo, já estão presentes no nosso cotidiano, e foram impulsionados pelo surgimento da pandemia do coronavírus. As mudanças desencadeadas neste setor, com o emprego de realidade aumentada e dos ambientes virtuais interativos vieram para ficar. As comunidades digitais ganham força e já destacam as empresas que souberam se adaptar ao momento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           À medida que formos voltando ao velho normal, outras tendências vão ganhar mais adeptos, como a criação de espaços urbanos por marcas esportivas. Áreas que promovem convivência e experiências afirmativas nos grandes centros urbanos também é uma aposta para o fortalecimento da indústria do esporte. Teremos mais ciclofaixas, ruas fechadas e outras iniciativas que promovam a prática esportiva e a convivência dentro das cidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A nova meia idade e o auxílio da tecnologia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O avanço científico aplicado à longevidade promete gerar mudanças significativas na sociedade. Neste cenário, novos produtos para o público 60+ devem entrar no mercado para atender a uma demanda crescente por uma vida longa e saudável. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Novas tecnologias criadas a partir do mapeamento genético já permitem que cientistas façam modificações no DNA humano. Na fase atual dos estudos, o objetivo é encontrar a cura de doenças complexas, além de fazer com que as pessoas vivam bem e com mais qualidade. A evolução desta ciência ainda pode impactar novas áreas, como a de performance esportiva.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto as melhorias não são introduzidas diretamente em nosso código genético, as alternativas tecnológicas que podem auxiliar no dia a dia e nos esportes avançam rapidamente. A nanotecnologia tem sido uma das ciências mais promissoras neste sentido.  Chips e sensores quase imperceptíveis encontram lugar no mercado dos tecidos inteligentes e conectados. Camisetas que analisam dados em tempo real, tênis que medem a velocidade e bonés com cálculo e redução de temperatura fazem parte da revolução que a nanotecnologia pode promover nos produtos deste mercado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: The Squad Academy
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sport-B4J5HFV.jpg" length="118621" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 20 Aug 2021 14:45:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-revela-as-principais-tendencias-para-o-mercado-esportivo</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sport-B4J5HFV.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pacto Global da ONU completa 21 anos e a ÁPICE é uma das signatárias</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pacto-global-da-onu-completa-21-anos-e-a-apice-e-uma-das-signatarias</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No mês de julho, foi celebrado o aniversário de 21 anos da criação do Pacto Global, uma iniciativa promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), para chamar empresas do mundo inteiro com o objetivo de alinhar suas estratégias aos 10 princípios universais nas seguintes áreas: Direitos Humanos, Trabalho, Meio Ambiente e Anticorrupção. Com mais de 16 mil membros de 160 países, esta é a maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo e da qual a ÁPICE orgulhosamente faz parte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            No
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=emnkyeiq9O8" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           vídeo comemorativo
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , a agência nos traz a reflexão de que a pandemia mostrou o quanto estamos conectados e interrelacionados mundialmente. E que a necessidade de uma ação conjunta pelo planeta e por todos que o habitam é urgente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em 2015, a ONU criou uma nova agenda com 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e sua proposta é que eles sejam cumpridos pelos países membros da Organização até 2030. O setor privado tem a missão de promover as transformações necessárias porque detém os meios para inovar, influenciar e engajar os diversos públicos neste grande desafio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE abraça essa missão e busca impactar o mercado em que atua promovendo as boas práticas defendidas no Pacto Global na atuação com empresas, governos e sociedade. Dos 17 ODS, a associação vê sua atuação fortemente relacionada com 6 objetivos, e são eles: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Trabalho decente e crescimento econômico (Objetivo 8), que promove o crescimento econômico sustentável e inclusivo, além do pleno emprego produtivo e do trabalho decente para todos. Indústria, inovação e infraestrutura (Objetivo 9), que fomenta a produção de infraestruturas fortes, a promoção da industrialização inclusiva e sustentável e a inovação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há também a Redução das desigualdades (Objetivo 10), que defende a diminuição da desigualdade de país para país e dentro deles, e o Consumo e produção responsáveis (Objetivo 12), que assegura padrões de produção e de consumo sustentáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E por fim, o Ação contra a mudança global do clima (Objetivo 13), que traz a urgência nas medidas para atenuar as mudanças climáticas e seus impactos e o Objetivo 17,  Parcerias e meios de implementação, que busca o fortalecimento dos meios de implementação e revitalização da parceria global para o desenvolvimento sustentável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: pactoglobal.org.br
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/splendid-view-of-sailboat-sailing-near-the-cliffs--86EMTTN.jpg" length="238476" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 16 Aug 2021 19:36:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pacto-global-da-onu-completa-21-anos-e-a-apice-e-uma-das-signatarias</guid>
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      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/splendid-view-of-sailboat-sailing-near-the-cliffs--86EMTTN.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ONU lança campanha global de atividade física em prol do clima no planeta</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/onu-lanca-campanha-global-de-atividade-fisica-em-prol-do-clima-no-planeta</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia 2 de agosto, a Organização das Nações Unidas (ONU), anunciou a campanha #TheHumamRace, ou #ACorridaHumana, que traz um novo olhar para a ação climática e suas consequências às pessoas que vivem nos países mais afetados por desastres naturais. O desafio é praticar 100 minutos de corrida, caminhada, bicicleta ou outra atividade física entre os dias 16 e 31 de agosto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Não por acaso, a data de início do desafio cai na semana do Dia Mundial Humanitário, que acontece em 19 de agosto. A ação promovida pela ONU mobiliza as pessoas do mundo inteiro para a importância do cuidado com a própria saúde e a do planeta. Além disso, os 100 minutos determinados para as atividades servem também para sensibilizar os países desenvolvidos a cumprir a promessa de apoiar com US$100 bilhões anuais as nações em desenvolvimento para redução dos impactos ao clima até 2030.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre os grandes nomes que apoiam a iniciativa está o da ultramaratonista brasileira, Fernanda Maciel. A atleta mineira e advogada de causas ambientais foi a primeira mulher a escalar o Aconcágua, na Argentina, a montanha mais alta das Américas. Acostumada a correr longas distâncias, como na corrida de 50 km dentro da floresta amazônica, Fernanda relatou à ONU News que #ACorridaHumana é importante para que as pessoas tenham um maior contato com a natureza e se sensibilizem com a causa. Além de reforçar a importância do incentivo à prática de atividades físicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para a ultramaratonista, correr os 100 minutos é algo muito tranquilo, mas ela sabe que para muitas pessoas não habituadas à prática de esportes, este será um grande desafio. A parceria pela causa une outras agências da organização, além de ONGs, a Cruz Vermelha e ativistas do clima pelo aplicativo Strava. O app, de origem sueca, tem por objetivo estabelecer uma comunidade de atletas ao redor do mundo e inspirar neles a prática dos esportes. O diretor e gerente desta comunidade, Michael Horvat, disse à ONU que há mais de 88 milhões de atletas em 195 países com potencial de encontrar soluções para alguns dos problemas tratados pela campanha. Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, acredita que o mundo está perdendo essa disputa, mas que é possível reverter o quadro, e incentiva dizendo que é hora de apertar o tênis e vencer a corrida pelo clima para todos nós.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: ONU Brasil
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/abcd.png" length="225745" type="image/png" />
      <pubDate>Fri, 13 Aug 2021 17:43:08 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/onu-lanca-campanha-global-de-atividade-fisica-em-prol-do-clima-no-planeta</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ápice obtém redução do imposto de importação para raquetes de tênis</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-obtem-reducao-do-imposto-de-importacao-para-raquetes-de-tenis</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A notícia sobre a redução do imposto foi publicada no
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-gecex-n-229-de-6-de-agosto-de-2021-336947423" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Diário Oficial da União
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no dia 6 de agosto de 2021. A determinação veio do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (GECEX), depois de uma de suas reuniões ordinárias. Esta medida está relacionada às raquetes de tênis, classificadas pela Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) de número 9506.51.00, e é resultado de um pleito encaminhado pela ÁPICE ao Comitê, que solicitava a diminuição da alíquota do imposto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com a medida, a alíquota de importação de raquetes passou de 20% para zero. A isenção contempla 130 mil unidades no período de 365 dias e é renovável por mais um ano.  “Com essa conquista, poderemos estimular ainda mais a prática desse esporte no Brasil e também ampliar o número de praticantes da modalidade”, comenta Renato Jardim, diretor executivo da ÁPICE. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A associação também avalia a redução de imposto na importação de outros produtos de interesse dos seus associados, sempre em busca de ampliar a prática de atividade física no país.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/raquetes+de+tenis+para+o+site.jpg" length="77483" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2021 19:32:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-obtem-reducao-do-imposto-de-importacao-para-raquetes-de-tenis</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/raquetes+de+tenis+para+o+site.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/raquetes+de+tenis+para+o+site.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que potencializa a memória? A caminhada pode ser uma resposta</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/o-que-potencializa-a-memoria-a-caminhada-pode-ser-uma-resposta</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À medida que envelhecemos, cuidar da saúde física e mental torna-se ainda mais importante. E por onde começar? Invista na caminhada. Pesquisas recentes determinaram que essa atividade física traz muitos benefícios à matéria branca que conecta e dá suporte às nossas células cerebrais. O resultado disso é uma memória mais forte e uma melhor capacidade de pensar e raciocinar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Até pouco tempo, pesquisadores acreditavam que após a infância nosso cérebro não desenvolvia novas estruturas, como neurônios e outras células. E, portanto, com o avanço dos anos, a tendência era apenas de declínio das nossas capacidades mentais. Felizmente, novos estudos comprovam que o cérebro possui plasticidade mesmo em adultos. A maneira com que ele muda e se desenvolve está diretamente relacionada com o estilo de vida de cada um. E isso dá margem para encontrarmos maneiras adequadas de preservarmos a saúde deste órgão, praticando atividade física, por exemplo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No passado, muitos estudos eram focados no comportamento da matéria cinzenta, a que contém os neurônios. Alguns deles demonstraram que há partes do cérebro capazes de gerar novas células deste tipo mesmo na vida adulta, e os exercícios físicos são um grande estímulo para isso acontecer. Porém, poucos pesquisadores tinham analisado a matéria branca, também conhecida como a fiação que conecta os neurônios e tem um grande papel na saúde da estrutura cerebral. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Mais resultados promissores
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para entender melhor a relação dessa matéria com os exercícios físicos, pesquisadores da Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos, conduziram um estudo com homens e mulheres idosas e chegaram a conclusões interessantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com equipamentos sofisticados, eles constataram que os idosos que seguiram uma rotina de três caminhadas por semana, de 40 minutos cada e durante seis meses, tiveram a matéria branca renovada. As fibras da estrutura ficaram maiores e pequenas lesões que apareciam na análise prévia diminuíram. Além disso, eles se saíram melhores em testes de memória que o grupo de controle. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dessa forma, ficou claro o benefício da caminhada para a saúde. Todos os idosos estudados tinham mais de 60 anos e eram sedentários. Ainda não há dados sobre os benefícios para pessoas mais jovens, mas é certo que uma boa rotina de exercícios vai ajudar a manter o cérebro saudável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: New York Times
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/active-old-caucasian-couple-running-slowly-ahead-2021-07-02-02-54-01-utc.jpg" length="74673" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 06 Aug 2021 14:47:39 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/o-que-potencializa-a-memoria-a-caminhada-pode-ser-uma-resposta</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/active-old-caucasian-couple-running-slowly-ahead-2021-07-02-02-54-01-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/active-old-caucasian-couple-running-slowly-ahead-2021-07-02-02-54-01-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Centenário do Brasil nas olimpíadas</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/centenario-do-brasil-nas-olimpiadas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em clima de olimpíadas, separamos alguns fatos históricos e curiosos sobre a participação brasileira nos jogos olímpicos. Você sabe qual foi a primeira medalha conquistada pelo país? Ou quais são os recordes que o Brasil possui? Confira abaixo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Brasil celebra centenário olímpico
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A estreia do país nas olimpíadas foi em 1920, quando o evento foi realizado na Antuérpia, na Bélgica. Na época, a delegação brasileira contou com 22 atletas das seguintes modalidades: natação, polo aquático, remo, saltos ornamentais e tiro esportivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Resultados da estreia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já na primeira participação brasileira, três medalhas foram conquistadas: ouro, prata e bronze. O maior número de medalhas veio com as Olimpíadas Rio 2016, em que o Brasil foi premiado com sete de ouro, seis de prata e seis de bronze. A expectativa é de superar esta marca em Tóquio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A primeira medalha
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Afrânio Antônio da Costa conquistou uma medalha de prata na prova dos 50m de pistola livre no dia 2 de agosto de 1920, sendo o primeiro atleta brasileiro premiado em olimpíadas. Nesta mesma data, Afrânio também conquistou o bronze na prova em equipe, junto com Sebastião Wolf, Dario Barbosa e Guilherme Paraense. O ouro veio no dia seguinte, também no tiro esportivo, com Guilherme Paraense, que ganhou no desempate do americano Raymond Bracken na prova de pistola rápida de 25m.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Medalha Pierre de Coubertin
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Concedida apenas a quem demonstra alto grau de olimpismo em situações inusitadas e adversas, esta honraria tem apenas 7 premiados até hoje, um técnico e seis atletas. Entre eles está o maratonista brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima, que nos jogos de Atenas, em 2004, seguiu na prova que disputava após ser agredido pelo ex-padre irlandês, Cornelius Horan. Vanderlei liderava a competição e mesmo com a interrupção abrupta, retornou à corrida e a concluiu em terceiro lugar, sob aplausos do público.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Recordes olímpicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Thiago Braz e Cesar Cielo detém um recorde cada um nos jogos olímpicos. Thiago conquistou a marca de 6,03m no salto com vara nas Olímpiadas Rio 2016. Na natação, Cielo é recordista nos 50m livres com o tempo de 20’30” nas Olimpíadas de Pequim de 2008.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Governo do Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-2021-04-02-19-38-01-utc.jpg" length="112777" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 17:50:57 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/centenario-do-brasil-nas-olimpiadas</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-2021-04-02-19-38-01-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-2021-04-02-19-38-01-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo mostra que o uso de máscaras não atrapalha a performance de atletas</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-mostra-que-o-uso-de-mascaras-nao-atrapalha-a-performance-de-atletas</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As competições dos jogos olímpicos de Tóquio já estão a todo vapor. E neste cenário ainda pandêmico, uma pergunta segue no ar: usar ou não usar máscara atrapalha o desempenho dos esportistas? Um estudo recente de pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) trouxe alguns resultados animadores, principalmente para atletas velocistas e saltadores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os autores da pesquisa constataram que a prática dos exercícios com máscara não afetou o desempenho dos atletas, apesar da percepção de maior esforço quando a proteção estava sendo usada, como relatou Bryan Saunders, pesquisador em Fisiologia do Esporte e do Exercício da USP, ao jornal da instituição. Além disso, o orientador do estudo também destacou que o benefício do uso da máscara diante da pandemia é maior que qualquer desconforto que ela possa causar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os atletas foram avaliados em duas sessões de treinamento, uma com máscara e outra sem. Também foram analisados no salto antes e depois dos exercícios. A máscara de tecido com três camadas foi a escolhida para os testes, já que é a recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para o uso diário pelo público em geral. Ao final da bateria de exercícios, os pesquisadores concluíram que o uso da proteção não alterou o desempenho dos esportistas em nenhuma das duas modalidades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Máscaras geram maior percepção de esforço 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           À medida que o treino avançava com o uso da proteção, os atletas apresentaram uma percepção de maior esforço durante a atividade do que estavam habituados. Para os treinadores, essa percepção e o desconforto relatados podem estar relacionados com a adaptação ao uso de máscara durante o exercício. A impossibilidade de  fazer um “teste às cegas”, que acontece quando os participantes são impedidos de saber em qual condição do estudo eles estão, também limita a análise, como explicam os autores do estudo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os resultados do experimento podem servir para outras atividades físicas que requerem potência e/ou velocidade com períodos longos de recuperação, como relata Rui Barboza Neto, pesquisador da UFRN que participou do estudo. Estas condições não aparecem, por exemplo, em esportes como o futebol, em que há sprints curtos, mas com curtos períodos de recuperação, ou em maratonas, que são corridas longas e raramente possuem sprints nas sessões de treino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Jornal da USP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/RECORTE+athletic-young-woman-in-sportswear-sprinting-on-ru-2021-04-05-09-36-40-utc.jpg" length="182774" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Jul 2021 15:20:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-mostra-que-o-uso-de-mascaras-nao-atrapalha-a-performance-de-atletas</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/RECORTE+athletic-young-woman-in-sportswear-sprinting-on-ru-2021-04-05-09-36-40-utc.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/RECORTE+athletic-young-woman-in-sportswear-sprinting-on-ru-2021-04-05-09-36-40-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Nova pesquisa aponta benefícios de atividades físicas leves e feitas ao longo do dia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/nova-pesquisa-aponta-beneficios-de-atividades-fisicas-leves-e-feitas-ao-longo-do-dia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um grande número de pessoas passam o dia sentadas trabalhando. O isolamento tornou essa realidade ainda mais comum, já que agora o escritório fica a poucos passos da cama, para alguns. Não é novidade que rotinas sedentárias podem trazer consequências ruins à saúde, nem que a prática de exercícios é necessária para ter uma vida mais equilibrada. Ainda assim, pesquisadores do “British Journal of Sports Medicine” realizaram um novo estudo sobre os benefícios das exercícios físicos e constataram que incorporar atividades físicas leves no curso do dia, independentemente de quais forem essas atividades, diminui os riscos causados pelo sedentarismo, e isso inclui aqueles que já praticam seus 30 minutos de exercícios físicos intensos, mas passam o resto do dia sentados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores analisaram 6 estudos com mais de 130 mil adultos dos Estados Unidos, Inglaterra e Suécia, à procura de dados sobre exercícios moderados e intensos, como corridas, bem como os relacionados à prática de atividades leves, como faxina ou caminhada. E os dados constataram que os adultos que praticavam exercícios moderados e intensos tinham menos risco de mortalidade precoce do que os que eram sedentários. Mas ainda encontraram outro fato interessante, entre aqueles que faziam exercícios mais intensos diariamente, o risco de mortalidade dependia de como eles passavam o resto do dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quem realizava atividades físicas leves no cotidiano tinha mais chances de colher os benefícios de uma vida longa. Ou seja, quem tem um estilo de vida sedentário não pode se limitar a 150 minutos de atividades físicas moderadas e intensas por semana. É preciso se movimentar mais que 30 minutos por dia para evitar problemas de saúde. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O segredo está na dose de exercícios
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os pesquisadores recomendam uma rotina que obedeça a proporção do “3 para 1”. Na prática, isso significa fazer 3 minutos de atividade física intensa ou 12 minutos de atividade leve para cada hora que a pessoa passa sentada. No entanto, isso não quer dizer que você deva juntar esse tempo e fazer toda a atividade de uma vez, o segredo está em se manter em movimento ao longo do dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Essa dica está alinhada com os estudos anteriores que enfatizam o movimento baseado na frequência e não apenas na intensidade. O que a pesquisa trouxe de novidade é que atividades leves como passear com o cachorro, jardinar ou mesmo aqueles minutinhos de alongamento, são mais significativas do que você poderia pensar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.runnersworld.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Runner’s World
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/2+woman-doing-fitness-stretching-exercises-at-home-2021-06-19-17-01-47-utc.jpg" length="98418" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 15:10:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/nova-pesquisa-aponta-beneficios-de-atividades-fisicas-leves-e-feitas-ao-longo-do-dia</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-fitness-stretching-exercises-at-home-s-MPBNATL.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/2+woman-doing-fitness-stretching-exercises-at-home-2021-06-19-17-01-47-utc.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo traça a correlação entre sedentarismo e maior mortalidade ocasionada pela Covid-19</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-traca-a-correlacao-entre-sedentarismo-e-maior-mortalidade-ocasionada-pela-covid-19</link>
      <description>É isso mesmo, os esportes são nossos aliados até mesmo no combate à pandemia. Um estudo publicado no British Medical Journal  aponta que praticar exercícios físicos com frequência pode ajudar a proteger pessoas que contraem Covid-19 de ficarem gravemente doentes.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) aponta que praticar exercícios físicos com frequência pode ajudar a proteger pessoas que contraem Covid-19 de ficarem gravemente doentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os cientistas da Kaiser Permanente, uma prestadora de serviço de saúde gratuito dos Estados Unidos, analisaram 48.440 adultos maiores de 18 anos que testaram positivo para a Covid-19 entre janeiro e outubro de 2020. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Durante o estudo, as pessoas responderam pelo menos três vezes um questionário sobre a prática esportiva, que continha duas perguntas: "em média, quantos dias por semana você pratica exercícios moderados ou intensos?" e "em média, quantos minutos você se exercita nesse nível?".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A partir daí, os pacientes foram divididos entre três tipos, determinados pela frequência com que praticavam atividades físicas semanalmente. O primeiro era de pessoas que se exercitavam 150 minutos ou mais; o segundo entre 11 e 149 minutos; e o terceiro, que reunia os mais sedentários, de 0 a 10 minutos. Com a coleta de dados, os pesquisadores conseguiram estudar mais claramente como a atividade física está relacionada a um menor risco de agravamento pela Covid-19.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O que foi descoberto no estudo?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apesar de precisarem de mais análises para uma resposta definitiva, foi notável que as pessoas do grupo de sedentários tinham um risco significativamente maior de hospitalização, necessidade de ir para UTI e também de morte. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O grupo de frequência média de atividades físicas ( 11 a 149 minutos por semana), apresentou maior resistência à Covid-19 do que os sedentários, porém, não tanto quanto os que praticavam os 150 minutos por semana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os cientistas da Kaiser Permanente afirmaram no estudo que as agências de saúde públicas devem incluir a promoção do esporte entre recomendações médicas. Mas mesmo com a recém descoberta, a vacinação ainda é o meio mais eficaz de prevenção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Por isso, como já é recomendado pela Organização Mundial de Saúde,  é importante manter o corpo em movimento. Essas atividades podem ser até mesmo caminhadas. O importante é se movimentar.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-16+at+11.08.15.jpeg" length="104050" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 16 Jul 2021 14:13:01 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-traca-a-correlacao-entre-sedentarismo-e-maior-mortalidade-ocasionada-pela-covid-19</guid>
      <g-custom:tags type="string">Esportes,Atividades físicas,Covid-19</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-16+at+11.08.15.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/WhatsApp+Image+2021-07-16+at+11.08.15.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil assume a presidência temporária do Mercosul</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/brasil-assume-a-presidencia-temporaria-do-mercosul</link>
      <description>O Brasil assume a presidência temporária do Mercosul. Presidente da República afirmou que, à frente do bloco, um foco do Brasil será modernizar a agenda econômica do Mercosul.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No dia oito de julho, o Brasil assumiu a presidência pro tempore do Mercosul. A função será exercida até o fim do segundo semestre de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante o período, o Brasil concentra esforços na agenda de reformas de modernização do bloco — que claramente deixou de acompanhar a velocidade e intensidade de desenvolvimento global. O anúncio foi feito pelo Presidente da República durante a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE acompanha os trabalhos do bloco e entende que são corretos os esforços do governo brasileiro na direção de modernização, especialmente considerando a necessidade de maior integração das economias no cenário global. Isso sem deixar de avançar em paralelo com as reformas internas (algumas já realizadas) para aumentar a competitividade e produtividade do país. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A nota completa emitida pelo governo brasileiro a respeito está disponível
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/noticias/2021/07/brasil-assume-a-presidencia-temporaria-do-mercosul#:~:text=O%20Brasil%20assumiu%20a%20presid%C3%AAncia,(8)%2C%20por%20videoconfer%C3%AAncia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/4848313e-bae2-4da9-86ac-fd3fe7f15b73.jpeg" length="82654" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 14 Jul 2021 15:36:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/brasil-assume-a-presidencia-temporaria-do-mercosul</guid>
      <g-custom:tags type="string">mercosul,brasil,presidente</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/4848313e-bae2-4da9-86ac-fd3fe7f15b73.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/4848313e-bae2-4da9-86ac-fd3fe7f15b73.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>OCDE publica atualização de relatório sobre o comércio global de produtos falsificados</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/ocde-publica-atualizacao-de-relatorio-sobre-o-comercio-global-de-produtos-falsificados</link>
      <description>A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) atualiza o relatório sobre o comércio mundial de produtos falsificados</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A Organização para a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.oecd.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            divulgou atualização do “Global Trade in Fakes – a worrying threat”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O relatório reúne dados preocupantes. O volume transacionado de produtos falsificados atingiu, em 2019, 2,5% do comércio global geral. Esse dado é referente a cerca de USD 464 bilhões, valor aproximado de economias avançadas como, por exemplo, Áustria ou Bélgica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A categoria mais vendida (em quantidade) no comércio global de produtos falsificados foram calçados, com quase 25% do total, seguida de vestuário, com pouco menos de 20%. Ambas as categorias têm o segmento esportivo como um dos grandes destaques de participação no comércio de produtos falsificados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Segundo o relatório, os falsificadores usam indevidamente soluções logísticas modernas. Além disso, também se beneficiam de mecanismos legítimos de facilitação do comércio e prosperam em economias que carecem de bons padrões de governança. A pandemia da Covid-19 intensificou o problema: redes criminosas reagiram muito rapidamente à crise e adaptaram suas estratégias para aproveitar o cenário de mudança, intensificando suas vendas, por exemplo, via e-commerce. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para acessar o relatório completo,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/files/uploaded/Global%20Trade%20in%20Fakes%20-%20OECD%202021.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clique aqui.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Global_Trade_in_Fakes.jpg" length="29092" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 14 Jul 2021 15:13:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/ocde-publica-atualizacao-de-relatorio-sobre-o-comercio-global-de-produtos-falsificados</guid>
      <g-custom:tags type="string">ocde,combateàpirataria,pirataria</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Global_Trade_in_Fakes.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/Global_Trade_in_Fakes.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Balança comercial de calçados do primeiro semestre de 2021 registra aumento do superávit</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/balanca-comercial-de-calcados-do-primeiro-semestre-de-2021-registra-aumento-do-superavit</link>
      <description>Exportações de calçados seguem em recuperação e setor projeta alta de 13% nas vendas externas em 2021</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os dados do comércio exterior brasileiro apontam aumento do superávit comercial do setor de calçados no primeiro semestre de 2021, quando comparados ao primeiro semestre de 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No período, as exportações brasileiras de calçados aumentaram 32%, passando de 43 milhões de pares para 57 milhões. Os calçados esportivos responderam por apenas 3% do total das exportações do setor. Esse dado indica que o dinamismo e competitividade global da indústria brasileira estão concentrados em outros segmentos, como chinelos, calçados sociais, entre outros. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O preço médio do calçado exportado pelo Brasil foi de USD 6,82/par, o que representou queda de 11% em relação a 2020. No segmento esportivo, o preço médio do produto exportado foi de USD 11,97/par. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto as exportações apresentaram aumento, as importações registraram queda de 5% no primeiro semestre do ano. Foram 12,1 milhões de pares recebidos do exterior em 2012, contra 12,7 milhões no primeiro semestre de 2020, período já afetado pela pandemia. Quando comparadas ao primeiro semestre de 2019, as importações caíram 22% em 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O segmento esportivo de calçados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As importações do segmento esportivo (operações correspondem às marcas esportivas somadas) registraram queda de 18% no primeiro semestre de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado. Diferentes resultados foram observados em cada uma das marcas, como, por exemplo, a queda de 4,5% da marca Mizuno, bem abaixo da média do segmento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O segmento também respondeu por 50% do total da importação de calçados no primeiro semestre de 2021, confirmando o modelo de complemento existente entre os produzidos no Brasil e modelos exclusivamente importados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O preço médio de importações foi de USD 13,18/par, valor 6% acima das importações de 2020. O preço médio de importação é, portanto, o dobro do preço médio do produto exportado pelo Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já as importações das marcas esportivas foram realizadas a um preço médio de USD 20,75/par, valor 73% superior ao preço de exportação de calçados esportivos brasileiros. O preço também é 205% superior à média geral de exportações do setor calçadista nacional. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com isso, a balança comercial do setor de calçados foi superavitária em 45 milhões de pares no primeiro semestre de 2021. O dado representa um aumento de 48% em relação ao saldo de 30 milhões de pares do mesmo período de 2020. Além disso, os resultados levam a uma participação de produtos importados sobre o consumo aparente de calçados a um nível abaixo de 3%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fontes: Comexstat/SECEX e SISCORI/SRF
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Elaboração: ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sports-shoes-on-the-floor-PPUYJWM+%281%29.jpg" length="659816" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 14 Jul 2021 15:04:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/balanca-comercial-de-calcados-do-primeiro-semestre-de-2021-registra-aumento-do-superavit</guid>
      <g-custom:tags type="string">calçados,Mercado esportivo,indústria,comércio</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sports-shoes-on-the-floor-PPUYJWM+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/sports-shoes-on-the-floor-PPUYJWM+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo da Nielsen aponta mídias digitais como o principal canal para acompanhar esportes</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/midias-digitais-são-o-principal-canal-para-acompanhar-esportes</link>
      <description>Segundo estudo da Nielsen, entre 2019 e 2021, a audiência das mídias digitais superaram a programação tradicional da televisão, e agora são o canal favorito de quem acompanha partidas.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desde seu início em 2020, a pandemia mudou diversos hábitos ao redor do mundo e a maneira de assistir esportes não ficou de fora. Segundo estudo da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nielsen.com/br/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nielsen
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , as mídias digitais superaram a audiência da programação tradicional da televisão.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A consultoria analisou o público de 20 entidades, como NBA, Premier League e Roland Garros, em 18 países, incluindo China, Estados Unidos e Brasil. Os resultados indicam que plataformas de streaming emergentes, como Amazon Prime e DAZN, começaram a ganhar mais adeptos. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre 2019 e 2021, a audiência esportiva da TV caiu 2% mundialmente. Já a porcentagem de usuários que utilizam outras plataformas subiu 6%. Embora a televisão ainda seja o principal canal em algumas partes do mundo, o cenário é outro em regiões, como a América Latina. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           E da mesma forma que os fãs de esportes têm mudado a maneira como acompanham jogos e competições, os hábitos de consumo de notícias esportivas também modificam-se. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o levantamento da Nielsen, mídias tradicionais tiveram redução de 7% nos acessos desde 2019, mantendo uma média de 53%. Enquanto isso, as digitais seguem crescendo e hoje representam 63% dos acessos à notícias relacionadas a temas esportivos.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novas mídias
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo os dados da Nielsen, atualmente, o Facebook é o principal canal dos amantes de esportes, reunindo uma base de fãs média de 18,1 milhões. O Instagram fica em segundo, com 15,7 milhões. O estudo, porém, destaca o YouTube como mídia emergente, com aumento de 199% de visualizações entre 2019 e 2021, enquanto o Facebook mantém uma média de 15%. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A consultoria destaca, ainda, que os fãs de esportes também acompanham as novidades via plataformas de streaming e por mensagens. Além disso, esses dados mudam de acordo com a região. Em partes do mundo onde a consultoria aponta “desenvolvimento mais recentemente na infraestrutura esportiva”, as mídias digitais já superaram os canais tradicionais, como é o caso da América Latina, Ásia e África. “Isso poderia ser explicado por vários fatores, como bases de fãs mais jovens que são mais acostumadas a usar o digital como sua principal fonte de informação para todas as coisas”, aponta a pesquisa. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, as entidades esportivas registram aumento de engajamento com esse público, promovendo uma base de fãs média de 37,4 milhões a cada esporte, e uma média de crescimento de 45%. Atividades que não tinham forte presença digital também aumentam a base ainda mais, como Fórmula 1, La Liga e One Championship. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/live-stream-video-multimedia-concept-PKERTL2.jpg" length="259697" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 08 Jul 2021 15:33:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/midias-digitais-são-o-principal-canal-para-acompanhar-esportes</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Mídias digitais,pandemia,Esportes,Atividades físicas</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/live-stream-video-multimedia-concept-PKERTL2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/live-stream-video-multimedia-concept-PKERTL2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pandemia estimulou corrida recreativa, aponta estudo da Nielsen</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pandemia-estimulou-corrida-recreativa-aponta-estudo-da-nielsen</link>
      <description>A consultoria Nielsen realizou um estudo sobre corrida recreativa, que revela como esse esporte democrático e barato ganhou novos adeptos por conta da pandemia.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A cons
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ultoria
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nielsen.com/br/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nielsen
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            realizou um estudo sobre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            corrida recreativa, que revela como esse esporte democrático e barato ganhou novos adeptos por conta da pandemia. 
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa, com entrevistados de 10 países, incluindo Austrália, Colômbia, Estados Unidos e Japão, mostrou que 13% dos corredores começaram a praticar a atividade no último ano, após o início do isolamento social ocasionado pela Covid-19. Destes, 9% destacam que a pandemia influenciou de alguma forma na decisão de começarem a correr. Eles ainda revelam que pretendem continuar a atividade assim que a rotina anterior for retomada — mesmo que tenham que reduzir a frequência. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trabalhar de casa e se manter isolado também aumentou a periodicidade com que as pessoas correm. De acordo com a Nielsen, 22% dos entrevistados afirmaram que praticam mais a atividade após a pandemia, e 20% pretendem manter esse ritmo quando as restrições forem completamente suspensas. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corrida recreativa e democrática
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro dado interessante divulgado pelo estudo é o quão democrática e acessível é a corrida. Apesar de pessoas entre 25 e 34 anos serem mais apaixonadas pelo esporte, os dados mostram que homens e mulheres têm participação equilibrada na prática. Ao contrário de outros esportes nos quais o sexo masculino predomina, na corrida, homens representam 53% da parcela de corredores, enquanto as mulheres, 47%. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Não depender de academias, treinadores e equipamentos também é um dos fatores determinantes para a decisão de praticar o esporte. Segundo o estudo, 68% dos entrevistados correm de maneira recreativa, pois assim, podem evoluir no seu próprio ritmo. Ainda, 62% apontam como um fator importante para a prática o fato de que não necessitam de muitos equipamentos para começarem. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/runner-running-on-country-road-PKCELJF.JPG" length="346108" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 18:03:13 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pandemia-estimulou-corrida-recreativa-aponta-estudo-da-nielsen</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Esportes,Atividades físicas</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/runner-running-on-country-road-PKCELJF.JPG">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/runner-running-on-country-road-PKCELJF.JPG">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo aponta relação entre a prática regular de atividade física e o senso de propósito na vida</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-aponta-relacao-entre-a-esportes-e-o-senso-de-proposito-na-vida</link>
      <description>Pesquisadores de Harvard acompanharam 14 mil adultos durante 9 anos para descobrir a bidirecionalidade  entre o esporte e o senso de propósito.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pesquisadores de Harvard acompanharam 14 mil adultos durante 9 anos para descobrir a bidirecionalidade
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa recente publicada no Journal of Behavioral Medicine mostra que a prática regular de atividade física e a perspectiva de viver estão relacionadas. De acordo com os pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e da Universidade de Warwick, no Reino Unido, quanto mais forte o senso de propósito na vida, mais ativas são as pessoas, e vice e versa. 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pesquisa, que acompanhou mais de 14 mil pessoas por nove anos, define como “propósito de vida” a habilidade de desenvolver metas e objetivos que dão direção e significado à existência. O trabalho dos pesquisadores revelou, também, que o senso de propósito  pode ser um prognóstico de atividade física como um aspecto de bem-estar psicológico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Corpo sã, mente sã
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esse não é o primeiro estudo que relaciona a prática regular com o bem-estar mental. O estudo “Comece a ficar ativo, fique ativo”, de 2011, feito pelo departamento de saúde do Reino Unido, afirma que adultos que se exercitam diariamente têm entre 20 e 30% a menos de chances de desenvolver depressão. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outra pesquisa, esta conduzida pelo departamento local de governo, esportes e indústrias culturais da Austrália, descobriu que pessoas que praticam esportes de 1 a 3 vezes por semana têm uma redução de até 34% do estresse psicológico em relação às sedentárias. Segundo o estudo, aquelas que aumentam uma vez por semana a regularidade conseguem uma redução de até 46%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Há, até mesmo, indícios de que as atividades físicas podem ajudar pessoas com doenças mentais. De acordo com artigo publicado no portal Sportanddev, a prática esportiva pode ajudar a amenizar alguns sintomas da bipolaridade. Exercícios físicos, por exemplo, melhoram a saúde do cérebro, e podem impactar positivamente no crescimento celular do hipocampo, parte do órgão relacionada à regulação do humor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/exercising-2AEWUKH-7c4bf2a2.jpg" length="181593" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 25 Jun 2021 17:15:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-aponta-relacao-entre-a-esportes-e-o-senso-de-proposito-na-vida</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Esportes,Atividades físicas,Saúde mental</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/exercising-2AEWUKH.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/exercising-2AEWUKH-7c4bf2a2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>69% dos jovens fãs de esportes apoiam ações a favor do meio ambiente, diz estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/jovens-torcedores-meio-ambiente</link>
      <description>A maioria dos jovens de 16 a 24 anos espera que marcas, times e atletas apoiem seus valores, de acordo com a GWI.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A maioria dos jovens de 16 a 24 anos espera que marcas, times e atletas apoiem seus valores, de acordo com a GWI
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma nova pesquisa de mercado da Global Web Index (GWI) mostra que mais de dois terços dos fãs de esportes entre 16 e 24 anos apoiam causas ambientais e, por isso, têm expectativa que marcas, times e atletas tenham esses mesmos valores. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo Sports Playbook ouviu 9.763 fãs de esportes nessa faixa etária, e 69% dos entrevistados afirmaram que espera que empresas esportivas façam mais para ajudar a comunidade, melhorar a desigualdade ou agir de forma sustentável. O estudo também prevê que os fãs mais jovens querem esporte e política cada vez mais conectados em um futuro próximo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, a pesquisa destaca ainda que os torcedores mais jovens não seguem mais as tradições de família quanto a qual time torcer. Agora, a audiência mais nova vai atrás de equipes com seus valores e toma a decisão por conta própria. Alguns pontos que mais ganham a confiança destes torcedores são diversidade e responsabilidade social.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Outro destaque do Sports Playbook trata sobre o esporte para mulheres. Os dados da GWI mostram que as marcas devem investir cada vez mais em times femininos, já que 60% dos entrevistados acompanham pelo menos 30 ligas e competições femininas. Isso, é claro, é ainda maior entre fãs mulheres.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Hábitos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Com relação aos hábitos para acompanhar esportes, a GWI diz que a Geração X prefere assistir a eventos esportivos na TV (83%) do que online (66%), enquanto a geração Y está mais confortável com ambas as opções em 79% e 74%, respectivamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sportspromedia.com/news/sports-fans-environmental-change-viewing-habits-gwi-study?utm_campaign=SportsPro%20Daily&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;_hsmi=126923532&amp;amp;_hsenc=p2ANqtz-_EuuYlstrXoD17lvWLbiwCza4TccIFNl9HhDR85g4e94zDvjE8GrOZv7v-v48Xyg2hbQWM3LiH2cNr9Nu7DAYK4QZmWg&amp;amp;utm_content=126923532&amp;amp;utm_source=hs_email&amp;amp;utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=2eab7a5a44-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-2eab7a5a44-91782024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           SportsPro
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/best-fans-F3DLFA6.jpg" length="329152" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 19:55:33 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/jovens-torcedores-meio-ambiente</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/best-fans-F3DLFA6.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/best-fans-F3DLFA6.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Artigo: Combater a pirataria é lutar por um futuro melhor para o Brasil</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/artigo-combater-a-pirataria-e-lutar-por-um-futuro-melhor-para-o-brasil</link>
      <description>Renato Jardim descreve, em artigo para a Revista Revista da Abrig, o combate do mercado esportivo brasileiro contra a pirataria.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira o artigo do Diretor Executivo da ÁPICE, Renato Jardim, publicado na Revista da Abrig
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://abrig.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A cadeia de valor do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           esporte e das atividades físicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            constitui um dos principais e mais significativos segmentos da sociedade atual, presente em todos os cantos do mundo e cobrindo transversalmente muitos setores, como indústria, varejo, serviços, entretenimento, logística, PD&amp;amp;I, entre outros. Trata-se de uma cadeia internacionalizada, com características muito marcantes, sendo uma delas a presença majoritária de importantes marcas globais na maioria dos países do mundo.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           As marcas globais atraem o consumidor e influenciam as direções deste mercado. Além disso, as marcas globais desenvolvem um trabalho, que vai muito além do marketing tradicional encontrado em outros setores da economia. As estratégias incluem o patrocínio a eventos esportivos regionais e mundiais, equipes e atletas de diversas nacionalidades, geração de conteúdo, entre outros fatores, além, é claro, de permanente e intenso processo de pesquisa, desenvolvimento e inovação que resultam em lançamentos de produtos com tecnologias que melhoram a vida dos usuários e incentivam as pessoas a ter um estilo de vida mais ativo e saudável.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A expressiva referência e aspiração exercidas pelas marcas globais acabam, lamentavelmente, atraindo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            práticas comerciais ilícitas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , sendo a pirataria a principal delas. Pesquisa encomendada pela Ápice ao IBOPE sobre o mercado brasileiro de calçados esportivos revelou que, em 2019, foram comercializados aproximadamente 27 milhões de pares de calçados esportivos falsificados no Brasil, o que equivale a 35% do volume total de calçados esportivos comercializados no período. Montantes expressivos de produtos falsificados, fabricados no Brasil ou trazidos do exterior, são comumente encontrados nos conhecidos centros de comércio popular das grandes, médias e pequenas cidades, além de serem encontrados, com cada vez mais intensidade, no comércio on-line, incluindo importantes marketplaces nacionais e internacionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Esse alto volume de consumo de produtos piratas prejudica não só as marcas globais, mas também as próprias marcas e indústrias nacionais de calçados esportivos. O preço médio dos calçados esportivos falsificados é de cerca de R$ 100, o que significa que eles podem acabar competindo, em algum grau, com alguns calçados esportivos produzidos no Brasil, cujo preço está situado em faixa não muito maior de valor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O maior prejudicado acaba sendo o consumidor, que compra produtos de baixa qualidade, prejudicando o seu desempenho nas atividades físicas e aumentando as chances da ocorrência de lesões e danos permanentes à saúde. Os calçados esportivos falsificados possuem falhas no acabamento, formato fora dos padrões originais e menor durabilidade. Ou seja, além de prejudicar a saúde, o uso do produto será inviabilizado em período muito menor de tempo quando comparado a um produto original, obrigando o consumidor a fazer uma nova compra. O "barato" acaba saindo, na verdade, muito caro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Embora o consumidor seja o principal prejudicado, a pirataria traz, ainda, outras consequências negativas para a economia como um todo. A pirataria sequestra empregos da indústria formal, espanta investimentos, prejudica o varejo formal, impede a intensificação de apoio das marcas à clubes, atletas e eventos esportivos em geral, deteriora o ambiente de negócios e produz grandes volumes de evasão fiscal, limitando a capacidade dos governos cumprirem suas funções de forma mais adequada. Foi-se o tempo em que a pirataria era praticada por indivíduos que buscavam um mínimo de renda para subsistência de sua família. Atualmente, essa prática ilícita tem por trás grandes redes do crime organizado que usam essa via como forma de financiamento de suas operações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Não existe solução simples e fácil para esse complexo e grave problema. Na ausência de uma "bala de prata", é imperativo o emprego de uma estratégia ampla, contínua e com intenso uso de inteligência. A estratégia deve prever o envolvimento de todos os atores que, de alguma forma, estão relacionados ao tema, especialmente o governo e o setor privado, adotando uma pluralidade de ações que vão desde a redução da demasiada carga tributária incidente sobre artigos esportivos (propiciando assim melhores preços e maior acessibilidade aos produtos originais), até as indispensáveis ações de repressão.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Há muito sendo feito nesta área no Brasil como, por exemplo, a coordenação de uma ampla agenda de ações de instituições públicas e privadas no âmbito do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.justica.gov.br/sua-protecao/combate-a-pirataria" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Conselho Nacional de Combate à Pirataria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , presidido pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça e Segurança Pública, ou as ações de repressão que contam com ativo envolvimento da Secretaria da Receita Federal do Brasil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil, Ministério Público e outros igualmente relevantes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Por outro lado, ainda há muito o que ser feito, especialmente no campo regulatório, onde são urgentes as modernizações e adequações da legislação brasileira para tornar as ações de repressão
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mais efetivas e produtivas, com a devida tipificação e definição de consequências para os responsáveis desses graves crimes contra a sociedade. A ÁPICE e suas associadas estão engajadas nessa agenda, contribuindo da melhor forma possível para o real desenvolvimento sustentável do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Acesse a edição da Revista da Abrig clicando
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://abrig.org.br/images/publicacoes/revista_abrig_maio_20-05.pdf." target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/rear-view-of-sports-shoe-G4QQ9RF.jpg" length="236165" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 15 Jun 2021 15:41:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/artigo-combater-a-pirataria-e-lutar-por-um-futuro-melhor-para-o-brasil</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,combateàpirataria,mercado ilegal,pirataria</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/rear-view-of-sports-shoe-G4QQ9RF.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/rear-view-of-sports-shoe-G4QQ9RF.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vendas de bicicletas elétricas crescem exponencialmente durante a pandemia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/vendas-de-bicicletas-eletricas-aumento</link>
      <description>Apenas nos Estados Unidos, o aumento foi de 116% entre 2019 e 2020, representando mais de U$ 39 milhões em faturamento até este ano.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Apenas nos Estados Unidos, o aumento foi de 116% entre 2019 e 2020, representando mais de U$ 39 milhões em faturamento até este ano
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos grandes destaques do mercado de mobilidade e esporte é o aumento nas vendas de e-bikes, as bicicletas elétricas. Diversos estudos e matérias mostram os resultados positivos deste setor, que nos Estados Unidos já chegou ao faturamento de U$ 39 milhões neste ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma e-bike é uma bicicleta com um motor elétrico integrado para auxiliar na propulsão, tornando mais fácil, assim, a locomoção em subidas. Apesar do motor, estes modelos também podem ser pedalados e ganharam fama entre aqueles que usam o veículo para ir ao trabalho ou, também, praticar esportes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Em função dos altos impostos, o preço das bicicletas elétricas no Brasil é relativamente alto (o preço inicial é de R$ 2 mil). Já na Europa, onde os preços também não são baixos quando comparados às bicicletas convencionais,  o mercado vem crescendo rapidamente. De acordo com a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=oa36aiKKCLA" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Bike Europe
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , países como a França (29%), Itália (44%), Áustria (19%) e Suíça (28%) tiveram um crescimento na casa dos dois dígitos entre 2020 e 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Só nos Estados Unidos, as vendas de bicicletas elétricas aumentaram 116% entre 2019 e 2020. Um ano depois, em fevereiro de 2020, esse crescimento foi ainda maior, representando um número de vendas que chega aos U$ 39 milhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Bike Europe aponta, ainda, que os resultados são também surpreendentes, já que diversas fábricas tiveram que fechar por conta da pandemia e o mercado sofreu com o impacto do lockdown. É esperado que, em 2021, esse número aumente cada vez mais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/cropped-shot-of-male-biker-in-helmet-and-gloves-ch-6QXCKKL.jpg" length="178343" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 11 Jun 2021 13:38:14 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/vendas-de-bicicletas-eletricas-aumento</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,Bicicletas elétricas</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/cropped-shot-of-male-biker-in-helmet-and-gloves-ch-6QXCKKL.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/cropped-shot-of-male-biker-in-helmet-and-gloves-ch-6QXCKKL.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Varejo online de itens esportivos deve crescer 13% ao ano, prevê novo relatório</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/varejo-online-itens-esportivos-aumento</link>
      <description>Um relatório da Signa Sports United (SSU) exibe números do mercado em 2020 e crescimento</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um relatório da Signa Sports United (SSU) exibe números do mercado em 2020 e crescimento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um novo relatório da Signa Sports United (SSU) e do Boston Consulting Group estima que o tamanho do mercado global de esportes em 2020 atingiu o valor de U$ 1,1 trilhão. O comércio online, incentivado pela pandemia, segue em uma taxa de crescimento anual de 13%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O documento, intitulado “Sports in the Digital Age — How Online Vertical Specialists and Brand Direct-to-Consumer Outpace Generalist Sports Retail”, também prevê que a participação esportiva global crescerá para 3,5 bilhões de pessoas até 2025 e que, com isso, a venda online de artigos esportivos continuará a aumentar proporcionalmente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No valor total do mercado global de esportes em 2020, setores relacionados a atividades físicas representam a maior parte, com U$ 365 bilhões. Este valor inclui elementos como filiação a clubes, cursos (estúdio e online) e similares. Vestimenta e acessórios ficaram em segundo lugar com U$ 340 bilhões, seguido por direitos de transmissão (U$ 170 bilhões), equipamentos (U$ 110 bilhões), vendas de ingressos (U$ 95 bilhões) e, finalmente, tecnologia (U$ 26 bilhões).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os mercados ocidentais (Europa e Estados Unidos) lideram essa lista, captando 55% dos gastos globais dos consumidores de esportes. Regiões como a América do Sul e a África ficam com 15%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tendências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo o estudo da SSU, o varejo online de bicicletas e o ciclismo são as duas grandes tendências trazidas pelo momento de pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além das preocupações com saúde e bem-estar, o ciclismo é visto como um meio de transporte urbano “amigo do ambiente”, e sua popularidade tem crescido cada vez mais. O relatório aponta que 38% dos europeus andam de bicicleta pelo menos uma vez por semana.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Saiba mais sobre o estudo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sgieurope.com/market-statistics/online-sports-retailing-will-grow-by-13-a-year-signa-sports-united-estimates/89497.article" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicando aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/music-for-sport-Q33AQ5D.jpg" length="84097" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 02 Jun 2021 16:59:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/varejo-online-itens-esportivos-aumento</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/music-for-sport-Q33AQ5D.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/music-for-sport-Q33AQ5D.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Anuário do Comércio Exterior Brasileiro 2020 mostra medidas e avanços do setor em meio à pandemia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/anuario-do-comercio-exterior-pandemia</link>
      <description>Redução de alíquotas de importação para produtos usados no combate à Covid-19, desburocratização e avanço em negociações internacionais são destaques da publicação.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Redução de alíquotas de importação para produtos usados no combate à Covid-19, desburocratização e avanço em negociações internacionais são destaques da publicação
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Ministério da Economia publicou no dia 17 de maio o primeiro Anuário do Comércio Exterior Brasileiro, referente ao ano de 2020, elaborado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), com a colaboração da Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (SE/Camex) – ambas da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint). O documento apresenta uma visão global do ano de 2020 para o comércio exterior brasileiro, abordando as iniciativas de maior destaque no ano, além do impacto da Covid-19 nos fluxos comerciais – não só do Brasil, mas do mundo – e as principais medidas relacionadas a comércio adotadas como resposta à pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “No começo da pandemia precisamos agir rápido e reduzimos a zero as alíquotas do Imposto de Importação de 561 produtos relacionados ao combate à Covid, abrangendo medicamentos e seus insumos, equipamentos e materiais hospitalares, bem como insumos e máquinas para a sua produção, produtos de higienização, entre outros. O principal efeito dessas medidas foi viabilizar a aquisição mais ágil e menos onerosa de itens essenciais ao enfrentamento dessa crise sanitária sem precedentes”, pontua a secretária-executiva adjunta da Camex, Ana Repezza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desburocratização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O anuário também apresenta uma série de medidas de desburocratização e facilitação do comércio exterior adotadas pela Secex e pela SE/Camex, em linha com a Lei de Liberdade Econômica e os decretos que a regulamentam, em especial o Decreto nº 10.139/2020, que dispõe sobre a revisão e a consolidação dos atos normativos inferiores a decreto, e o Decreto nº 10.178/2019, que dispõe sobre classificação de risco e atos públicos de liberação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Apesar das dificuldades trazidas pela pandemia da Covid-19, o ano de 2020 foi muito importante para o comércio exterior brasileiro. Iniciamos o que chamo de uma ‘faxina’ da burocracia que impacta o nosso comércio exterior, trazendo maior racionalização ao processo”, destaca o secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado foi uma redução de 52% em todo o estoque de licenças emitidas pela Secex, após uma minuciosa avalição. “Identificamos que essas licenças não eram necessárias, tendo como único resultado gerar burocracia adicional para um fluxo de importação de aproximadamente US$ 10 bilhões e custos de R$ 50 milhões em taxas para os operadores privados”, explica Ferraz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro importante aspecto da ‘faxina’ diz respeito ao comércio de serviços, com o desligamento do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio (Siscoserv). “O sistema era oneroso e burocrático, demandava cinco milhões de registros ao ano aos operadores privados e custava mais de R$ 20 milhões aos cofres públicos todo ano”, conclui o secretário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Avanços em negociações
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na área de negociações internacionais, a despeito das limitações impostas pela restrição na mobilidade de pessoas, foram registrados importantes avanços, como a assinatura do pacote comercial com os Estados Unidos, o acordo automotivo com o Paraguai e o Acordo de Comércio Eletrônico do Mercosul.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também houve avanços nas negociações do acordo entre Mercosul e União Europeia. Um ano após a conclusão das negociações do capítulo comercial, em junho de 2019, foram finalizadas as negociações dos capítulos político e de cooperação, em junho de 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora, os textos do acordo estão submetidos ao processo de revisão jurídica (
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           legal scrubbing, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           em inglês
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           )
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Com a conclusão desta etapa, os textos serão definitivos, estarão aptos para assinatura formal e, então, para os procedimentos internos de aprovação parlamentar, que permitirão a ratificação do acordo e sua efetiva entrada em vigor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Transparência, crédito e investimentos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há também uma seção dedicada a medidas de transparência e governança da política comercial adotadas pela Secex e pela SE/Camex, como o lançamento da nova ferramenta de acordos comerciais do Ministério da Economia e a reativação do Conselho Consultivo do Setor Privado (Conex), que inclui representantes institucionais e representantes de pequenas, médias e grandes empresas dos segmentos Indústria, Agronegócio e Serviços, além de renomados pesquisadores e representantes de entidades de defesa do consumidor. “Essa diversidade foi pensada, de modo a oxigenar a perspectiva de Brasília em relação ao que seriam as prioridades de política de comércio exterior numa visão de sociedade”, afirma o secretário-executivo da Camex, Carlos Pio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O anuário traz, ainda, informações sobre o processo de reforma do sistema brasileiro de apoio creditício à exportação, dados consolidados de defesa comercial e interesse público, avanços obtidos nas áreas de investimentos e internacionalização de empresas, entre outros temas do setor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confira o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/produtividade-e-comercio-exterior/pt-br/assuntos/comercio-exterior/publicacoes-secex/anuario/arquivos/anuario-comex-2020.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Anuário do Comércio Exterior Brasileiro 2020
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/produtividade-e-comercio-exterior/pt-br/assuntos/comercio-exterior/noticias/2021/maio/anuario-do-comercio-exterior-brasileiro-2020-mostra-medidas-e-avancos-do-setor-em-meio-a-pandemia" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ministério da Economia
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/container-wharf-in-nightfall-international-import--PL39CJN.jpg" length="159513" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 20:55:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/anuario-do-comercio-exterior-pandemia</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/container-wharf-in-nightfall-international-import--PL39CJN.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/container-wharf-in-nightfall-international-import--PL39CJN.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Acordos comerciais terão impacto de R$ 1,7 trilhão no PIB até 2040, prevê Secex</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/acordos-comerciais-pib-2040</link>
      <description>Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior foram publicadas no dia 26 de maio, incluindo setores com maior potencial de ganhos e estratégias para países asiáticos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior foram publicadas no dia 26 de maio, incluindo setores com maior potencial de ganhos e estratégias para países asiáticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As negociações da rede de acordos comerciais do Mercosul com União Europeia, Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA), Canadá, Coreia do Sul, Singapura, Indonésia e Vietnã terão impacto positivo de 1,4% no PIB brasileiro, além do aumento nos investimentos, na corrente de comércio, na massa salarial e na queda dos preços ao consumidor. Em termos monetários, os ganhos acumulados no PIB chegam a R$ 1,7 trilhão no período de 2021 a 2040, ano em que se estima que os acordos estarão implementados por completo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As estimativas são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia (ME), que divulgou no dia 26 de maio os resultados agregados das análises de impacto dos acordos comerciais concluídos e em negociação pelo governo brasileiro. Os resultados das simulações foram obtidos pela equipe de inteligência da Secretaria, a partir de um modelo de equilíbrio geral, e fazem parte da nova série de publicações “Acordos Comerciais” da Secex.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A partir de premissas sobre os comportamentos dos agentes econômicos (firmas e famílias), modelos de equilíbrio geral procuram entender quais seriam os impactos das políticas de abertura comercial ou da negociação de acordos comerciais sobre as principais variáveis macroeconômicas de uma região. Além disso, esses modelos são ditos “de equilíbrio geral” porque não se limitam a estudar os impactos diretos destas políticas. Ao contrário, suas análises estimam também as consequências da propagação destes efeitos, ou seja, estimam também os “efeitos dos efeitos”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A negociação de acordos comerciais é um dos pilares da estratégia de inserção do Brasil na economia internacional, promovendo competitividade e desenvolvimento econômico para o país. Com as fichas informativas, buscamos divulgar os resultados de nossas análises de impacto de maneira acessível e visual para a sociedade”, comenta o Secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parceiros asiáticos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de uma ficha específica sobre “Acordos Comerciais”, a nova série inclui a ficha informativa “Estratégia para a Ásia”, que mostra os resultados estimados para as negociações em andamento apenas com parceiros asiáticos – Coreia do Sul, Singapura, Indonésia e Vietnã. “Na Ásia, estão as economias de maior crescimento econômico e populacional no mundo. Qualquer estratégia de comércio exterior atual envolve, necessariamente, negociações com os parceiros asiáticos”, destaca Ferraz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ele explica que as assinaturas do Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP, na sigla em inglês) e da Parceria Econômica Regional Abrangente (RCEP, na sigla em inglês) demonstram a capacidade e a vontade de integração dessas economias. “Para o Brasil, que não fez parte desses acordos, a estratégia é negociar acordos individualmente com parceiros asiáticos, para que tenhamos espaço negociador mais favorável e, como consequência, maior acesso a mercados para os nossos produtos”, acrescenta o secretário.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para o conjunto de quatro países asiáticos, as estimativas são de um aumento no PIB brasileiro de 0,4%, ou R$ 502 bilhões em termos acumulados, além de aumentos nos investimentos, na corrente de comércio, na massa salarial e na queda nos preços.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As fichas apresentam também setores com potencial de ganho, tendo destaque os setores de produtos de carne, produtos alimentícios, equipamentos de transporte e químicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estimativas e evidências
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Junto com as fichas informativas, a Secex divulgou uma publicação intitulada “Acordos Comerciais e Abertura Comercial: Estimativas e Evidências”. O documento apresenta uma cuidadosa revisão de literatura dos principais estudos e análises de impacto – conduzidas por acadêmicos, ou entidades governamentais de outros países – sobre acordos comerciais e reformas tarifárias.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Esse conjunto de documentos inicia uma série de publicações da Secex relacionadas a acordos comerciais e comércio de uma forma geral. Essa publicação, que resume muito bem ‘a fronteira’ do que se tem feito no mundo em termos de análises de impacto na área de comércio, ajuda como referência para os trabalhos que publicaremos a seguir”, antecipa Ferraz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A nova série de publicações faz parte do esforço recente do governo de adoção de boas práticas regulatórias e transparência no comércio exterior e está em linha com os preceitos da Lei de Liberdade Econômica. Os próximos trabalhos a serem publicados são os estudos de impacto de acordos comerciais com Indonésia e Vietnã, atualmente em 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/consultas-publicas-da-secex/consultas-publicas-abertas" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           consulta pública aberta
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            para participação da sociedade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os trabalhos estarão disponíveis na página de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/produtividade-e-comercio-exterior/pt-br/assuntos/comercio-exterior/publicacoes-secex" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Publicações da Secex
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e os estudos de impacto individuais para cada país, na página de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://siscomex.gov.br/acordos-comerciais/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Acordos Comerciais do Siscomex
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.gov.br/economia/pt-br/assuntos/noticias/2021/maio/acordos-comerciais-terao-impacto-de-r-1-7-trilhao-no-pib-ate-2040-preve-secex" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Ministério da Economia
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-handshake-and-business-people-concept-par-NBP9X49.jpg" length="83582" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 20:49:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/acordos-comerciais-pib-2040</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-handshake-and-business-people-concept-par-NBP9X49.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-handshake-and-business-people-concept-par-NBP9X49.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Importação de calçados esportivos apresenta queda expressiva no primeiro quadrimestre</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/importacao-de-calcados-queda-2021</link>
      <description>As importações brasileiras de calçados realizadas pelas marcas esportivas apresentaram queda de 28% no primeiro quadrimestre de 2021.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            As importações brasileiras de calçados realizadas pelas marcas esportivas apresentaram queda de 28% no primeiro quadrimestre de 2021, comparadas ao mesmo quadrimestre de 2020. Em relação aos primeiros quatro meses de 2019, a queda foi de 32%. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No primeiro quadrimestre de 2021, foram importados 4,2 milhões de pares pelas marcas esportivas, sendo que no mesmo período de 2020, foram importados 5,8 milhões de pares e, em 2019, 6,1 milhões de pares. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O preço médio de importação em 2021 foi de R$ 112,3 por par FOB, valor 34% superior ao preço de 2020 e 80% superior ao preço de 2019, fruto da variação cambial do período e da concentração da importação em modelos específicos de maior valor agregado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Todas as principais origens de importação dos calçados pelas marcas esportivas apresentaram queda no primeiro quadrimestre do ano, com destaque para Vietnã, com queda de 27%, Indonésia, com queda de 26% e China, com queda de 35%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Associado ÁPICE tem acesso a informações detalhadas das importações brasileiras de calçados. Clique e conheça:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://stat.apicebrasil.org.br/index" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           http://stat.apicebrasil.org.br/index
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/closeup-of-young-man-tying-sports-shoe-453YF77.jpg" length="137568" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 20:44:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/importacao-de-calcados-queda-2021</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/closeup-of-young-man-tying-sports-shoe-453YF77.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/closeup-of-young-man-tying-sports-shoe-453YF77.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo analisa prática de exercícios na pandemia e prevê futuro do mercado fitness</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-futuro-fitness</link>
      <description>A empresa brasileira Gympass divulgou uma pesquisa e revelou que 64,6% dos entrevistados querem voltar a malhar presencialmente.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A empresa brasileira Gympass divulgou uma pesquisa e revelou que 64,6% dos entrevistados querem voltar a malhar presencialmente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A pandemia provocou uma grande mudança no setor de condicionamento físico no mundo inteiro por conta de suas limitações e distanciamento social. Agora, uma pesquisa da empresa brasileira Gympass reafirma que 42,8% das pessoas sentiram que o maior impacto negativo da quarentena foi no bem-estar e saúde mental durante este momento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           À medida que os países avançam na imunização em massa e, consequentemente, no retorno de atividades presenciais, 64,6% deste público diz estar animado para ter a possibilidade de voltar a academias e estúdios. Isso deve mudar, inclusive, a experiência do fitness para a população em um futuro próximo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo trouxe uma série de insights que têm impulsionado a indústria nos últimos meses. Um deles mostra que, apesar da adaptação de muitos ao digital, 48,2% dos entrevistados nunca experimentou treinos virtuais durante a pandemia. Em contrapartida, 89% acredita que a volta à rotina comum representará um momento mais ativo para todos, em comparação com o período pré-pandemia. Já 67,1% afirmou querer dedicar mais tempo aos cuidados com o corpo nessa retomada de atividades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Durante a pandemia, muitas pessoas quebraram velhos hábitos e criaram novos. Um hábito que vimos entrar em foco para muitos é a preparação física, que está começando a desempenhar um papel mais importante na vida das pessoas”, disse Steve Padis, vice-presidente de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios da empresa Barry’s.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já Cesar Carvalho, CEO e cofundador da Gympass, acredita que a essência do condicionamento físico está no senso de comunidade, e este período “nos incentivou a aprender como nos conectar e treinar de uma nova maneira por meio de exercícios virtuais”. “O exercício físico é uma ótima maneira de investir no bem-estar geral, e eu acredito firmemente que, se você mover seu corpo por cinco ou cinquenta minutos, terá um impacto positivo e se sentirá melhor,” completa o executivo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.businesswire.com/news/home/20210513005151/en/Getting-Back-to-%E2%80%98Normal%E2%80%99-The-Future-of-Fitness-in-a-Post-COVID-World?utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=2eab7a5a44-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-2eab7a5a44-91782024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Business Wire
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/gym-trainer-concept-sport-gym-training-GYVAPLH.jpg" length="232724" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 28 May 2021 17:03:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-futuro-fitness</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/gym-trainer-concept-sport-gym-training-GYVAPLH.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/gym-trainer-concept-sport-gym-training-GYVAPLH.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa do Google aponta quais itens esportivos mais cresceram durante a pandemia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-google-vendas-esporte</link>
      <description>O estudo mostra que, em 2020, diversos itens de vestuário esportivo tiveram um aumento de demanda.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O estudo mostra que, em 2020, diversos itens de vestuário esportivo tiveram um aumento de demanda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Uma nova pesquisa conduzida pelo Google aponta o crescimento nas vendas de diferentes itens esportivos durante a pandemia, principalmente os usados em esportes individuais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O estudo, divulgado em abril deste ano, trouxe um panorama abrangente de como o ramo esportivo foi impactado em 2020 no Brasil. Como contamos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/google-estudo-brasil-esportes" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           por aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o Google Sports reuniu dados de diferentes frentes sobre a relação do brasileiro com o esporte, e como ela mudou no último ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O documento mostra que a busca por uma vestimenta confortável cresceu não só pelo aumento de pessoas se exercitando em casa, mas também como um estilo a ser usado no dia a dia. As peças mais citadas são o moletom, bermuda biker, jaqueta corta vento, bucket hat e tênis esportivos. De acordo ainda com o Google, 1 em cada 4 dos entrevistados afirmaram que usam os produtos na rotina, e não só em treinos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto peças como a chuteira tiveram uma queda nas vendas — resultado direto do distanciamento social imposto pela pandemia —, com apenas 34% de crescimento entre 2017 e 2020, itens relacionados ao ciclismo, um esporte mais individual, tiveram um aumento de 439% no período.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Novo momento, novas práticas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo mostra ainda que 39% dos entrevistados começaram a praticar um esporte completamente novo durante a pandemia. As buscas por ciclismo e natação cresceram 44% e 32%, respectivamente. Junto com a caminhada e a corrida, estes são os esportes em maior ascensão desde 2020.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Google Sports
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimming-PE26YWT-1.jpg" length="206844" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 21 May 2021 18:15:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-google-vendas-esporte</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimming-PE26YWT-1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimming-PE26YWT-1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ação da Receita Federal apreende mais de 1 milhão de pares de tênis falsos em São Paulo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/acao-receita-federal-pirataria</link>
      <description>Segundo agentes que acompanharam a operação, pelo menos 200 pessoas estão envolvidas com o esquema de pirataria</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo agentes que acompanharam a operação, pelo menos 200 pessoas estão envolvidas com o esquema de pirataria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Receita Federal e a Prefeitura de São Paulo apreenderam, no dia 27 de abril, mais de 1 milhão de pares de tênis falsificados em um galpão no distrito de Santo Amaro, Zona Sul da capital paulista.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De acordo com agentes que acompanharam a operação, pelo menos 200 pessoas trabalham no local. Os produtos apreendidos são de várias marcas famosas e eram vendidos para o Brasil inteiro pela internet.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ainda segundo os investigadores, o galpão era usado como um gigantesco centro de distribuição de produtos piratas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ÁPICE contra a pirataria online
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A preocupação do setor industrial com o aumento da venda de produtos falsos e ilegais na internet cresceu durante a quarentena, de acordo com reportagem da  Confederação Nacional da Indústria. Com o fechamento do comércio, as vendas via e-commerce dispararam. Antes da pandemia, 11% dos produtos esportivos comercializados no Brasil eram vendidos online. Depois da crise, essa porcentagem subiu para 20%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dados do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade ainda trazem a dimensão desse mercado antes da crise sanitária: em 2019 o Brasil perdeu R$ 291,4 bilhões para o mercado ilegal. De acordo com dados da ÁPICE, no mesmo ano, 35% das vendas de itens esportivos eram piratas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Renato Jardim, diretor executivo da Associação, participou da reportagem na edição de março da revista da CNI, onde falou mais sobre o assunto. Confira
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/reportagempirataria" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicando aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A ÁPICE trabalha de forma cooperativa com os órgãos públicos competentes, além de instituições privadas, no efetivo combate à venda de produtos piratas, de forma contínua e eficiente.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/fomento-ao-mercado-legal" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Saiba mais
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/04/27/receita-federal-e-prefeitura-apreendem-mais-de-1-milhao-de-pares-de-tenis-falsificados-em-galpao-na-zona-sul-de-sao-paulo.ghtml" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           G1
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-partial-view-of-sportsman-in-socks-and-re-5Z7ESF5.jpg" length="58223" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 13 May 2021 15:24:59 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/acao-receita-federal-pirataria</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-partial-view-of-sportsman-in-socks-and-re-5Z7ESF5.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/close-up-partial-view-of-sportsman-in-socks-and-re-5Z7ESF5.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Agenda institucional ÁPICE - abril/2021</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/agenda-institucional-apice-abril-2021</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mantém uma intensa agenda de articulação institucional com reuniões com diversos stakeholders. Apenas no mês de Abril de 2021, a Associação participou de diversas conversas com nomes relevantes do setor. Elas estão abaixo:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - SECEX
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - ITPC-SP (Indonesian Trade Promotion Center)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - DDF (Divisão de Defesa Comercial e Salvaguardas do MRE)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Coalizao Empresarial Brasileira
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Abit
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - CNCP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - SEBRAE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Facebook
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - FNCP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - WFSGI
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - CBT
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - CODE Fiesp
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - ABVTEX
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Atletas pelo Brasi
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           l
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-people-shake-hands-to-work-TJ477Y6.jpg" length="50669" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 11 May 2021 21:18:35 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/agenda-institucional-apice-abril-2021</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-people-shake-hands-to-work-TJ477Y6.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/business-people-shake-hands-to-work-TJ477Y6.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde mental em dia incentiva crianças a praticarem exercícios físicos na quarentena</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/saude-mental-em-dia-atividades-criancas</link>
      <description>Estudo mostra a relação entre bem-estar mental, atividade física e tempo de tela para crianças e adolescentes</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estudo mostra a relação entre bem-estar mental, atividade física e tempo de tela para crianças e adolescentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             ﻿
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            De acordo com um estudo chamado Motor Module Longitudinal Study, do Karlsruhe Institute of Technology (KIT) e da Karlsruhe University of Education (PHKA), a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           saúde mental de crianças e adolescentes diminuiu durante o primeiro lockdown
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            por conta da pandemia de coronavírus. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para crianças com idade entre 4 e 10 anos, a saúde mental foi
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fundamental para promover a atividade física
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            durante a quarentena no segundo semestre de 2020, diz a pesquisa. "Os impactos do lockdown sobre crianças e adolescentes foram amplamente discutidos", diz a Dra. Kathrin Wunsch, do Instituto de Esportes e Ciências do Esporte do KIT. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Já em dezembro, em um novo estudo promovido pela equipe, os
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           resultados foram mais favoráveis e indicam um aumento na prática de exercícios entre crianças e adolescentes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Ao mesmo tempo, porém, eles também passaram mais tempo em celulares e computadores. "Além disso, agora estudamos até que ponto a saúde mental desempenha um papel [na prática de exercícios]", diz Wunsch. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os dados da pesquisa foram coletados entre agosto de 2018 e o primeiro semestre de 2020, com 1.711 crianças e adolescentes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Trabalhamos com um sistema de pontuação que expressa o bem-estar mental. A média de crianças e adolescentes é de 50 pontos. Já antes da pandemia, meninos e meninas na Alemanha alcançaram valores ruins de 44 e 45 pontos, respectivamente, em comparação com a média europeia”, conta Wunsch. A equipe descobriu que esses valores diminuíram ainda mais durante o primeiro lockdown. "Os valores atuais de saúde mental são 40 para meninos e 41 para meninas. Podemos ver claramente que a pandemia tem um impacto negativo na saúde mental de crianças e adolescentes”, ele completa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.eurekalert.org/pub_releases/2021-04/kift-mhp042621.php?utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=8c7ff824c8-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-8c7ff824c8-91775199" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Eurekalert
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/action-sport-outdoors-of-kids-having-fun-playing-s-G2YPGR2-1.jpg" length="122083" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 07 May 2021 16:15:07 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/saude-mental-em-dia-atividades-criancas</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde mental</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/action-sport-outdoors-of-kids-having-fun-playing-s-G2YPGR2-1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/action-sport-outdoors-of-kids-having-fun-playing-s-G2YPGR2-1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Google divulga estudo sobre relação dos brasileiros com os esportes</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/google-estudo-brasil-esportes</link>
      <description>Gigante da tecnologia apresentou insights que definem esse novo momento e apontam para um crescimento do interesse pelos esportes</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Gigante da tecnologia apresentou insights que definem esse novo momento e apontam para um crescimento do interesse pelos esportes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um novo estudo do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Google
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , publicado em março deste ano, mostra que o interesse dos brasileiros por atividades físicas aumentou durante a pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A partir de dados coletados pela
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sport Track
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , que realizou uma pesquisa com 2 mil pessoas entre os dias 24 e 26 de novembro, a gigante da tecnologia ratificou o quanto que a população se interessa por esportes além do futebol.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Entre março e novembro de 2020, as buscas por exercícios em casa cresceram duas vezes, além de um aumento no interesse por Ciclismo (+144%) e Natação (+230%). Ainda segundo a pesquisa da Sport Track, 39% dos entrevistados declara ter começado a praticar algum esporte novo no período, com destaque para caminhada (23%), corrida (18%) e bicicleta (10%). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Houve também um aumento em 113% nas buscas por meditação e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mindfulness
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mostrando a importância do lado psicológico além de questões estéticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            José Melchert,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           head
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            de negócios para Varejo da Google Brasil, comenta que as práticas fazem parte de uma tendência global de “bem estar”. “Isso intensifica a procura por formas de se manter saudável e melhorar a qualidade de vida e impulsiona o crescimento do interesse por novas atividades físicas”, completa José.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do futebol
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No período estudado, as modalidades que mais tiveram crescimento de interesse foram o vôlei (com 41% de menções, contra 26% no último levantamento), basquete (21%, contra 8%) e natação (16%, contra 12%). Já a caminhada ficou em primeiro lugar, com 30% das respostas, pegando a posição do futebol, em segundo lugar (29%). A lista ainda tem a corrida (23%), musculação (16%) e ciclismo (11%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além destes dados, o estudo ainda mostra os impactos do período no e-commerce, o interesse por esportes online e muito mais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/volleyball-on-beach-QUM2KQ7+1.jpg" length="90393" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 20:45:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/google-estudo-brasil-esportes</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/volleyball-on-beach-QUM2KQ7+1.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/volleyball-on-beach-QUM2KQ7+1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Praticar atividade física regularmente diminui riscos de Covid-19 grave, diz estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/atividade-regular-covid</link>
      <description>Exercícios moderados ou intensos podem reduzir casos graves e mortes pela doença</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exercícios moderados ou intensos podem reduzir casos graves e mortes pela doença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A prática regular de exercícios físicos está diretamente ligada a um menor risco de passar pela fase mais grave da Covid-19. É isso que diz o estudo da organização Kaiser Permanente, publicado na última terça-feira (13), no British Journal of Sports Medicine.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa foi realizada com quase 50 mil adultos que contraíram o vírus. Os resultados mostram que aqueles que atingiram a meta de atividade física delimitada pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos — de pelo menos 150 minutos por semana de atividade física moderada ou intensa — apresentaram incidências menores de hospitalização, internação na UTI ou morte devido à Covid-19.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Organização Mundial da Saúde (OMS) também recomenda as mesmas diretrizes, baseadas em estudos que dizem que a atividade física é capaz de “aumentar a função imunológica, reduzir a inflamação sistêmica, aumentar a saúde pulmonar, e cardiovascular e melhorar a saúde mental”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa aponta ainda que o quadro agudo do novo coronavírus é apenas um dos muitos impactos negativos potenciais do comportamento sedentário, fator de risco conhecido para outras doenças, como cardiovasculares, obesidade, diabetes, derrame e alguns tipos de câncer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Comece hoje mesmo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para atingir o limite recomendado de atividade física por semana, é necessário pouco menos de 22 minutos de exercícios por dia. Acompanhando o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.instagram.com/apicebrasiloficial/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Instagram da ÁPICE Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , você encontra uma série de dicas para inserir as atividades físicas na sua rotina.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/04/15/atividade-fisica-regular-diminui-riscos-de-covid-grave" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           CNN Brasil
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-sporty-woman-doing-bridge-exercise-at-gym-RPUTZU2.jpg" length="106222" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 18:05:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/atividade-regular-covid</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-sporty-woman-doing-bridge-exercise-at-gym-RPUTZU2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/young-sporty-woman-doing-bridge-exercise-at-gym-RPUTZU2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Secretário-geral da ONU afirma que o esporte tem papel fundamental na recuperação da pandemia</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/secretario-geral-da-onu-afirma-que-o-esporte-tem-papel-fundamental-na-recuperacao-da-pandemia</link>
      <description>Secretário-geral da ONU realiza declaração no  Dia Internacional do Esporte para Desenvolvimento e Paz  sobre o papel do esporte na recuperação da pandemia</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No dia Internacional do Esporte para Desenvolvimento e Paz, celebrado em 6 de abril, o secretário-geral da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://brasil.un.org/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Organização das Nações Unidas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , António Guterres, realizou um pronunciamento. De acordo com a  mensagem do chefe da ONU, o mundo do esporte tem contribuições cruciais para criar uma recuperação segura e sustentável da pandemia da Covid-19. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Guterres lembrou que a pandemia também trouxe desafios para o mercado esportivo: a dor da ausência, perda de receita e dos sonhos adiados estiveram presentes nas vidas de trabalhadores, atletas e torcedores do mundo todo. O secretário-geral afirmou ainda, que quando todos estiverem protegidos da pandemia, o mundo irá torcer novamente. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O esporte é uma das grandes buscas humanas, um modelo de trabalho em equipe, uma plataforma de excelência individual, um motor de crescimento econômico para toda a sociedade”, discorreu Guterres. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conscientização
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há anos a ONU atua junto a atletas, federações e associações esportivas. De acordo com o secretário-geral, o objetivo dessas ações é “usar este poder para construir pontes de amizade e coexistência, para promover estilos de vida saudáveis ​​e para avançar nosso trabalho para alcançar um desenvolvimento sustentável e inclusivo e até 2030 Agenda.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desde 1978, a ONU considera o acesso ao esporte e às atividades físicas como um direito fundamental para todos. O esporte fez parte dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, nos anos 2000, assim como também está presente na Agenda 2030 da Assembleia Geral. No último, a atividade é citada como um “importante facilitador do desenvolvimento sustentável”, destacando a promoção da tolerância e respeito, além das contribuições para o empoderamento das mulheres e dos jovens, indivíduos e comunidades. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A ONU pretende, depois da pandemia, dar continuidade ao trabalho que realiza com desportistas e organizações em todo o mundo para promover a ação climática, a paz, os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte: 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://news.un.org/pt/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://news.un.org/pt/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Último acesso em 15/04/2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-P44R8ZX.jpg" length="223831" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 14:27:32 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/secretario-geral-da-onu-afirma-que-o-esporte-tem-papel-fundamental-na-recuperacao-da-pandemia</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,pandemia,ONU,esporte,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-P44R8ZX.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/swimmer-P44R8ZX.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Ameaça da pirataria no comércio online é tema de reportagem da revista da CNI</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/reportagempirataria</link>
      <description>Em entrevista à publicação da Confederação Nacional da Indústria, o diretor executivo da ÁPICE fala sobre o aumento das vendas digitais de produtos falsificados e o combate à pirataria</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em entrevista à publicação da Confederação Nacional da Indústria, o diretor executivo da ÁPICE fala sobre o aumento das vendas digitais de produtos falsificados
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma das pautas com as quais a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ÁPICE
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           atua foi tema de reportagem da edição de março da revista da
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.portaldaindustria.com.br/cni/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Confederação Nacional da Indústria
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A matéria abordou o crescimento da pirataria no comércio online e entrevistou Renato Jardim, diretor executivo da Associação.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A reportagem apontou o aumento da preocupação do setor industrial com a venda de produtos falsos e ilegais na internet. O receio surgiu graças ao
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            boom
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            oriundo do isolamento social. Com o fechamento do comércio, as vendas via e-commerce dispararam. Antes da pandemia 11% dos produtos esportivos comercializados no Brasil eram vendidos online. Depois da crise, essa porcentagem subiu para 20%. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Na matéria, Renato explica que com isso, a venda de produtos piratas na internet também cresceu. Dados do
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="http://www.fncp.org.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , trazem a dimensão desse mercado antes da crise sanitária: em 2019 o Brasil perdeu R$ 291,4 bilhões para o mercado ilegal. De acordo com dados da ÁPICE, no mesmo ano, 35% das vendas de itens esportivos eram piratas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fabiano Barreto, coordenador de propriedade intelectual da CNI, aponta outra questão: ele explica na matéria que há, na internet, a proliferação de produtos originais contrabandeados. Ou seja: itens que não são falsificados entram no país ilegalmente, sem o recolhimento de tributos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Combate à pirataria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A matéria cita a atuação do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos de Propriedade Intelectual (CNCP). A instância do Ministério da Justiça tem promovido diálogo entre o setor privado e atores do governo, e, de acordo com Renato, traz eficiência ao combate da venda de produtos ilegais. Além de protagonista nas ações de repressão do comércio ilícito, o CNCP também tem um braço educacional, que traz informação ao consumidor e plataformas de e-commerce. O Conselho lançou em 2020 dois guias de boas práticas no comércio eletrônico. O primeiro, é mais focado em sugestões para manter um ambiente digital de venda saudável. Já e o segundo, aborda a parte de pagamento e reúne ações para inviabilizar o recebimento de receita oriunda de serviços e dispositivos que violem a propriedade intelectual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ambos podem ser baixados nos links: 
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/conselho-nacional-de-combate-a-pirataria-lanca-guia-de-boas-praticas-e-orientacoes-as-plataformas-de-comercio-eletronico/Guiaboaspraticaseorientacoesasplataformasdecomercioeletronico_compressed.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Guia de boas práticas e orientações às plataformas de comércio eletrônico 
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/mjsp-lanca-guia-de-boas-praticas-e-orientacoes-para-combate-a-pirataria-nos-meios-de-pagamento/guia-pirataria-online-meios-de-pagamento.pdf" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            Guia de boas práticas e orientações para a implementação de medidas de combate à pirataria pelos Provedores de Serviços de pagamento
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para ler a matéria da Revista da CNI na íntegra, basta clicar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://jornalismo.portaldaindustria.com.br/cni/revista_industria/revista-industria-brasileira-03-2021/33/index.html#zoom=z" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A reportagem encontra-se disponível na página 30. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/e-commerce-symbol-on-a-computer-keyboard-black-fri-PV7TGNB.jpg" length="184924" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 07 Apr 2021 16:36:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/reportagempirataria</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,combateàpirataria,mercado ilegal,pirataria</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/e-commerce-symbol-on-a-computer-keyboard-black-fri-PV7TGNB.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/e-commerce-symbol-on-a-computer-keyboard-black-fri-PV7TGNB.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Incluir exercícios físicos intensos na rotina pode aumentar longevidade, afirma estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/exercicios-fisicos-longevidade</link>
      <description>Regularidade e intensidade dos exercícios físicos são fatores que influenciam na qualidade de vida e na redução de mortalidade.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Regularidade e intensidade dos exercícios físicos são fatores que influenciam na qualidade de vida e na redução de mortalidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um estudo recente publicado na revista JAMA Internal Medicine afirma que a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           regularidade e a intensidade da atividade física resultam em maior longevidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para o corpo humano.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A pesquisa foi realizada com base em dados de 403.681 pessoas. A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           redução da mortalidade
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            associada a diferentes combinações de exercícios foi usada  como comparação. Além disso, foram analisadas as intensidades moderadas e vigorosas dentro do tempo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de 150 a 300 minutos por semana.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Leandro Rezende, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp) e responsável pelo estudo, declarou: “Qualquer tipo de atividade física regular é melhor do que nada. No entanto, o que vimos no nosso estudo foi que incluir exercícios vigorosos – como futebol e corrida, por exemplo – na prática semanal está associado à redução da mortalidade. Na comparação com adultos que realizaram apenas atividades moderadas, aqueles que fizeram metade ou 75% de atividade vigorosa do total da semana tiveram 17% de redução da mortalidade em geral, que inclui entre diferentes causas a mortalidade por doenças cardiovasculares e câncer”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            O professor tem realizado uma série de análises com base em dados populacionais para
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           identificar associações entre atividade física, nutrição e redução de doenças crônicas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , especialmente o câncer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Leandro afirma que os dados ajudam a decifrar qual intensidade é a ideal para a prática de exercícios físicos. “Mostramos que as duas são importantes, mas que dar maior intensidade à atividade física regular reduz ainda mais a mortalidade”, diz o pesquisador. “Um indivíduo que faz 75 minutos de atividade física vigorosa realiza o equivalente a 150 minutos de atividade moderada no percentual da participação da atividade vigorosa no total de atividade física semanal”, finaliza Rezende.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Leia o artigo completo
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://jamanetwork.com/journals/jamainternalmedicine/article-abstract/2772939" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicando aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-volleyball-at-sunset-P2G4L63.jpg" length="110368" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 17:06:19 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/exercicios-fisicos-longevidade</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-volleyball-at-sunset-P2G4L63.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/c8946f82/dms3rep/multi/beach-volleyball-at-sunset-P2G4L63.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo sugere que exercícios físicos podem beneficiar pacientes com doenças renais</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-exercicios-doencas-renais</link>
      <description>Uma pesquisa europeia estudou o desenvolvimento de doenças renais em pacientes ativos e inativos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Uma pesquisa europeia estudou o desenvolvimento de doenças renais em pacientes ativos e inativos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um estudo recente mostra que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           pacientes com doenças renais que praticam exercícios físicos têm menos chances de exibir piora
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            no quadro clínico. Além disso, problemas cardíacos também são menos frequentes nestes casos.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa foi publicada no European Journal of Preventive Cardiology, um jornal da European Society of Cardiology (ESC).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pacientes que se exercitam dentro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) —
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            150 minutos por semana
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — tiveram condições de saúde muito melhores daqueles que não praticaram exercícios. Permanecer ativo durante este tempo também se mostrou crucial para manter os resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O autor do estudo, o professor Der-Cherng Tarng, do Taipei Veterans General Hospital e da National Yang-Ming University, em Taiwan, disse: "Nossos resultados sugerem que a atividade física deve ser integrada ao tratamento clínico de pacientes com doença renal".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Hoje, a doença renal crônica atinge cerca de 700 milhões de pessoas no mundo inteiro. Muitos pacientes com este quadro falecem ao desenvolver doenças cardiovasculares, que também podem ser parcialmente evitadas com a prática de exercícios físicos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O estudo acompanhou 4.508 pacientes com doença renal crônica entre 2004 e 2017. Os pacientes não estavam em diálise, e foram divididos em três grupos de acordo com a atividade física semanal: altamente ativos (mínimo da OMS ou mais), pouco ativos (menos do que o mínimo da OMS) ou inativos (sem atividades).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Um total de 1.915 pessoas foram classificadas como altamente ativas, enquanto 879 eram pouco ativas e 1.714 eram inativas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Durante um acompanhamento médio de 686 dias, 739 pacientes morreram, 1.059 desenvolveram doença renal em estágio final e 521 tiveram um evento cardiovascular importante (exemplo: ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou morte por doença cardiovascular). O grupo altamente ativo teve o menor número de todos esses resultados adversos, seguido pelos grupos pouco ativo e inativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Dr. Tseng concluiu: "Isso destaca a importância de manter a atividade física entre os pacientes com doença renal."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.aninews.in/news/science/study-suggests-exercise-could-benefit-patients-with-kidney-disease20210313190620/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Aninews
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-exercising-PMU7WSJ.jpg" length="117367" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 15:07:51 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudo-exercicios-doencas-renais</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-exercising-PMU7WSJ.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-exercising-PMU7WSJ.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Especialistas apontam tendências para o futuro da indústria do esporte nos próximos anos</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/especialistas-tendencias-industria</link>
      <description>Representantes de empresas como a Equip e Fitness Connected falaram ao ISPO sobre suas previsões.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Representantes de empresas como a Equip e Fitness Connected falaram ao ISPO sobre suas previsões
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           pandemia mudou muitos conceitos e na indústria do esporte isso não foi diferente. Pensando nisso, o portal
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ISPO.com
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            conversou com cinco especialistas do ramo esportivo para apontar
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           tendências na indústria para os próximos anos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . As perguntas feitas aos entrevistados foram: Quais são os desafios e aprendizados para o setor? E o que será importante no futuro?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O artigo traz as opiniões de Matthias Zaggl (W.L. Gore &amp;amp; Associates), Andy Schimeck (Equip), Mark Held (Outdoor Group), Jost Wiebelhaus (Laufshop) e Ralph Scholz (Fitness Connected). Os profissionais destacam, principalmente, a busca por atividades ao ar livre para os próximos meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            “Como resultado [do isolamento],
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            mais pessoas estão passando tempo ao ar livre
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            — mantendo a forma e se recuperando. Isso gerou novos consumidores que estão ativos ‘fora de casa’ e continua a aumentar em áreas como corrida, ciclismo, caminhada, trekking e esqui”, aponta Matthias Zaggl. O profissional ainda aponta que “as pessoas estão
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mais conscientes sobre o meio ambiente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , especialmente sobre os desafios ambientais que todos enfrentamos e a obrigação de proteger nosso planeta”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Ralph Scholz, CEO da Fitness Connected, fala ainda que a concepção da sociedade com relação ao esporte tem mudado por conta da pandemia. “Do meu ponto de vista, a crise do Coronavírus também mostrou que o esporte e o ‘fitness’ ainda são vistos muito sob o aspecto de ‘diversão’. Nosso aprendizado com isso deve ser o de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           posicionar o esporte e a atividade física como parte do sistema de saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, ele completa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Modelos de negócio e união na indústria
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Mark Held, da Outdoor Group, aponta dois grandes desafios para as empresas neste período. “O primeiro é como lidar com os impactos de curto prazo da Covid, já que são tão imediatos e envolvem uma luta para encontrar um caminho para os consumidores que, infelizmente, não contém contato físico. [O segundo é] o que aprendemos com a pandemia e como podemos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            adaptar nossos modelos de negócios
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           para refletir o aumento do interesse por atividades ao ar livre e a ascensão da internet como a rota mais simples para o mercado”, completa Held.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Zaggl ressalta ainda a importância da união na indústria neste momento de dificuldades. “A COVID-19 criou muitos desafios. Estou convencido de que, se trabalharmos juntos para encontrar soluções inovadoras, aproveitar o espírito de colaboração e construir alianças fortes por meio das quais podemos maximizar nossos recursos,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           podemos superar tudo isso
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”, finaliza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Leia o artigo completo, em inglês,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.ispo.com/en/markets/future-sports-industry-5-industry-experts-give-impulses?utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=bff29076c7-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-bff29076c7-91775199" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicando aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-jogging-with-face-masks-ZJWU438.jpg" length="99134" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 19 Mar 2021 19:46:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/especialistas-tendencias-industria</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-jogging-with-face-masks-ZJWU438.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/couple-jogging-with-face-masks-ZJWU438.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Estudos apontam que crianças não se exercitavam o suficiente mesmo antes da COVID-19</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/estudos-criancas-inatividade</link>
      <description>Pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) mostram dados preocupantes sobre a inatividade infantil.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD) mostra dados preocupantes sobre a inatividade infantil.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em uma pesquisa realizada nos países da União Europeia, foi constatado que cerca de uma em cada quatro crianças de 11 anos e apenas um em cada sete jovens de 15 anos fazem uma hora de exercícios moderados ou vigorosos todos os dias. A recomendação oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que as crianças realizem pelo menos 60 minutos diários de atividades físicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Os países Itália, França, Portugal e Dinamarca mostram os menores níveis de atividades para ambos os sexos, enquanto a Finlândia e a Irlanda lideram a lista. Em todos estes países citados, as meninas eram menos ativas fisicamente do que os meninos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em comunicado, a OCDE diz que os fatores que mais influenciam na prática de atividades por crianças são disponibilidade de espaço e equipamentos, programação escolar e, também, o tempo passado na frente de uma tela. “O uso intenso de celulares e da Internet os faz ficar longe de outras atividades, incluindo a física”, conclui a organização.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Ainda de acordo com a OCDE, a pandemia apenas agrava esses fatores, e os adultos também
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-saude-em-2020" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           vêm sentindo o impacto
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Situação mundial
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Uma pesquisa semelhante feita nos EUA, realizada pelo Plano Nacional de Atividade Física, mostra que 76% das crianças americanas não praticam exercícios o suficiente no decorrer de um dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já no Brasil, o último estudo realizado nesta área aconteceu em 2019, quando a OMS divulgou que apenas oito em cada dez crianças e adolescentes de 11 a 17 anos não realizam atividade física suficiente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.weforum.org/agenda/2021/01/covid-19-kids-exercise/?utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=33bef752b5-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-33bef752b5-91782024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           WeForum
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-kids-exercising-in-the-boot-camp-39BK2Z8.jpg" length="138172" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 16:56:15 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/estudos-criancas-inatividade</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-kids-exercising-in-the-boot-camp-39BK2Z8.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/group-of-kids-exercising-in-the-boot-camp-39BK2Z8.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Atividade física reduz o risco de óbito por ataque cardíaco, afirma novo estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/atividade-fisica-ataque-cardiaco</link>
      <description>A equipe da pesquisa usou dados de dez instituições europeias de saúde para relacionar a prática de atividade física com o baixo risco de óbito após ataques cardíacos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A equipe da pesquisa usou dados de dez instituições europeias de saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Um novo estudo mostra a relação da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           prática de exercícios físicos com os baixos índices de óbito ocasionados por ataque cardíaco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa, publicada no
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            European Journal of Preventive Cardiology,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           afirma que praticar um maior nível de atividade física está diretamente associado a um menor risco fatal imediato, e até de sequelas subsequentes a essa condição. O estudo cita uma “resposta” mais rápida do corpo nestes casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Pacientes que se exercitam em níveis moderados e altos tiveram um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           risco 33% e 45% por cento menor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , respectivamente, de morte instantânea em comparação com indivíduos sedentários. Após 28 dias, esses números eram 36% e 28%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            “Quase 18% dos pacientes que tiveram um ataque cardíaco morreram após 28 dias, comprovando a gravidade dessa condição. Encontramos um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            benefício imediato da atividade física
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           no cenário de um ataque cardíaco, e descobrimos que ele se mantém nestes 28 dias”, disse o pesquisador Kim Wadt Hansen, do Hospital Bispebjerg, na Dinamarca.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Para este estudo, a equipe de Hansen usou dados de dez instituições de saúde europeias, incluindo informações sobre participantes saudáveis, que praticam atividade física e que tiveram um ataque cardíaco durante o acompanhamento — um total de 28.140 indivíduos. Essas pessoas foram categorizadas de acordo com seu nível semanal de exercícios: baixo, moderado ou alto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A associação entre o nível de atividade e o risco de morte devido a um ataque cardíaco, instantaneamente e dentro de 28 dias, foi analisada em cada instituição separadamente e, em seguida, os resultados foram agrupados. Um total de 4.976 (17,7%) participantes morreram dentro de 28 dias após seu ataque cardíaco — destes, 3.101 (62,3%) morreram instantaneamente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Vale lembrar que a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            pelo menos 150 minutos semanais de exercícios físicos para adultos saudáveis
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/vital-mature-couple-exercising-in-the-gym-B6T7FAK.jpg" length="88635" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 05 Mar 2021 17:23:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/atividade-fisica-ataque-cardiaco</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/vital-mature-couple-exercising-in-the-gym-B6T7FAK.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/vital-mature-couple-exercising-in-the-gym-B6T7FAK.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>McKinsey &amp; Company divulga estudo sobre o “novo normal” na indústria esportiva em 2021</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/mckinsey-estudo-insdustria-2021</link>
      <description>Em relatório feito em parceria com a World Federation Sporting Goods Industry, a consultoria McKinsey &amp; Company mostra os resultados da pandemia e o que esperar daqui pra frente.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em relatório feito em parceria com a World Federation Sporting Goods Industry, empresa mostra os resultados da pandemia e o que esperar daqui pra frente
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           McKinsey &amp;amp; Company
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , empresa americana de consultoria empresarial, divulgou estudo sobre os caminhos que a indústria esportiva deve tomar em 2021. Feito em parceria com a
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            World Federation Sporting Goods Industry
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o relatório exibe os resultados da pandemia em 2020, assim como o que podemos esperar agora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Apesar das quedas nos números no último ano, tanto para a indústria quanto para a prática do esporte em si, o sentimento deste período é de retomada. De acordo com o estudo, o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           setor de vestuário esportivo teve um desempenho melhor do que o de vestuário em geral
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , reduzindo em apenas 29% contra os 55% do ramo. E isso deve melhorar, já que o estudo prevê também que o mercado esportivo nos Estados Unidos e no mundo retome o crescimento.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            “Os próximos 12 meses provavelmente serão caracterizados por uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           perspectiva mais positiva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , mesmo em meio à incerteza causada pelo desdobramento da segunda onda de COVID-19 e o processo relativamente lento de vacinações. Os executivos do setor estão cautelosamente otimistas e focados nas oportunidades de crescimento”, destaca a McKinsey em seu artigo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Apesar dos desafios gerais nas vendas, o setor também registrou ganhos significativos no digital: os resultados online são seis vezes maiores do que antes da pandemia e, para as principais marcas, o compartilhamento online cresceu aproximadamente três vezes entre 2019 e o primeiro semestre de 2020. Este dado era esperado para apenas daqui a quatro anos, de acordo com o relatório.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mais foco no digital
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Quase dois terços (64%) dos executivos entrevistados no relatório da McKinsey disseram que esperam que a indústria se concentre mais em fazer publicidade digital, enquanto 43% afirmaram que
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           o marketing não estará mais tão vinculado a grandes eventos esportivos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . "A ausência [dos] eventos [presenciais] no calendário deixou um buraco significativo na capacidade das marcas de criar consciência, credibilidade e engajamento", diz o relatório. A pesquisa espera, com isso, que o marketing através de influenciadores do esporte cresça ainda mais para suprir essa falta nos próximos meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para ler o estudo completo, em inglês, basta
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/1HBzd4_gLMdCEniqu2FH62khaKDgdrkNd/view" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clicar aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE em Foco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A ÁPICE divulgou no início de fevereiro a primeira edição de seu relatório,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “ÁPICE em Foco”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . O documento, que compila dados do setor em 2020, apresenta um resumo da atuação da associação durante um ano, e reflete sobre possibilidades para o mercado em 2021.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/apice-divulga-relatorio-sobre-a-atuacao-da-entidade-e-dados-do-mercado-esportivo-em-202039062b77" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Leia por aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/friends-playing-basketball-in-court-J2FVAV8+%281%29.jpg" length="62005" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 26 Feb 2021 18:08:06 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/mckinsey-estudo-insdustria-2021</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/friends-playing-basketball-in-court-J2FVAV8+%281%29.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/friends-playing-basketball-in-court-J2FVAV8+%281%29.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Saúde mental e criatividade: pesquisadores apontam tendências esportivas para 2021</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/tendencias-esporte-2021</link>
      <description>A Sports Marketing Surveys publicou sua costumeira pesquisa anual com as tendências na prática do esporte para o ano que entrou.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Sports Marketing Surveys publicou sua costumeira pesquisa anual com as tendências na prática do esporte para o ano que entrou
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E
            &#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             ﻿
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
            nquanto 2020 foi um ano bastante desafiador para os amantes de esportes, 2021 parece estar em um caminho mais vantajoso. Uma pesquisa da
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Sports Marketing Surveys
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mostra as
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            tendências positivas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            para este ano, incluindo um
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           aumento no interesse pela prática de exercícios físicos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , além de algumas dificuldades que o mundo ainda enfrenta por conta da pandemia de COVID-19.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A publicação aponta para uma
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           atenção maior à saúde mental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , com a população valorizando cada vez mais a importância do exercício para a mente. Neste ano, a tendência é que as pessoas se aventurem um pouco mais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           fora de casa
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , tomando todos os cuidados ainda necessários, mas buscando um tempo de relaxamento e zelo pelo próprio corpo. Ainda neste ponto, o número de pessoas praticando caminhadas e escaladas cresceu já em 2020, e deve subir ainda mais em 2021. Ao invés de encontrar amigos em um restaurante, por exemplo, será mais comum marcar encontros ao ar livre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Já sobre os tipos de exercícios, a Sports Marketing Surveys aponta para a criatividade partindo de quem pratica. Com acesso limitado a academia e espaços fechados para esporte, o praticante agora busca outras formas de se mexer, priorizando ainda seus próprios gostos e exercícios ensinados na internet.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eventos oficiais e turismo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Com a pandemia ainda limitando muitos setores, 2021 não deve ver um aumento significativo em eventos esportivos e viagens. A pesquisa aponta ainda para eventos virtuais, que permitem participantes do mundo inteiro, como corridas e maratonas, por exemplo. Em clima mais informal, a busca pela bicicleta cresce cada vez mais — já
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.apicebrasil.org.br/projecoes-apontam-que-bicicletas-serao-duas-vezes-mais-vendidas-que-carros-na-europa-em-2030" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           contamos por aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            como, em 2030 e na Europa, a venda de bikes vai superar a de carros.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Enquanto isso, o e-sport (competições de jogos online) só cresce, uma tendência que vem sendo construída desde antes da pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Para ler a pesquisa completa,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.sportsmarketingsurveys.com/sports-trends-of-2021/?utm_source=Public&amp;amp;utm_campaign=1e62b74989-EMAIL_CAMPAIGN_2019_10_21_07_57_COPY_01&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_term=0_40b88e981d-1e62b74989-91782024" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           clique aqui
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/peaceful-women-relax-group-yoga-training-M9KNQR8.jpg" length="111944" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 19 Feb 2021 16:17:50 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/tendencias-esporte-2021</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/peaceful-women-relax-group-yoga-training-M9KNQR8.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/peaceful-women-relax-group-yoga-training-M9KNQR8.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>ÁPICE divulga relatório que detalha a atuação da entidade e apresenta dados de 2020 do mercado esportivo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/apice-divulga-relatorio-sobre-a-atuacao-da-entidade-e-dados-do-mercado-esportivo-em-202039062b77</link>
      <description>ÁPICE divulga relatório ÁPICE em Foco, que resume as frentes de trabalho da entidade e traz informações e dados do mercado esportivo em 2020.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O documento ÁPICE em Foco, que resume as frentes de trabalho da associação e divulga informações e números do setor, já está disponível para o download
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , Associação pela Indústria e Comércio Esportivo, acaba de lançar a primeira edição do “
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ÁPICE em Foco
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ”. O documento, que compila dados do setor em 2020, apresenta um resumo da atuação da ÁPICE durante um ano, e reflete sobre possibilidades para o mercado em 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os dados sobre o setor são produzidos anualmente em parceria com a consultoria
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.mosaiclab.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Mosaiclab
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e exibem resultados de diversos indicadores de perfil e performance do setor esportivo. O documento se forma a partir de uma pesquisa primária junto às empresas associadas, que recebem os resultados completos de forma consolidada, garantindo assim a confidencialidade dos dados por meio de um minucioso processo de coleta e tratamento de informações. Além de importante para o setor no geral, o documento também é fundamental para as empresas associadas, pois permite avaliar e acompanhar o mercado, além de apoiar em seus processos de planejamento e tomada de decisões estratégicas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Hoje, a ÁPICE tem no seu quadro de associados a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.adidas.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           adidas
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.asics.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Asics,
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.decathlon.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Decathlon
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.nike.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Nike
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.oakley.com/pt-br" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Oakley
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://br.puma.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Puma
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.reebok.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Reebok
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://lojasalomon.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Salomon
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.br.skechers.com/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Skechers
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ,
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.specialized.com/br/pt" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Specialized
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            e
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://wilsonloja.com.br/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Wilson
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Como mostra o relatório, juntas, essas marcas geraram faturamento de mais de R$ 6 bilhões em vendas, mesmo diante de um cenário tão delicado quanto o da pandemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Também dentro desses números, o “ÁPICE em Foco” apresenta os principais
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           canais de distri
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           buição do setor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , identificando o
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           crescimento do e-commerce
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            durante a pandemia. Em valor, o e-commerce passou de 11,4% das vendas no primeiro semestre de 2019, para 20,5%, no primeiro semestre de 2020. Ainda nesta linha, o documento apresenta também possibilidades e soluções para o momento, tendo em vista o ano de 2021.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           “Diante de tamanhos desafios, mesmo no contexto da pandemia, a ÁPICE teve uma intensa agenda no ano de 2020”, afirma Renato Jardim, diretor executivo da associação. “Buscamos trabalhar da melhor forma possível em todos os eixos estratégicos de atuação como comércio exterior, combate ao mercado ilícito, legislativo, regulatório, sustentabilidade, fiscal e inteligência, cujos destaques são apresentados neste relatório”, completa Renato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Quer saber mais ainda?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Faça o download do "ÁPICE EM FOCO" preenchendo o formulário abaixo:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sobre a ÁPICE
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A ÁPICE - Associação pela Indústria e Comércio Esportivo - é uma entidade formada por importantes empresas do setor de produtos esportivos. Embora os associados possuam um modelo de negócio global, o principal objetivo da associação é trabalhar pelo desenvolvimento do mercado esportivo do Brasil. Desde 2010 a ÁPICE trabalha para ser o canal institucional das marcas, varejo e indústria de produtos esportivos que atuam no Brasil, junto ao governo, entidades públicas ou privadas e com a sociedade de forma geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/%C3%81PICE+ARTE+DESTAQUE+-+1000x570_V3+%281%29.png" length="186583" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 08 Feb 2021 18:14:48 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/apice-divulga-relatorio-sobre-a-atuacao-da-entidade-e-dados-do-mercado-esportivo-em-202039062b77</guid>
      <g-custom:tags type="string">Mercado esportivo,ÁPICE EM FOCO</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/%C3%81PICE+ARTE+DESTAQUE+-+1000x570_V4.png">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/%C3%81PICE+ARTE+DESTAQUE+-+1000x570_V3+%281%29.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Pesquisa aponta que 70% das pessoas tiveram saúde e condicionamento negativamente afetados em 2020</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-saude-em-2020</link>
      <description>Um estudo da Life Time mostra, também, que 81% dos entrevistados entraram em 2021 com objetivos de melhorar a saúde.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Um estudo da Life Time mostra, também, que 81% dos entrevistados entraram em 2021 com objetivos
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           de melhorar a saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com uma pesquisa conduzida pela Life Time, a maioria de seus 1.200 entrevistados relatou ganho de peso, perda de músculos e problemas de saúde mental durante o ano de 2020, mais precisamente no período de pandemia. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A empresa, que é uma importante marca de estilo de vida saudável nos Estados Unidos, conduziu a pesquisa com pessoas de idades entre 18 e 70 anos, realizando perguntas sobre exercícios físicos, alimentação, saúde mental e física, e outros tópicos relacionados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quase 70% dos entrevistados disseram que sua saúde foi afetada negativamente no período. Os principais motivos citados para este impacto negativo incluem:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Estresse geral da pandemia (44,5%)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fechamento de academias (31,8%)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Trabalhar em casa com menos motivação para praticar exercícios (15,2%)
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além disso, quase 86% dos entrevistados disseram que sentem falta de ter um lugar para treinar presencialmente e com outras pessoas. Já 76% dos entrevistados também acreditam que as academias são negócios essenciais e devem permanecer abertas durante a pandemia. Com isso em mente, 80,5% dos participantes disseram que têm planos para cuidar melhor da saúde física e mental neste ano de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa da Life Time ainda traz outros números importantes para entender este impacto da pandemia. 60% dos entrevistados afirmaram que passam mais horas sentados do que antes, totalizando mais de 8 horas por dia. Quem já voltou a trabalhar fora, relata estar recuperando o sono (34%), passando mais tempo com a família (32%), se exercitando com mais frequência (23%) e comendo refeições melhor planejadas (11%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.endurancesportswire.com/new-survey-more-than-2-3-of-respondents-say-their-health-and-fitness-has-been-negatively-impacted-during-2020/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Endurance Sportswire
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-suffering-from-low-back-pain-NLYNE34.jpg" length="102033" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 19:24:52 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pesquisa-saude-em-2020</guid>
      <g-custom:tags type="string">Exercícios físicos,Saúde</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-suffering-from-low-back-pain-NLYNE34.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/man-suffering-from-low-back-pain-NLYNE34.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Projeções apontam que bicicletas serão duas vezes mais vendidas que carros na Europa em 2030</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/projecoes-apontam-que-bicicletas-serao-duas-vezes-mais-vendidas-que-carros-na-europa-em-2030</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A nova previsão do mercado foi anunciada por três associações de ciclismo no final de 2020
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Três associações de ciclismo anunciaram, ao final de dezembro de 2020, uma nova e animadora previsão para o setor da Europa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           De acordo com estudos, os europeus devem comprar 10 milhões de bicicletas a mais por ano até 2030, 47% a mais do que em 2019. Com 30 milhões de bicicletas vendidas, o mercado representará duas vezes o número de automóveis vendidos por passageiro na União Europeia por ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            A previsão foi feita em parceria pelas associações
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cycling Industries Europe
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (CIE), a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Confederation of the European Bicycle Industry
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (CONEBI) e a
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           European Cyclists' Federation
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            (ECF). As empresas desenvolveram novos métodos de previsão que analisaram o impacto da pandemia de Covid-19, as tendências de vendas atuais, e o futuro investimento que o governo fará na venda de bicicletas novas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        
            Além disso, o grupo de especialistas também avaliou o crescimento nas vendas de bicicletas elétricas, que promete chegar a 17 milhões de unidades até 2030. Os números atuais sugerem que as vendas dessas
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           bikes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            terão um aumento de 23% somente em 2020, mesmo com a pandemia. Em 2024, o número já deve atingir 10 milhões.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Bikes na pandemia
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A ECF tem monitorado o apoio da infraestrutura cicloviária do governo desde o início da pandemia COVID-19 na Europa. Esta análise mostra que, desde março de 2020, o continente gastou um bilhão de euros a mais, resultando em 2.300 km de novas ciclovias. As associações do setor estão agora trabalhando com os especialistas da ECF para mostrar a relação entre a ação do governo, o aumento do número de ciclistas e as vendas na indústria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/riding-bike-going-down-the-city-stairs-Z48KRMG-2.jpg" length="108861" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 27 Jan 2021 22:11:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/projecoes-apontam-que-bicicletas-serao-duas-vezes-mais-vendidas-que-carros-na-europa-em-2030</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/riding-bike-going-down-the-city-stairs-Z48KRMG-2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/riding-bike-going-down-the-city-stairs-Z48KRMG-2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Prática de exercícios físicos reflete em menos hospitalizações por COVID-19, diz estudo</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/pratica-de-exercicios-fisicos-reflete-em-menos-hospitalizacoes-por-covid-19-diz-estudo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pesquisa feita em instituto brasileiro mostra que pessoas ativas têm 34% menos chances de serem internadas pela doença
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma pesquisa online feita com 938 brasileiros que foram contaminados com o novo coronavírus mostra que uma vida ativa tem um impacto positivo no processo de cura da doença. O questionário foi respondido entre junho e agosto de 2020, por pessoas de ambos os sexos e diversas idades, e seus resultados foram divulgados na plataforma medRxiv.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A pesquisa mostra que, aqueles que praticavam entre 75 a 150 minutos de atividade física moderada e intensa, tiveram uma recuperação mais saudável do vírus. Do total de participantes, 91 (9,7%) foram hospitalizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O critério de “suficientemente ativo” dos pesquisadores teve como referência as orientações da OMS (Organização Mundial de Saúde) para adultos entre 18 e 64 anos. Marcelo Rodrigues dos Santos, pós-doutorando na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e idealizador da pesquisa, declarou que a avaliação observou uma redução na prevalência de hospitalização entre aqueles que praticavam exercícios por menos tempo do que o recomendado. Ele completa: “Mas nesse caso, a diferença não foi significativa do ponto de vista estatístico”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Além da prática de exercícios, o questionário abordava também o quadro clínico dos respondentes e outros fatores, como idade, sexo, IMC (índice de massa corporal), diabetes e condições socioeconômicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Ponto de atenção
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Quando foram comparados apenas os voluntários que precisaram ser hospitalizados, o nível de atividade física pré-pandemia não conferiu proteção em termos de tempo de internação, intensidade dos sintomas e necessidade de suplementação de oxigênio ou de intubação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Santos afirma que, por se tratar de um estudo observacional, os mecanismos envolvidos na proteção conferida pela atividade física não foram investigados. “Mas há evidências robustas sobre os benefícios dos exercícios para a imunidade. Uma única sessão pode mobilizar bilhões de células de defesa, reintroduzindo-as na circulação”, completa o pesquisador. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Fonte: Veja Saúde
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-intense-core-workout-in-gym-PPZ82ZY.jpg" length="101674" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 20 Jan 2021 18:44:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/pratica-de-exercicios-fisicos-reflete-em-menos-hospitalizacoes-por-covid-19-diz-estudo</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-intense-core-workout-in-gym-PPZ82ZY.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/c8946f82/dms3rep/multi/woman-doing-intense-core-workout-in-gym-PPZ82ZY.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>OMS faz alerta sobre a saúde dos adolescentes</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/oms-faz-alerta-sobre-a-saude-dos-adolescentes</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           84% dos jovens brasileiros não praticam uma hora diária de exercícios.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quatro em cada cinco adolescentes no mundo são sedentários, especialmente as meninas, informa estudo revelado nesta sexta-feira (22) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), elaborado entre 2001 e 2016, em 146 países. No Brasil, a situação é pior: 84% de jovens entre 11 e 17 anos não praticam uma hora diária de atividade física, conforme recomendação da OMS. De acordo com o estudo, uma das causas desta tendência é a “revolução digital”. O documento foi publicado pela revista The Lancet Child &amp;amp; Adolescent Health.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para calcular o número de adolescentes sedentários, a OMS analisou pela primeira vez dados reunidos entre 2001 e 2016, envolvendo 1,6 milhão de estudantes de 146 países. Em todo o mundo, 81% dos jovens entre 11 e 17 anos escolarizados não cumpriram a recomendação de uma hora diária de atividade física em 2016, registrando uma ligeira queda em relação a 2001 (82,5%). A situação atual é muito mais preocupante entre as meninas, 85%, do que entre os meninos, 78%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os primeiros dados sobre tendências globais em termos de atividade física insuficiente entre adolescentes mostram a necessidade de medidas urgentes para aumentar os níveis de atividade física entre meninas e meninos dos 11 aos 17 anos de idade. O documento conclui que mais de 80% dos adolescentes em idade escolar em todo o mundo - especificamente, 85 % de meninas e 78% de meninos - não atingem o nível mínimo recomendado de uma hora de atividade física por dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A diferença entre a porcentagem de meninos e meninas que atingiram os níveis recomendados em 2016 excedeu 10 pontos percentuais em aproximadamente um em três países (29%, ou seja, em 43 dos 146 países), e as maiores diferenças foram registradas nos Estados Unidos da América e na Irlanda (mais de 15 pontos percentuais). Na maioria dos países considerados no estudo (73%, ou seja, em 107 de 146), observou-se um aumento nessa diferença de gênero entre 2001 e 2016.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atividade física
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acordo com o documento, os níveis de atividade física insuficiente observados entre os adolescentes permanecem extremamente altos e isso representa um perigo para sua saúde atual e futura. "É necessário adotar medidas regulatórias urgentes para aumentar a atividade física e, em particular, promover e manter a participação das meninas", diz a Dra. Regina Guthold (OMS), autora do estudo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dentre os benefícios à saúde de um estilo de vida fisicamente ativo na adolescência, vale destacar a melhora da capacidade cardiorrespiratória e muscular, a saúde óssea e cardiometabólica e os efeitos positivos no peso. Da mesma forma, há evidências crescentes de que a atividade física tem um efeito positivo no desenvolvimento cognitivo e na socialização. Os dados atualmente disponíveis indicam que muitos desses benefícios permanecem até a idade adulta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para alcançar esses benefícios, a OMS recomenda que os adolescentes pratiquem atividade física moderada a intensa por uma hora ou mais por dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          Agência B
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           rasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1472220625704-91e1462799b2.jpg" length="195835" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 16:01:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/oms-faz-alerta-sobre-a-saude-dos-adolescentes</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1472220625704-91e1462799b2.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1472220625704-91e1462799b2.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Vendas do comércio crescem 0,6% em setembro, diz IBGE</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/comercio-setembro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Setor volta a atingir patamar recorde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 0,6% na passagem de agosto para setembro deste ano. Essa é a quinta alta consecutiva do setor, que vem apresentando avanços desde maio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com isso, o patamar do comércio varejista, que já havia atingido seu nível recorde no mês de agosto, continua em crescimento. Os dados da Pesquisa Mensal de Comércio foram divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As vendas do comércio também tiveram alta de 2,8% na média móvel trimestral, de 7,3% na comparação com setembro de 2019 e de 0,9% no acumulado de 12 meses. No acumulado do ano, apresenta estabilidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na comparação com agosto deste ano, houve alta em cinco das oito atividades pesquisadas: livros, jornais, revistas e artigos de papelaria (8,9%); combustíveis e lubrificantes (3,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (2,1%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (1,1%) e móveis e eletrodomésticos (1%). Três atividades tiveram queda no período: tecidos, vestuário e calçados (-2,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,4%).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No varejo ampliado, que também analisa os segmentos de veículos e de material de construção, o volume de vendas cresceu 1,2% em relação a agosto deste ano, também a quinta variação positiva consecutiva. Os veículos, motos, partes e peças tiveram crescimento de 5,2% e os materiais de construção, de 2,6%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O varejo ampliado também teve altas de 4% na média móvel e de 7,4% na comparação com setembro de 2019. Mas teve quedas de 3,6% no acumulado do ano e de 1,4% em 12 meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           N
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           a receita nominal, o comércio varejista teve altas de 2,1% na comparação com agosto, de 13,4% em relação a setembro de 2019, de 3,6% no acumulado do ano e de 4,2% no acumulado de 12 meses.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agência Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1591085686350-798c0f9faa7f.jpg" length="218883" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 13:44:24 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/comercio-setembro</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1591085686350-798c0f9faa7f.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/unsplash/dms3rep/multi/photo-1591085686350-798c0f9faa7f.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Futebol: 16 clubes brasileiros movimentaram R$ 6,8 bilhões em 2019</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/copia-de-futebol-16-clubes-brasileiros-movimentaram-r-6-8-bilhoes-em-201903406ffe</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aumento chega a 18% em relação ao registrado na temporada de 2018.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pode parecer algo muito distante, já que nos últimos dias não faltaram notícias de demissões de funcionários e redução dos salários dos jogadores de grandes clubes, em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), que causou a paralisação dos campeonatos de futebol no Brasil e no mundo. No entanto, um relatório divulgado recentemente pela Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo, mostra que ano passado o cenáro do futebol estava bem diferente. Faz apenas quatro meses que a temporada 2019 chegou ao fim. E, de acordo com o levantamento realizado com base nos dados dos 16 maiores clubes nacionais, 2019 foi mesmo um ano e tanto. O mercado do futebol no país movimentou R$ 6,8 bilhões, um valor quase 18% maior do que o registrado em 2018 (R$ 5,7 bilhões). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O consultor de finanças e gestão do esporte, César Grafietti, destaca que não se deve creditar os problemas financeiros de alguns clubes ao surgimento da pandemia de covid-19. “É importante deixar claro que a grande maioria dos clubes não entrou em dificuldade por conta da covid-19. Ela apenas acelerou um processo que já estava em curso. Havia pelo menos uns dez clubes da Série A
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Grafietti cita como exemplo o Santos, cujos jogadores demonstraram insatisfação na redes sociais, pela redução de 70% dos vencimentos, sem acordo de ambas as partes. Alguns chegaram a publicar em seus perfis pessoais uma 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/esportes/noticia/2020-05/santos-explica-corte-de-70-do-salario-de-jogadore" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           nota
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            do Sindicato dos Atletas de Futebol do Município de São Paulo (SIAFMSP) que julga “inadmissível” que os atletas passem por essa situação. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Esta é uma questão interessante. Muitos clubes já não pagavam salários, atrasavam constantemente, não recolhiam os encargos. Não sei afirmar se é o caso do Santos, mas esta é uma prática comum. Reduzir salários é algo até estranho para muitos, pois já não recebem como deveriam. Mas voltando ao tema, os custos com pessoal representam cerca de 60% das receitas, então cortar 70% ajuda muito, mas me parece irreal. Na Europa cortaram entre 25% e 50%, a depender do clube, mas são clubes que pagam em dia. No Brasil me parece uma possibilidade para poucos”, compara Grafietti. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O sócio-diretor da Sports Value, Amir Somoggi, faz uma leitura diferente dos números apresentados na pesquisa. "Alguns clubes em particular contribuíram muito para esse incremento de 18% em um ano. O Flamengo, não só por conta das transferências [de jogadores], que pesaram muito, mas também pelo desempenho de bilheteria. O plano de ‘sócio torcedor’ e premiações. O Internacional, também. Esse, sim, muito focado na questão das transferências. O Santos, totalmente, por causa das transferências. E o Athletico-PR por ter ido bem nos torneios, e pelas questões das transferências. Só os dois primeiros fizeram mais de R$ 500 milhões em transferências. É um volume muito expressivo, como nunca se fez. (...)E a grande questão que pesou foi o valor de premiações. O trio Flamengo, Athletico-PR e Inter, com o dólar cotado em quase quatro reais para um dólar, teve um salto grande. Esse foi um grande fator", esclarece. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Receita total dos clubes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O principal destaque da temporada 2019, segundo o levantamento, foi o Flamengo. Com as receitas passando de R$ 543 milhões, em 2018, para R$ 950 milhões em 2019 (alta de 75%, atingindo um valor recorde nas Américas). No Athletico-PR, os valores dobraram de um ano para outro (saindo de R$ 195 milhões para R$ 390 milhões). O Furacão, de acordo a pesquisa, teve superávit (diferença positiva entre receita e despesa) de R$ 63 milhões e lucro acumulado de R$ 189 milhões nos últimos cinco anos. Os ativos (bens, valores, créditos) alcançaram R$ 904 milhões e o patrimônio líquido (riqueza de uma empresa, subtraída as obrigações) é de R$ 488 milhões.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Grêmio também teve faturamento importante em 2019.. Foram R$ 440 milhões, sendo 4% a maior que o registrado na temporada anterior. Outros clubes que contribuíram para a alta na movimentação de recursos no mercado da bola ano passado foram Santos, Athético-PR e Internacional, cujas receitas dispararam.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Custos com futebol 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Os custos dos grandes clubes de futebol do país atingiram o maior valor da história. Foram gastos R$ 4,7 bilhões no ano passado, 23% a mais do que os custos registrados em 2018 (R$ 3,8 bilhões).  Entre os dez primeiros da lista, dois clubes apresentaram uma baixa. O Fluminense com 12% menos (R$ 147,3 milhões em 2019 e R$ 167,6 em 2018). O Cruzeiro teve redução de 6%, totalizando R$ 306 milhões na temporada passada.. Do outro lado, alguns clubes apresentaram aumento significativo nos custos. O Flamengo (76% a mais que em 2018), Athletico/PR (+71%), Santos (+39%), São Paulo (+39%) e Internacional (+36%).   
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Superávits, déficits e dívidas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os 16 clubes analisados em 2019 apresentaram déficits (saldo negativo) de R$ 257 milhões. No ano anterior, no entanto, registraram superávit de R$ 82 milhões. Vale destacar o desempenho impressionante de Athletico-PR e Flamengo, que juntos somaram R$ 125 milhões de superávit no ano passado. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Santos e Grêmio encerraram com superávits de R$ 23,5 milhões e R$ 22,2 milhões, respectivamente. Destaques negativos para os pesados déficits de São Paulo, e Corinthians, e ainda de Cruzeiro e Botafogo. Já as dívidas somadas se aproximaram de R$ 8 bilhões (veja os dados completos nos gráficos abaixo).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "Os déficits foram os maiores da história, caso de São Paulo e Corinthians. O próprio Cruzeiro também foi muito mal. Tudo isso fez com que a dívida da elite do futebol brasileiro atingisse, pela primeira na história, a marca de R$ 8 bilhões. Uma situação bastante complicada que envolve valores não quitados com bancos, jogadores e operações da atividade dos clubes", lamenta Amir Somoggi.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pandemia de covid-19
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Para Somoggi, a análise do futebol brasileiro nos dias atuais não pode ser dissociada da crise global gerada pela pandemia do novo coronavírus. “Existe uma perda gigante com as bilheterias e os programas de sócio torcedor. E a questão dos patrocinadores, que não estava tão clara há alguns meses, agora já ficou bem mais fácil de ser definida. Muitas empresas estão retirando verbas de patrocínio do futebol. É possível calcular, no momento, que as perdas com a covid-19 devem ser de aproximadamente 25% (algo em torno de R$ 1,3 bilhão). Como as transferências de atletas, que vinham batendo recordes nas últimas temporadas, devem cair de forma drástica nesse ano. Assim não podemos descartar uma perda total superior aos R$ 2 bilhões. Em termos financeiros, a previsão é que o mercado de futebol retorne aos patamares anteriores de 2017 (na época os valores giravam em torno de R$ 5,5 bilhões). É provável que voltemos quatro anos por causa da crise", projetou o consultor.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           César Grafietti também não visualiza um cenário otimista. “É difícil falar em tamanho das perdas, mas fica bastante claro que bilheteria e [o programa] “sócio torcedor” tendem a sofrer. Se houver Campeonato Brasileiro, as receitas da TV estarão salvas. As vendas de atletas, apesar dos valores serem elevados, quando somamos todos os clubes, vinham sendo cada vez mais pontuais. Logo no início desse ano, antes da crise, tivemos pelo menos duas vendas importantes, como Antony do São Paulo e Pedrinho do Corinthians. De qualquer forma, minha estimativa é de que as perdas fiquem em torno de R$ 1,4 bi, desde que a TV seja paga completamente”, analisa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Fonte:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agência Brasil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 19:30:25 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.apicebrasil.org.br/copia-de-futebol-16-clubes-brasileiros-movimentaram-r-6-8-bilhoes-em-201903406ffe</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Ipea: setembro tem aumento de 5,8% na demanda por bens industriais</title>
      <link>https://www.apicebrasil.org.br/ipea-setembro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Indicadores melhoraram entre 21 dos 22 segmentos analisados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Indicador Ipea de Consumo Aparente de Bens Industriais subiu 5,8% em setembro, na comparação com o mês de agosto. Os dados foram divulgados hoje (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No trimestre móvel encerrado em setembro, houve crescimento de 14,4% na margem. O indicador mede a demanda interna por bens industriais, analisando a produção industrial interna não exportada, acrescida das importações. Na comparação anual, com setembro de 2019, houve retração de 0,5%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo o Ipea, a produção nacional cresceu 5,9% no mês analisado, e a importação de bens industriais teve aumento de 1,7%. O bom desempenho ocorreu em todas as grandes categorias econômicas, com destaque para os bens de consumo duráveis, que cresceram 12%, e para os bens semi e não duráveis, que tiveram alta de 10,7%. Na indústria geral, o consumo aparente avançou 5,8% em setembro, com a indústria de transformação apresentando resultado positivo de 6,3%, enquanto a indústria extrativa mineral teve queda de 3,2%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os setores produtivos, 21 dos 22 segmentos analisados pelo Ipea apresentaram melhora na avaliação dessazonalizada. Os destaques foram o de veículos, com alta de 17,1%, e de vestuário, que subiu 13,6%. Na comparação com setembro do ano passado, apenas 11 segmentos tiveram aumento, com os produtos não metálicos subindo 9,6% e os produtos de metal, 8,2%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No acumulado de 12 meses, o indicador do Ipea fechou setembro com queda de 6,3%, enquanto a produção industrial medida pela Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou queda de 5,5%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fonte:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Agência Brasil
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2020 19:30:24 GMT</pubDate>
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